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	<title>Sociedade Alternativa</title>
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		<title>Condessa Elizabeth Bathory</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 21:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura inútil]]></category>

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		<description><![CDATA[A Condessa Elizabeth Bathory (Erzsebet Báthory, do original), foi uma das mulheres mais perversas e sanguinárias que a humanidade já conheceu. Os relatos sobre ela ultrapassam a fronteira da lenda e a rotulam através dos tempos como A Condessa de Sangue. Nascida em 1560, filha de pais de famílias aristocráticas da Hungria, Elizabeth cresceu numa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=37&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="geral" align="center">A Condessa Elizabeth Bathory (<i>Erzsebet                  Báthory</i>, do original), foi uma das mulheres mais perversas                  e sanguinárias que a humanidade já conheceu. Os                  relatos sobre ela ultrapassam a fronteira da lenda e a rotulam                  através dos tempos como <i>A Condessa de Sangue</i>.</p>
<p class="geral"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/bathory01.jpg" align="right" height="250" hspace="5" vspace="3" width="355" />Nascida                  em 1560, filha de pais de famílias aristocráticas                  da Hungria, Elizabeth cresceu numa época em que as forças                  turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro,                  sendo campo de bata-lhas entre Turquia e Áustria. Vários                  autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo,                  já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança,                  vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por                  rebeldes em um ataque ao seu castelo. Ainda durante sua infância,                  ficou sujeita à doenças repentinas acompanhadas                  por uma intensa ira e comportamento incontrolável, além                  de ataques epiléticos. Teve uma ótima educação,                  inclusive sendo excepcional pela sua inteligência. Falava                  fluentemente húngaro, latim e alemão. Embora capaz                  de cometer todo tipo de atrocidade, ela tinha pleno controle de                  suas faculdades mentais.</p>
<p class="geral">Aos 14 anos engravidou de um camponês, e                  como estava noiva do Conde Ferenc Nadasdy, fugiu para não                  complicar o casamento futuro; que ocorreu em maio de 1575. Seu                  marido era um oficial do exército que, dentre os turcos,                  ganhou fama de ser cruel. Nos raros momentos em que não                  se encontrava em campanha de batalha, ensinava a Elizabeth algumas                  torturas em seus criados indisciplinados, mas não tinha                  conhecimentos da matança que acontecia na sua ausência                  por ação de sua amada esposa.</p>
<p class="geral">Quando adulta, Elizabeth tornou-se uma das mais                  belas aristocratas. Quem em sua presença se encontrava,                  não podia imaginar que por trás daquela atraente                  mulher, havia um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio.                  Num período em que o comportamento cruel e arbitrário                  dos que mantinham o poder para com os criados era algo comum,                  o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela                  não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como                  também encontrava motivos para aplicar punições                  e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas; muito                  além do que seus contemporâneos poderiam aceitar.                  Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa                  vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de                  uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou                  a fama de ser &#8220;vampira&#8221; por morder e dilacerar a carne                  de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião,                  uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los.                  Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até                  a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão,                  se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí                  vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer                  jovem eternamente.</p>
<p class="geral">Acompanhando a Condessa nestas ações                  macabras, estavam um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo,                  a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada                  de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a Condessa acolheu                  mais tarde na sua sanguinária carreira.</p>
<p class="geral">Nos primeiros dez anos, Elizabeth e Ferenc não                  tiveram filhos pela constante ausência do Conde. Por volta                  de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna.                  Nos nove anos seguintes, deu à luz a Ursula e Katherina.                  Em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas                  que escreveu aos parentes, Elizabeth era uma boa mãe e                  esposa, o que não era de surpreender; visto que os nobres                  costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito                  diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.</p>
<p class="geral">Um dos divertimentos que Elizabeth cultivava durante                  a ausência do conde, era visitar a sua tia Klara Bathory.                  Bissexual assumida e muito rica e poderosa, Klara tinha sempre                  muitas raparigas disponíveis para ambas &#8220;brincarem&#8221;.</p>
<p class="geral">Em 1604 seu marido morreu e ela se mudou para Viena.                  Desse ponto em diante, conta a história que seus atos tornaram-se                  cada vez mais pavorosos e depravados. Arranjou uma parceira para                  suas atividades, uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia (suposta                  amante), que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se                  tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno,                  a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água                  fria, congelando-as até a morte. Na versão da tortura                  para o verão, deixava a vítima amarrada banhada                  em mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas                  mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis,                  e chegou a incendiar os pêlos pubianos de algumas delas.                  Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima                  fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas                  afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer                  quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir                  limpar-se para continuar o ato.</p>
<p class="geral">Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609                  e não mais continuou como cúmplice, Elizabeth começou                  a cometer muitos deslizes. Deixava corpos aos arredores de sua                  moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades.                  Com sua fama, nenhuma criada queria lhe servir e ela não                  mais limitou seus ataques às suas servas, chegando a matar                  uma jovem moça da nobreza e encobrir o fato alegando suicídio.</p>
<p class="geral"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/bathory02.jpg" align="left" height="323" hspace="7" vspace="6" width="247" />As                  investigações sobre os assassinatos cometidos pela                  Condessa começaram em 1610. Foi uma excelente oportunidade                  para a Coroa que, há algum tempo, tinha a intenção                  de confiscar as terras por motivos de dívida de seu finado                  marido. Assim, em dezembro de 1610 foi presa e julgada. Em janeiro                  do ano seguinte foi apresentada como prova, anotações                  escritas por Elizabeth, onde contava com aproximadamente 650 nomes                  de vítimas mortas pela acusada. Seus cúmplices foram                  condenados à morte e a Condessa de Bathory à prisão                  perpétua. Foi presa num aposento em seu próprio                  castelo, do qual não havia portas nem janelas, só                  uma pequena abertura para passagem de ar e comida.</p>
<p class="geral">Ficou presa até sua morte em 21 de agosto                  de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu                  corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe,                  mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a &#8220;Infame                  Senhora&#8221; sepultada na cidade.</p>
<p class="geral">Até hoje, o nome Erzsebet Báthory                  é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda                  a Europa.</p>
<p class="geral">&nbsp;</p>
<p class="geral">Para ver as ruínas do Castelo da Condessa                  de Bathory, <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/imagens/ruinas_bathory/galeria01.htm" target="_blank">clique                  aqui</a>.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/37/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/37/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=37&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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		<title>O futuro é biopunk</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/02/22/o-futuro-e-biopunk/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 20:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pioneiro da cibercultura R. U. SIRIUS fala da Mondo 2000, a mais cult das revistas. E diz como vê o futuro Por Marcelo Barbão Há 15 anos, você criou a primeira revista de Cibercultura, a Mondo 2000. Hoje, o que mudou na Cibercultura, se é que um dia ela realmente existiu? Já faz uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=36&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="olho">O pioneiro da cibercultura R. U. SIRIUS fala da Mondo 2000, a mais cult das revistas. E diz como vê o futuro</span><br />
<span class="det_mini">Por Marcelo Barbão  </span></p>
<p><span class="texto_corridog">Há 15 anos, você criou a primeira revista de Cibercultura, a Mondo 2000. Hoje, o que mudou na Cibercultura, se é que um dia ela realmente existiu? Já faz uma década que a Mondo acabou, e muitas coisas mudaram. A Web não existia. Nós trabalhávamos com sites baseados em texto, em grupos de discussão teóricos: último impacto da Realidade Virtual, tecnologias relacionadas com o cérebro, biomutação, robótica avançada&#8230; Era uma cultura de antecipação do futuro, mas também uma cultura real-time.</p>
<p>As corporações ainda estavam começando a perceber as novidades. Fiquei chocado quando comecei a encontrar muitas das opiniões típicas da grande mídia na Internet. Mas é claro que existe uma cultura Net, uma cultura geek, uma cibercultura, technocultura, ou como você quiser chamá-la. Ela foi e é um fenômeno real. Mas a cultura de hoje é obcecada principalmente por questões real-time como open source. Porém, há uma outra cultura emergente, feita de pessoas que vêem a mutação evolucionária que surgirá em uma década ou duas, organizando-se ao redor do NBIC – nanotecnologia, biotecnologia, informação e ciência cognitiva.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; Com as transformações da Internet, você acha que a idéia original de comunidade e rede entre pessoas ainda vive?</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Sim! Ela está viva e sempre em mutação. Agora, existem essas redes sociais que são frustrantes e desinteressantes, já que não há muito espaço para conversas. É mais relacionado a colecionar uma rede de amigos, mas elas podem ter um aspecto utilitário: abrem espaço para conectar pessoas para fazerem negócios, política, encontros, festas. Vivemos tempos pragmáticos, de muito desemprego e deterioração social.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; Sempre existiu uma rivalidade entre a Mondo 2000 e a Wired. Agora, várias das revistas de Cibercultura, como a Shift, acabaram. E a própria Wired mudou completamente seu conteúdo. Você acha que ainda existe espaço para uma revista de cibercultura fora da Internet?</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Eu acho que a cultura da Internet está muito bem coberta dentro da própria rede, e não há mais nenhuma novidade. Creio que a próxima grande revista de technocultura irá refletir a cultura NBIC. Ela será “biopunk”.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; Recentemente, tivemos a onda de blogs, fotologs e, agora, videologs. Você acredita que essa nova geração seja egoísta?</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Não sei se essa ou qualquer geração é realmente mais egoísta do que a anterior. É difícil fazer esse tipo de declaração ampla. Eu acho que o fato de as pessoas terem tanto poder de selecionar o que realmente as interessa pode produzir um tipo de narcisismo cerebral. Mas essa descentralização também tem vários aspectos positivos,reduzindo o poder da grande mídia sobre as mentes de um número cada vez maior de indivíduos.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; Muitos geeks vêem a Internet como um campo de batalha entre as grandes corporações, que buscam seus lucros, e os indivíduos, que querem se comunicar entre si&#8230;</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Essas são dinâmicas enormemente complexas e é preciso acrescentar aí uma terceira força, que são os governos, mas no geral, eu acho que a ameaça de domínio corporativo total foi diminuída com o colapso da bolha no mercado de ações. A Internet, como um ambiente para ganhar dinheiro, foi substituída. Para mim, a questão principal é: será que as corporações, combinadas com o poder estatal, QUEREM eliminar os espaços sociais livres, a comunicação independente, etc.? Outro ponto é que, com os excessos nas restrições de direitos autorais, talvez os provedores não queiram mais hospedar fontes de comunicações não-convencionais. Há, com certeza, vários casos nas cortes dos EUA que poderiam ameaçar vários editores independentes e baseados na Net.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; Você vive em São Francisco. Qual é a conexão entre os hippies dos anos 60 e a Cibercultura dos 90 que se desenvolveu na mesma cidade?</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Na verdade, foram as mesmas pessoas. E não só em São Francisco, mas em todo o Silicon Valley. Eu dirigia uma revista neopsicodélica no final dos anos 80 chamada High Frontiers. Nossos maiores fãs e apoiadores eram as pessoas que estavam fazendo os softwares e hardwares que iriam definir a próxima economia. A história da contracultura “vazando” para a cultura digital remonta ao começo dos anos 70. O grupo hippie radical prankster defendia a prática do phreaking, hackeando os telefones para fazer chamadas gratuitas. Podemos nos lembrar também de um grupo de freaks de Berkeley, na Califórnia, que começou algo chamado “Community Memory”. Era uma comunidade de loucos por computadores que incluía Steve Jobs e Steve Wozniak, criadores do primeiro computador pessoal, o Apple.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; A questão do GNU/Linux e da ideologia Free Software se desenvolveu durante os dias da Mondo 2000, e ganhou muita força durante a última década.O que representa para você esse movimento?</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Free software, open source, assim como as tecnologias P2P e a ética hacker são, no melhor dos possíveis mundos, modelos da próxima economia: a “economia da doação”. A próxima onda da tecnologia, não só de informação, mas também de biotecnologia e nanotecnologia, está relacionada com infi nita replicabilidade. A produção física vai começar a mimetizar os aspectos replicáveis de tecnologia de informação: se alguma pessoa tem algo, qualquer um pode acessar e também pode ter. Talvez o mais importante é que a atitude open source/hacker está se espalhando.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; O movimento Cyberpunk desenha um futuro tenebroso e complicado para a humanidade. Como você acha que será o amanhã do nosso planeta?</p>
<p><b>R.U.Sirius</b> &#8211; Esta é uma pergunta difícil para qualquer um. Parece que vários desastres podem acontecer de forma inadvertida: falta de água, desastres com o clima, epidemias,guerras, mas o futuro sempre nos surpreende. Em outra década, todo mundo pode estar gritando sobre uma nova utopia estilo “longo boom”, novamente. Eu suspeito que a evolução das tecnologias que mudam o mundo, como a nanotecnologia e a neurotecnologia irão, de alguma forma, continuar evoluindo, não importa quão difíceis sejam os tempos.</p>
<p><b>Geek</b> &#8211; Por que R.U. Sirius?<br />
<b>R.U.Sirius</b> &#8211; Simples: de outra forma, meu verbete no dicionário ficaria maligno&#8230;</span></p>
<p>fonte: <a href="http://www.geek.com.br" target="_blank">www.geek.com.br </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=36&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>contradição?? kkkkkk</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/02/16/contradicao-kkkkkk/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 04:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura inútil]]></category>
		<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=34&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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		<title>O diabo na obra de Raul</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/02/12/o-diabo-na-ora-de-raul/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 19:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta figura tão repugnante para alguns, na verdade, é a representação simbólica do universo, segundo as tradições esotéricas. As tradições esotéricas são muito antigas, muito anteriores ao surgimento da nossa cultura e do Cristianismo. Naquele tempo não havia nem necessidade de ecologia, porque o seres humanos não estavam separados da natureza. Não existiam conceitos como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=32&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Esta figura tão repugnante para alguns, na verdade, é a representação simbólica do universo, segundo as tradições esotéricas. As tradições esotéricas são muito antigas, muito anteriores ao surgimento da nossa cultura e do Cristianismo. Naquele tempo não havia nem necessidade de ecologia, porque o seres humanos não estavam separados da natureza. Não existiam conceitos como o de amor livre , pois o sexo não era uma doença da qual as pessoas precisavam se libertar. Normalmente as pessoas se casavam no início pra primavera, época do renascimento , florificação, fertilidade. Em muitas culturas o bode foi escolhido como o animal que melhor representava a primavera, divido à sua extraordinária capacidade sexual. Ou capacidade criadora.<img src="///C:/DOCUME%7E1/Thomaz/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" /><br />
<img src="///C:/DOCUME%7E1/Thomaz/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" /><br />
Para quem gosta de informações que não estão normalmente nos currículos escolares, existem estudos muitos sérios sobre isso. Na Mitologia Grega , por exemplo , nós temos o deus Pan &#8211; deus da alegria, da flauta , da música, da primavera, que foi um dos elementos que a tradição mística incorporou para formar a figura do Baphomet, apresentada pela figura acima reproduzida.</p>
<p>Para simplificar e só por curiosidade , a figura tem entre os chifres a tocha, que simboliza a Quintessência ; os chifres represemtam a força da natureza, nos braços está escrita a fórmula Solve et Coagula (dissolver e coagular , as forças antagônicas do Universo). Os braços são masculinos e os seios são femininos, numa androgenia que tembém representa as duas forças antagônicas e complementares. Embaixo dos seios tem pernas que representam os seres alados e no ventre tem escamas que representam habtantes do oceanos. O véu cobre o mistério da Criação, de onde emerge o Caduceu (o mesmo de Hermes Trismegisto, símbolo da Medicina) , que é o Phallus erecto, com as duas serpentes também antagônicas, uma de ouro e outra de prata. O simicírculo representa o Cosmos. As asas negras representam o véu noturno, o manto de estrelas da noite.</p>
<p>Uma das mãos aponta para cima e outra aponta para baixo , como se estivesse dizendo : O que está em cima É como o que está embaixo (não é Igual , mas é como..) . E assim outras muitas simbologias que não cabem neste espaço.</p>
<p>Quando os muitos movimentos políticos-religiosos como as Cruzadas e outros &#8211; encontraram ( e quase sempre dizimaram ) essas culturas primitivas eles não conseguiram fazer com Pan o que sempre faziam com os outros deuses ( ou seja , eles sempre criavam um outro deus semelhante para dizer que era a mesma coisa. Assim , hoje na Umbanda , por exemplo , existe uma Entidade para cada Santo da Igreja. Até Jesus Cristo). Além do Pan tinha uma coisa extremamente inconveniente que era o amor à Vida , à Natureza e principalmente ao Sexo. Então ele foi identificado com o inimigo, o representante das forças do mau. Pintaram-no de vermelho ( que é sangue , sexo , coração ) e lhe deram vários nomes que são hoje muito depreciativos: Diabo , Satanás, Coisa-Ruim, Cão , etc&#8230;</p>
<p>Por outro lado, mesmo quem é cristão tem um pouco mais de conhecimento da simbologia religiosa sabe que Lúcifer quer dizer o Filho da Luz ou Aquele que Traz a Luz. Lúcifer é realmente a estreka caída , o Lógos encarnado , o Adão expulso do paraíso ou nós mesmo aqui na face do planeta. Mas sabe também que comer a maça significa Toma a Consciência de Si , adquirir a luz do conhecimento. Para a cultura religiosa , este foi o grande pecado. Mas para a cultura esotérica essa foi a grande virtude do primeiro homem . E neste ponto está o cerne de uma das mais importantes questões culturais de nosso tempo.</p>
<p>Falemos agora de Raul Seixas e uma de suas músicas mais polêmicas: Rock do Diabo (em parceira com Paulo Coelho). A música é clara:</p>
<p>Enquantro o Freud explica , O diabo fica dando os toques. Existem dois diabos Só que um parou na pista: Um deles é o do Toque, O outro é aquele do Exorcista.<br />
O que é um toque? Toque não é um conselho. Toque não é explicação. Toque é uma coisa muito inteligente e que fala ao coração. Quem explica é Freud. O diabo ( ou inteligência Manifesta) dá os toques. Mas existe uma caricatura que a própria Igreja inventou para que os seus próprios exorcistas pudessem combater. Ou seus próprios seguidores pudessem temer e odiar. Ou até adorar , por que não? E assim apareceram também os Adoradores do Diabo.</p>
<p>Voltaremos a Carl Gustav (por sinal discípulo dissidente de Freud). Nós o citamos falando de Contruções Psíquicas, ao se referir aos discos voadores. O conceito aqui também é aplicável. Imaginem milhares de anos de doutrinação, formando no Inconsciente Coletivo das multidões a imagem do diabo, e uma doutrinação violenta, misturando fantasia, interesses econômicos e muito atraso. Tudo isso temperado com a tremenda força teatral de milhares de pessoas sendo queimadas nas fogueiras. Doenças, acidentes, intempéries, tudo era associado ao diabo. E ainda é até hoje.</p>
<p>Dentro desse campo de miséria social, miséria econômica, miséria emocional, miséria evolutiva , não poderá deixar de surgir Adoradores do Diabo. Ou seja , pessoas que &#8211; frustradas com a hipocresia de tudo que se relaciona com o Céu e seus representantes &#8211; procuram ajuda no outro lado e passam a acender velas pro Diabo . E não é preciso Jung para vermos a que Confusão Mental pode chegar qualquer pessoa envolvida nisso.</p>
<p>Por causa desta música ( Rock do Diabo ) e da forma irreverente com que travava todas as formas de religião e o poder civil e militar, Raul foi confundido com um mero adorador do diabo, anarquista e um cara muito doido.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/32/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/32/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/32/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=32&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Magic: the Gathering</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/02/11/magic-the-gathering/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 02:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Magic: The Gathering Jogadores participando de um torneio Magic: the Gathering, ou simplesmente Magic, é um jogo de cartas colecionáveis criado por Richard Garfield, no qual os jogadores utilizam as suas próprias cartas para tentar vencer o adversário. A diversidade de cartas é imensa, contando-se dezenas de milhares de cartas de diferentes cores e raridades. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=31&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 class="firstHeading">Magic: The Gathering</h1>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:202px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Magic_Players.jpg" class="image" title="Jogadores participando de um torneio"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/33/Magic_Players.jpg/200px-Magic_Players.jpg" alt="Jogadores participando de um torneio" class="thumbimage" border="0" height="142" width="200" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Magic_Players.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Jogadores participando de um torneio</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Magic: the Gathering</b>, ou simplesmente <b>Magic</b>, é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_de_Cartas_Colecion%C3%A1veis" title="Jogos de Cartas Colecionáveis">jogo de cartas colecionáveis</a> criado por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Garfield" title="Richard Garfield">Richard Garfield</a>, no qual os jogadores utilizam as suas próprias cartas para tentar vencer o adversário. A diversidade de cartas é imensa, contando-se dezenas de milhares de cartas de diferentes cores e raridades. Em Magic as cartas existem em cinco cores distintas: azul, branco, preto, verde e vermelho; somando-se as cartas incolores (artefatos e terrenos) e as cartas multicoloridas (cartas que misturam entre duas e cinco cores). Cada jogador faz o papel de um &#8220;Andarilho dos Planos&#8221;, um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mago_%28classe_de_personagem%29" title="Mago (classe de personagem)">mago</a> muito mais poderoso que um mago comum, duelando pelo controle dos planos. Cada um utiliza quantos tipos de criaturas quiser, tais quais <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trit%C3%A3o" title="Tritão">tritões</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Goblin" title="Goblin">goblins</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elfo" title="Elfo">elfos</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anjo" title="Anjo">anjos</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orc" title="Orc">orcs</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zumbi" title="Zumbi">zumbis</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xam%C3%A3" title="Xamã">xamãs</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fractius" title="Fractius">fractius</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mago" title="Mago">magos</a>, kithkins, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soldado" title="Soldado">soldados</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1ssaro" title="Pássaro">Pássaros</a>, entre outras, alem de mágicas, feitiços e encantamentos. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1994" title="1994">1994</a> foi lançada a edição <i>&#8220;Revised&#8221;</i> e ao longo do ano as expansões, <i>&#8220;Antiquities&#8221;</i>, <i>&#8220;Legends&#8221;</i>, <i>&#8220;The Dark&#8221;</i> e <i>&#8220;Fallen Empires&#8221;</i>. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1995" title="1995">1995</a> é lançada a <i>&#8220;Quarta Edição&#8221;</i> e <i>&#8220;Era Glacial&#8221;</i>, a primeira expansão com cartas em variedade suficiente para ser jogada sem precisar usar outras edições ou expansões em conjunto. Também é a partir da <i>&#8220;Quarta Edição&#8221;</i> que Magic começou a ser distribuído no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil">Brasil</a> em português. Com o incrível sucesso, uma onda de jogos de cartas colecionáveis invadiu o mercado na década de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1990" title="1990">1990</a> (como Spellfire, Jyhad, Illuminati, Rage e outros, embora nenhum tenha dado muitos resultados).</p>
<p>Em 1994, Magic: The Gathering ganhou o <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Origin_Awards&amp;action=edit" class="new" title="Origin Awards">Origin Awards</a> pelo melhor jogo de mesa de fantasia ou ficção científica de 1993 e o prêmio de melhor apresentação gráfica de um jogo de mesa do mesmo ano. E em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1999" title="1999">1999</a> foi incluído no Hall da Fama da <i>Origin</i>, juntamente com Richard Garfield. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2003" title="2003">2003</a>, na comemoração do aniversário de 10 anos de lançamento do Magic, a revista <i>&#8220;GAMES&#8221;</i> selecionou-o para o seu Hall da Fama, na 31º posição.</p>
<hr />
<hr />
<hr />
<table id="toc" class="toc" summary="Índice">
<tr>
<td>
<div>
<h2></h2>
</div>
</td>
</tr>
</table>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">A temática das cinco cores e a construção de decks</span></h2>
<p><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branco" title="Branco">Branco</a>:</b> (planície) representa a ordem, a cura, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luz" title="Luz">luz</a>, e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei" title="Lei">lei</a>. Os pontos fortes das cartas brancas são defesa, proteção, ganho de vida e cartas que equilibram o jogo, como o &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Armagedon" title="Armagedon">Armagedon</a>&#8221; e a &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ira" title="Ira">Cólera</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus" title="Deus">Deus</a>&#8220;. Um ponto fraco das cartas brancas é a falta de mágicas ofensivas.</p>
<p><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Azul" title="Azul">Azul</a>:</b> (ilha) representa a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua" title="Água">água</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimento" title="Conhecimento">conhecimento</a>, a ilusão e a astúcia. Os pontos fortes das cartas azuis são a compra de cartas adicionais, a defesa por meio da anulação de mágicas do oponente, cartas que tiram as permanentes de jogo e muitas criaturas voadoras. Um ponto fraco das cartas azuis é a falta de cartas que possam destruir cartas do oponente e não obter a recuperação de pontos de vida.As cartas dessa cor também são conhecidas pela capacidade que possuem de tomar o controle da partida,chegando ao ponto de fazer pressões pisicologicas ao oponente. A cor conseque apenas chegar ao seu objetivo turnos depois do início do jogo, por isso é uma cor de paciência e estratagemas cuidadosos.</p>
<p><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Preto" title="Preto">Preto</a>:</b> (pântano) representa a decadência, a cobiça e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Morte" title="Morte">morte</a>. Os pontos fortes das cartas pretas são o enfraquecimento do oponente por meio do descarte de cartas, a destruição de criaturas e o poder de ressucitar criaturas. Alguns pontos fracos das cartas pretas são a falta de proteção contra as mágicas do oponente, em especial encantamentos, e os altos custos exigidos por suas próprias cartas.</p>
<p><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vermelho" title="Vermelho">Vermelho</a>:</b> (montanha) representa o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo" title="Fogo">fogo</a>, a destruição, a impulsividade e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caos" title="Caos">caos</a>. Os pontos fortes das cartas vermelhas são as mágicas que causam dano, destruição de terrenos e artefatos, e criaturas que podem atacar assim que entram em jogo. Um ponto fraco das cartas vermelhas é a ausência de proteção e de cartas que possam destruir encantamentos.</p>
<p><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Verde" title="Verde">Verde</a>:</b> (floresta) representa a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Natureza" title="Natureza">natureza</a>, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida" title="Vida">vida</a>, o crescimento e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7a" title="Força">força</a> bruta. Os pontos fortes das cartas verdes são a variedade de criaturas com grande poder, a habilidade de rapidamente criar muitos recursos e a habilidade de deixar suas criaturas mais fortes. Alguns pontos fracos das cartas verdes são a quase total ausência de criaturas voadoras.</p>
<p>Outras combinações como o <b>Dourado</b>, <b>Prateado</b> entre outras podem ser observadas em decks <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fractius" title="Fractius">Fractius</a></i> (por exemplo), onde <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Terrenos_duplos&amp;action=edit" class="new" title="Terrenos duplos">terrenos duplos</a> são bem empregados no lugar de terrenos comuns.</p>
<p>Todas as cores possuem habilidades fortes e fracas, numa tentativa de manter o jogo equilibrado para todos os jogadores, não importando qual a cor das cartas nos seus decks. Sempre que são lançadas cartas novas, habilidades novas são feitas para todas as cores.</p>
<p>No verso das cartas existe um pentágono formado por cinco bolinhas coloridas, representando as cinco cores de magic. A distribuição das cores na “roda das cores” segue a lógica que cada cor é complementar às cores vizinhas e inimiga das cores que estão do lado oposto. Assim o branco é aliado do azul e do verde, mas é inimigo do preto e do vermelho. O azul é aliado do branco e do preto, mas é inimigo do verde e do vermelho. O preto é aliado do azul e do vermelho, mas é inimigo do verde e do branco. O vermelho é aliado do preto e do verde, mas é inimigo do branco e do azul. O verde é aliado do vermelho e do branco, mas é inimigo do preto e do azul.<br />
<b>O que não o impede de formular um deck com estratégia utilizando cartas de cores fora da lógica &#8211; muito utilizado para combinações após Fortaleza e Tempestade (subsequentemente com decks de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fractius" title="Fractius">Fractius</a>)</b><br />
<b>Montagem de decks:</b> o mínimo de cartas é de 40 (em formatos Limitados) ou de 60 (em formados Construídos). O limite de cópias de cada carta num deck é de quatro (apenas para Constructed; em Limited não há limitação para o número de cópias, porém, tendo em vista seu formato, decks com mais de quatro cópias da mesma carta em limitado tornaram-se possíveis apenas em Coldsnap), no caso de cartas lendárias este limite não se altera, e não existe limite de cópias para terrenos básicos. Um deck pode conter todos os tipos de cartas que o jogador escolher.</p>
<p>Um deck precisa ser equilibrado em termos de mana, contendo terrenos suficientes para &#8220;pagar&#8221; o custo das mágicas usadas no deck. Uma regra muito comum é ter 20 cartas de terrenos para 20 mágicas(este e o deck fácil de manejar). É difícil acertar na quantidade de terrenos, que varia de acordo com a estratégia e custo das cartas usadas.</p>
<p>Um deck pode ser incolor (terrenos e artefatos) ou ter até todas as cores juntas. A mistura delas torna mais difícil montar e pôr em prática uma estratégia, mas também torna a estratégia mais resistente contra o adversário.</p>
<p>Devido ao grande número de cartas especializadas em desmontar baralhos que se apoiam numa só cor ou combinaçao de cartas, é uma boa idéia formar baralhos multicolores com várias opções para ganhar o jogo. No entanto, baralhos de maior complexidade exigem um maior domínio do jogo. Por isso, é um bom negócio montar um deck de duas cores, pois o deck não se apóia em uma só cor, e ainda por cima não tem muitas cores.</p>
<p>Embora essa temática tenha sido usada ate hoje, o avanço em regras e mudança no ambiente do jogo nos leva a dizer que isso não e mais uma regra fixa,apesar que podemos observar um padrão bem explicito dito aqui sobre essas cores nas cartas nada é admitido pela empresa fabricante.</p>
<p><b>Dica:</b> Todo deck deve possuir uma &#8220;mecânica&#8221;, isto é, um método de se atingir o objetivo, mesmo que seja não possuir nenhuma específica, combinando uma grande variedade de opções estratégicas. Basicamente um deck composto de vários &#8220;pequenos combos&#8221; (pares ou trios de cartas que se ajudam mutuamente) já será de enorme valia quando você não tiver a sorte de vir com as melhores cartas do seu deck. Se a grande estratégica dele não puder ser aplicada por falta de recursos (escassez de mana ou descarte de cartas), uma boa combinação de duas ou três cartas já pode lhe dar o fôlego necessário para suportar por mais algumas rodadas e tentar reagir. Existem também combos grandes, que tornam impossível você perder o jogo. Exemplo: Cho-Manno + Pária: É impossivel você perder pontos de vida com esse combo em jogo.</p>
<p><a title="O_Jogo" name="O_Jogo" id="O_Jogo"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">O Jogo</span></h2>
<p>.</p>
<p>Cada jogador começa com 20 pontos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida" title="Vida">vida</a> e constrói deck de pelo menos 60 cartas (40 se for partida de deck selado). Perde o jogador que zerar seus pontos ou o deck acabe primeiro. Magic é um jogo de turnos, um jogador joga seu turno e passa a vez para o outro. Algumas prioridades permitem que um jogador jogue cartas no seu turno que não poderia jogar &#8211; no turno de outros jogadores. Assim sendo, os movimentos da sua jogada não podem ser desfeitos, dando uma boa estratégia ao jogo. Os jogadores precisam de estratégia, sem ela não é possível fazer aquilo e ativar aquilo.</p>
<p>As cartas são divididas em permanentes e não-permanentes. As não-permanentes (mágicas instantâneas e feitiços) são jogadas e, quando seu turno é resolvido, e então descartadas. As primeiras são cartas rápidas para usar a qualquer momento, enquanto as segundas são cartas mais poderosas para uso somente no turno do próprio jogador.</p>
<p>Já as permanentes podem ser de três tipos:</p>
<ul>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Criaturas&amp;action=edit" class="new" title="Criaturas">Criaturas</a>, que são a linha básica de defesa e ataque dos jogadores;</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Encantamentos&amp;action=edit" class="new" title="Encantamentos">Encantamentos</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Artefatos&amp;action=edit" class="new" title="Artefatos">Artefatos</a>, que são cartas com habilidades que podem afetar um ou mais jogadores e uma ou mais cartas no jogo;</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Terrenos&amp;action=edit" class="new" title="Terrenos">Terrenos</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Terrenos_duplos&amp;action=edit" class="new" title="Terrenos duplos">Terrenos duplos</a>, que são a fonte básica de mana dos jogadores (podem haver outras formas de obter <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mana" title="Mana">mana</a>, utilizando mágicas instantâneas, feitiços e até mesmo habilidades de criaturas).</li>
</ul>
<p>Todas as permanentes entram em jogo e permanecem lá até que sejam destruídas, devolvidas para a mão do jogador ou um efeito qualquer remova-as do jogo.</p>
<p>Quando as mágicas e habilidades são feitas, elas vão para a pilha de mágicas e de lá para o jogo. Na pilha de mágicas, as mágicas e habilidades vão sendo ordenadas numa fileira, organizadas de acordo com a ordem em que elas entram em jogo. Essa é a regra que causa mais complicações aos jogadores, pois dependendo da ordem de resolução das coisas um efeito pode ou não acontecer, e pode ou não acontecer do jeito que o jogador queria. Graças a isso e ao fato de o jogo ser jogado por turnos, magic tem um grau elevado de estratégias possíveis.</p>
<p>Conforme as mágicas instantâneas e feitiços vão sendo jogadas, ou as permanentes vão sendo destruídas, as cartas vão para o cemitério. O cemitério é uma pilha de cartas igual ao grimório, mas com as cartas viradas para cima. As cartas &#8220;mortas&#8221; não tem mais efeito para o jogo, mas podem sair de lá de volta para o jogo, para a mão ou para o grimório do jogador em certas situações. Outras cartas são removidas totalmente do jogo, sendo consideradas &#8220;apagadas&#8221; da existência do jogo.</p>
<p><a title="Estrutura_de_um_turno_de_Magic" name="Estrutura_de_um_turno_de_Magic" id="Estrutura_de_um_turno_de_Magic"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Estrutura de um turno de Magic</span></h3>
<p>.</p>
<p>Um turno consiste em cinco fases, algumas delas divididas em etapas, pela seguinte ordem:</p>
<dl>
<dt>- <b>Fase inicial</b></dt>
</dl>
<p>Consiste em três etapas:</p>
<ul>
<li><b>Desvirar</b>: O jogador desvira todas as suas cartas viradas, desde que não haja nenhum efeito ou encantamento que o impeça de fazer isso;</li>
<li><b>Manutenção</b>: No início da etapa de manutenção, quaisquer habilidades desencadeadas na etapa de desvirar, juntamente com habilidades que sejam desencadeadas no início da etapa de manutenção, vão para a pilha. As habilidades desencadeadas na etapa de manutenção usam a frase “No início de sua etapa de manutenção&#8230;”;</li>
<li><b>Compra</b>: Uma carta é comprada do grimório (a não ser que alguma mágica ou efeito impeça isso ou o faça comprar mais cartas).</li>
</ul>
<dl>
<dt>- <b>Primeira fase principal</b></dt>
</dl>
<p>Um turno inclui duas fases principais. A primeira e a segunda fase principais são idênticas, porém separadas pela fase de combate. Esta é a única fase em que um jogador pode baixar mágicas de encantamento, criatura, feitiço ou artefato. Durante a sua fase principal, o jogador ativo pode baixar um (e não mais que um) terreno de sua mão.</p>
<dl>
<dt>- <b>Fase de combate</b></dt>
</dl>
<p>A fase de combate tem cinco etapas:</p>
<ul>
<li><b>Início de combate</b>: Momento em que se pode lançar mágicas como &#8220;isca&#8221; ou ativar habilidades como a do &#8220;emaranhador do capim chicote&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Declaração de atacantes</b>: Declara-se TODAS as criaturas que o jogador ativo deseja que ataquem;</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Declaração de bloqueadores</b>: É a hora de dizer quem bloqueia quem, se isso for possível. Uma criatura atacante pode ser bloqueada por qualquer número de criaturas que não estejam viradas, porém uma criatura bloqueadora não pode bloquear mais que uma carta atacante(em caso de criatura atropelar o dano que não e barrado por uma criatura blqueadora vai diretamente atacar os pontos do jogador cujo não tinha pontos o suficiente para bloquear. Um ponto muito interessante dessa fase é que uma vez que uma criatura seja declarada como bloqueadora, jogar uma mágica ou habilidade que a remova do combate não “desbloqueia” a criatura que ela estivesse a bloquear.. Ou seja, jogar &#8220;terror&#8221; depois de definido os bloqueadores só salva a sua criatura de receber dano, mas não torna ela &#8220;não-bloqueada&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Dano de combate</b>: Cada criatura atacante e cada criatura bloqueadora causa uma quantidade de dano de combate igual ao seu poder. Uma criatura não-bloqueada causa todo o seu dano de combate ao jogador defensor. Todas as atribuições de dano de combate vão para a pilha como uma única entrada. Em seguida, o jogador ativo recebe prioridade para jogar mágicas e habilidades. Quando o dano de combate resolve, é causado como foi originalmente declarado. Isto acontece mesmo que a criatura que causou o dano já não esteja em jogo.</li>
</ul>
<p>Outra ressalva: Se uma criatura que participa do combate for destruída antes dessa fase, ela não causa dano. Mas, por exemplo, pode-se utilizar o &#8220;ancião da tribo sakura&#8221; para bloquear e, depois de o dano dele estar na pilha, ativar a habilidade de sacrifica-lo para encontrar um terreno no grimório;</p>
<ul>
<li><b>fim de combate</b>.</li>
</ul>
<dl>
<dt>- <b>Segunda fase principal</b></dt>
</dl>
<p>Idem <i>primeira fase principal.</i></p>
<dl>
<dt>- <b>Fase final</b></dt>
</dl>
<p>A fase final consiste em duas etapas:</p>
<ul>
<li><b>limpeza</b>: Primeiro, se a mão do jogador ativo contém mais cartas do que o seu tamanho máximo de mão (normalmente sete), ele descarta cartas suficientes para reduzir a mão a este número.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Fim do turno</b>: Todo o dano é simultaneamente removido das permanentes e todos os efeitos que duram “até o final do turno” ou “neste turno” acabam.</li>
</ul>
<p>Para uma descrição completa do jogo com regras e estratégias veja <a href="http://pt.wikibooks.org/wiki/Magic:_The_Gathering" class="external text" title="http://pt.wikibooks.org/wiki/Magic:_The_Gathering" rel="nofollow">Regras e estratégias</a></p>
<p><a title="Torneios_e_Formatos" name="Torneios_e_Formatos" id="Torneios_e_Formatos"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Torneios e Formatos</span></h2>
<p>.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DCI" title="DCI">DCI, o orgão oficial que faz as regras e organiza os torneios</a></p>
<p>Existem vários tipos de torneios sendo os principais:</p>
<p><a title="Constructed" name="Constructed" id="Constructed"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Constructed</span></h3>
<p>.</p>
<p>Nestes tipos de torneio, você deve competir com seu próprio deck, que deve estar montado antes do início do campeonato. Cada deck deve ter no mínimo 60 cartas. São torneios Constructed os seguintes formatos:</p>
<ul>
<li><b>Standard:</b> São permitidas as últimas seis expansões (dois blocos) e a última edição básica lançada, ou seja, atualmente o Standard é constituido por todas as cartas pertencentes ao bloco de Lorwyn<sup><font color="gray">[</font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" title="Livro de estilo/Cite as fontes"><span title="Esta afirmativa precisa de uma referência para confirmá-la ."><font color="gray"><i>carece de fontes</i></font></span></a><span class="printfooter">?</span><font color="gray">]</font></sup>, ao bloco de Espiral Temporal, Frente Fria, 10ª Edição.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Block Constructed:</b> São permitidas somente cartas de um bloco, ou seja, sua coleção principal e as duas coleções menores. Atualmente existem os blocos de Era Glacial, Miragem, Tempestade, Urza, Máscaras de Mercádia, Invasão, Odisséia, Investida, Mirrodin, Kamigawa, Ravnica, Frente Fria, Espiral Temporal, Caos Planar e Visao do Futuro. Geralmente, são jogados torneios apenas do último bloco lançado.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Extended:</b> Atualmente são permitidas as últimas 3 edições básicas e 8 últimos blocos lançados, e de três em três anos é feita uma atualização no número de expansões e/ou edições permitidas. Atualmente o Extended é constituido por Invasão, Conjunção, Apocalipse, Odisséia, Tormento, Julgamento, Investida, Legiões, Flagelo, Mirrodin, Darksteel, Quinta Aurora, Campeões de Kamigawa, Traidores de Kamigawa, Salvadores de Kamigawa, Ravnica, Pacto das Guildas, Insurreição, Frente Fria, Espiral Temporal, Caos Planar, Sétima Edição, Oitava Edição e Nona Edição.</li>
</ul>
<p><a title="Eternal" name="Eternal" id="Eternal"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Eternal</span></h3>
<p>.</p>
<p>Semelhantes aos torneios Constructed, a diferença é que nestes formatos eles jamais se rotacionam, ou seja, engloba todas expançoes permitidas do Magic: The Gathering. Também pedem decks com um mínimo de 60 cartas. São torneios Eternal os seguintes formatos:</p>
<ul>
<li><b>Vintage:</b> O mais velho de todos os formatos, também conhecido como Tipo 1. São permitidas todas as expansões e edições válidas em torneios, exceção feita a uma lista de cartas banidas, cartas de apostas (&#8220;ante cards&#8221;), cartas que exigem destreza manual (Chaos Orb, Falling Star), algumas cartas promocionais e cartas de decks de campeões. Além desta lista de cartas banidas, há uma lista de cartas restritas (você pode usar apenas uma em seu deck), que são consideradas muito fortes e que poderiam deixar o ambiente com 2 ou 3 decks, muitas dessas são bastante conhecidas e as melhores são chamadas de P9 (Power Nine).</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Legacy:</b> São permitidas todas as expansões ditas anteriomente no formato Vintage, com uma lista de cartas banidas, e sem cartas restritas. Até 20 de Setembro de 2004, todas as cartas restritas em Vintage eram banidas em Legacy. Atualmente há uma lista de banimentos propria (Por exemplo Mox do Cromo é restrita no Vintage mas não banida no Legacy).</li>
</ul>
<p><a title="Limited" name="Limited" id="Limited"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Limited</span></h3>
<p>.</p>
<p>Nesses tipos de torneios os jogadores recebem dos organizadores decks e/ou boosters (pacotes de cartas aleatórias) e devem montar um deck para o torneio num tempo limitado, com as cartas disponíveis. Estes decks devem ter no mínimo 40 cartas. São torneios Limited os seguintes formatos:</p>
<ul>
<li><b>Booster Draft:</b> Oito jogadores sentam em uma mesa, onde cada um abre um booster, escolhe uma carta, e passa o restante para o jogador do lado, até todos pegarem 15 cartas. Depois, repete-se o movimento com outros dois boosters. Então, os jogadores montam um deck com as 45 cartas obtidas.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Rochester Draft:</b> Dessa vez, oito jogadores sentam em uma mesa, onde um booster é aberto e colocado à frente de todos na mesa. Cada jogador até o oitavo então escolhe uma carta, quando o oitavo pega uma segunda carta, e o processo volta até o segundo jogador. O processo é repetido 23 vezes, quando então os jogadores montam um deck com as 45 cartas obtidas.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Sealed Deck:</b> O mais simples de todos formatos Limited, cada jogador recebe um deck e dois boosters de uma mesma ou diferentes coleções e monta um deck com as 105 cartas obtidas.</li>
</ul>
<p><a title="Multiplayer" name="Multiplayer" id="Multiplayer"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Multiplayer</span></h3>
<p>.</p>
<ul>
<li><b>Two-Headed Giant ou 2HG:</b> É um formato recentemente sancionado pelo DCI, em que duas equipes de dois jogadores se opõem partilhando o turno e a vida que a um tempo atras seria de 40 pontos mas com as novas regras hoje em dia é 30 pontos de vida (<a href="http://www.devir.com.br/magic/2hg.php" class="external free" title="http://www.devir.com.br/magic/2hg.php" rel="nofollow">http://www.devir.com.br/magic/2hg.php</a>)</li>
</ul>
<p><a title="Casuais" name="Casuais" id="Casuais"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Casuais</span></h3>
<p>.</p>
<ul>
<li><b>Prismatic:</b> É um formato pouco jogado em torneios, cujas regras são: um deck de pelo menos 250 cartas com pelo menos 20 cartas de cada cor. As cartas multicoloridas ou duplas contam como de uma das cores da carta apenas.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Singleton:</b> É um formato casual, não jogado em torneios, a única regra é que cada carta só pode ter uma cópia no deck (exceto terrenos básicos).</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Peasant:</b> Também é um formato não oficial. Os jogadores só podem usar cartas comuns na construção dos seus decks.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Highlander:</b> Formato não oficial também, usado apenas em torneios &#8220;amigáveis&#8221;, onde cada jogador abre 1 booster e usa as 15 cartas e quantos terrenos (básicos) quiser no deck; então a cada partida, o vencedor fica com o booster do adversário ou escolhe uma carta para si (dependendo do que foi decidido antes), usando-os para melhorar seu deck para a próxima partida. Assim, o campeão terá todas as cartas (ou as melhores) no final do torneio.</li>
</ul>
<p><a title="Lista_de_cartas_Banidas_e.2Fou_Restritas" name="Lista_de_cartas_Banidas_e.2Fou_Restritas" id="Lista_de_cartas_Banidas_e.2Fou_Restritas"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Lista de cartas Banidas e/ou Restritas</span></h2>
<p>.</p>
<p>Cartas banidas são cartas que estão proibidas de se jogar nos torneios. Cartas restritas são limitadas a uma cópia no deck. Periodicamente algumas cartas são retiradas e outras incluídas na lista a fim de evitar que estratégias fortes demais dominem os torneios.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_De_Cartas_Banidas_e/ou_Restritas_De_Magic:_The_Gathering" title="Lista De Cartas Banidas e/ou Restritas De Magic: The Gathering">Lista De Cartas Banidas e/ou Restritas De Magic: The Gathering</a></p>
<p><a title="Magic_online" name="Magic_online" id="Magic_online"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Magic online</span></h2>
<p>.</p>
<p>Existem programas para jogar magic online, sendo apenas um oficial e totalmente livre de problemas envolvendo direitos autorais. <a href="http://www.mtgonline.com/" class="external text" title="http://www.mtgonline.com" rel="nofollow">Magic Online</a> é uma alternativa oferecida pela Wizards para os jogadores, um mundo virtual onde os jogadores podem trocar, comprar e vender cartas com dinheiro vivo, com as cartas existindo apenas no mundo virtual.</p>
<p><a href="http://www.magicworkstation.com/" class="external text" title="http://www.magicworkstation.com" rel="nofollow">Magic Workstation</a> Um programa que recria o magic no seu PC, podendo criar o seu próprio deck de qualquer edição ou expansão. As figuras das cartas podem ser adicionadas separadamente. Apresenta pequenos problemas com cartas muito específicas, como cartas que viram de cabeça para baixo.</p>
<p><a href="http://gccg.sourceforge.net/" class="external text" title="http://gccg.sourceforge.net" rel="nofollow">General Collectible Card Game</a> É um projeto de criar um software de código aberto para suportar todos os jogos de cartas colecionáveis.</p>
<p><a href="http://www.cardfloppers.com/" class="external text" title="http://www.cardfloppers.com/" rel="nofollow">OCTGN</a> O antigo mtgplay fechou as portas depois que a Wizards entrou com um processo judicial alegando que o mtgplay infringia os seus direitos autorais. Os desenvolvedores voltaram com outro nome e outro programa, ainda muito precário para jogar magic online.</p>
<p><a href="http://www.magic-league.com/download/apprentice.php" class="external text" title="http://www.magic-league.com/download/apprentice.php" rel="nofollow">Apprentice</a> é um antigo programa de Magic on-line, uma espécie de precursor do Magic Workstation mas que não funciona em computadores que usam firewall por receber conexão diretamente. No entanto, fora esse problema, é mais estável.</p>
<p><a title="Hist.C3.B3ria_dos_Blocos" name="Hist.C3.B3ria_dos_Blocos" id="Hist.C3.B3ria_dos_Blocos"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">História dos Blocos</span></h2>
<p>.</p>
<p><a title="Terras_Natais" name="Terras_Natais" id="Terras_Natais"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Terras Natais</span></h3>
<p>.</p>
<p>Milhares de anos atrás, um planinauta nomeado Feroz tropeçou em um plano conhecido como as Terras Natais. Logo antes da chegada dele, o mundo tinha sido um plano bonito e sustentável, semelhante a Dominaria. Porém, quando ele chegou viu que as Terras Natais tinham sido saqueadas por uma série de cataclismos conhecida como as Guerras dos Feiticeiros. Só um oásis de ilha pequeno, negligenciado nas conflagrações, ainda sobreviveu. Aqui Feroz conheceu outro planinauta &#8211; Serra. Os dois se casaram e tiveram a intenção de consertar o plano estragado. Feroz montou uma proteção mágica, a Proibição de Feroz,um escudo que protegeria as Terras Natais de outro planinauta e esperançosamente preveniria uma repetição das Guerras dos Feiticeiros. Porém, enquanto criando a proibição mágica, Feroz morreu, e Serra, superado com aflição,a esquerda do plano. Anos depois da morte de Feroz, proteção mágica que ele criou está enfraquecendo, e as civilizações das Terras Natais estão em guerra um com outro. Para fazer assuntos pior, um vampiro poderoso nomeou-se o Barão Sengir e está usando o clima político tumultuoso à vantagem dele e construindo um império pequeno para ele. Com tudo esses que ele caça, acabam fazendo parte da família dele, e lentamente a companhia dele cresce como ele compete para controle de total do plano.</p>
<p><a title="Saga_de_Kamahl" name="Saga_de_Kamahl" id="Saga_de_Kamahl"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Saga de Kamahl</span></h3>
<p>.</p>
<p>A missão de Kamahl ainda não terminou. Agora que reivindicou o poderoso Mirari no nome da Floresta Krosana, sua atenção voltou-se mais para perto de casa. Sua irmã ferida, Jeska, foi corrompida pela magia maligna da Cabala e foi transformada em Phage, uma viciosa guerreira das liças capaz de decompor qualquer coisa com seu toque. Kamahl anseia por salvá-la, mas ele não é o único à procura dela.</p>
<p>Ixidor, um mestre ilusionista, encontra-se exilado no deserto pela Cabala após uma catastrófica luta nas liças à qual sua amada não sobreviveu. Quase enlouquecido pela dor e pelo isolamento, Ixidor surpreendeu-se ao descobrir que podia tornar reais suas ilusões. Favorecido por seu novo poder, ele começa uma cruzada para vingar-se. Ele cria Akroma, uma visão angelical que lembra muito seu amor perdido. A única missão de Akroma é destruir a guerreira das liças responsável pela morte de sua predecessora: Phage.</p>
<p>A corrida para chegar à Phage teve início. Kamahl busca curá-la, Akroma busca a vingança e Phage busca a destruição. Quando essas forças colidirem, Otaria será abalada até seu núcleo.</p>
<p>Isolado em uma pequena ilha da costa sudeste de Otaria, o Projeto da Rebentação desenvolve-se em segredo. Uma colaboração entre magos humanos e cefálidas, o Projeto é um centro de pesquisa mágica. Seu isolamento esconde os experimentos complexos e cruéis que ultrajariam qualquer um . . . se alguém soubesse. Os magos da Rebentação usam mágicas proibidas e artefatos antigos para reviver espécies extintas há tempos, além de criar novas espécies. Que tipo de monstruosidades espreitam em seus laboratórios?</p>
<p>Os dois braços da Ordem vangloriam-se de ter os melhores soldados de Otaria, mas sua influência se empalidece diante do domínio da Cabala. Enquanto a Ordem do Norte finalmente comemora a paz, a Ordem do Sul luta diariamente por sua sobrevivência. Pior ainda, a parte sul de Otaria é o ponto de aterrissagem para os refugiados de outras terras de Dominária. Ansiosos para ajudar mas desesperados por sua situação, a Ordem do Sul encontra-se deslocada ao ponto de ruptura. Um empurrão a mais e ela pode rachar.</p>
<p>Conforme refugiados desesperados entram em Otaria, a sinistra Cabala encontra momentos oportunos para engordar seus cofres e aumentar sua influência. Cada novo refugiado ou é um lutador das liças em potencial ou um cliente pagante. O Grande Coliseu da Cabala, a maior arena de liças jamais construída, atrai multidões famintas por qualquer tipo de entretenimento. Atrás das cortinas, os clérigos sombrios do Patriarca maquinam planos para aumentar o poder da Cabala sobre Otaria. E, o que é pior, estão obtendo sucesso.</p>
<p>O Mirari foi guardado nas profundezas da Floresta Krosana, assim acaba a ameaça do tão estimado artefato. Ou não? O Mirari sintoniza-se a qualquer um ou a qualquer coisa que o segurar, e agora que está ligado a Krosa, ele canaliza um crescimento constante e irrefreável. As plantas tornam-se cada vez mais densas e mortais, enquanto as Bestas Krosanas, que já eram ferozes, ganham um impulso de tamanho e apetite. Quanto tempo resta antes que a magia do Mirari se propague para fora da floresta?</p>
<p><a title="A_Hist.C3.B3ria_de_Legi.C3.B5es" name="A_Hist.C3.B3ria_de_Legi.C3.B5es" id="A_Hist.C3.B3ria_de_Legi.C3.B5es"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">A História de Legiões</span></h3>
<p>.</p>
<p>A guerra deflagrada por Ixidor ameaça esmagar todo o continente de Otaria. Akroma, a guardiã de Ixidor, está focada em maquinar a destruição de Phage, a irmã corrompida de Kamahl.</p>
<p>Os dois lados estão recrutando exércitos para a batalha que está por vir: Akroma usa sua aparência angelical para voltar a Ordem para o seu lado, enquanto Phage invoca zumbis e seus colegas da Cabala. Nenhum dos lados está interessado em mais nada além de destruir completamente os respectivos inimigos.</p>
<p>Enquanto isso, no coração da Floresta Krosana, a influência do Mirari se alastrou. Sua magia extravazou a floresta, alcançando o resto de Otaria e provocando estranhos tipos de mutações em seus habitantes. Pior ainda, Kamahl se isolou em Krosa, afastando-se do conflito na esperança de que a natureza resolva as coisas à sua própria maneira. Sem a intervenção dele, quem impedirá que Phage, Akroma e o Mirari destruam tudo em Otaria?</p>
<p><a title="A_Hist.C3.B3ria_de_Flagelo" name="A_Hist.C3.B3ria_de_Flagelo" id="A_Hist.C3.B3ria_de_Flagelo"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">A História de Flagelo</span></h3>
<p>.</p>
<p>Kamahl, agora um poderoso druida, termina sua comunhão com a Floresta Krosana para impedir a batalha entre Phage e Akroma &#8211; uma batalha que ameaça todo o continente de Otaria.</p>
<p>Antes das duas mulheres se enfrentarem, Kamahl interferiu cortando ambas com um único golpe do machado chamado Angelslayer. Mas a magia antiga intervém. Ao invés de serem destruídas, Phage e Akroma são fundidas em uma única entidade disforme: Karona.</p>
<p>As forças rivais de Otaria encolhem-se para reverenciá-la. Conforme todas as tribos-goblins e elfos, zumbis e avianos-lutam para realizar a vontade de Karona, apenas Kamahl conhece sua verdadeira natureza. Ela é um falso deus, uma abominação que apenas deseja levar as raças de Otaria à aniquilação mútua. Mas como poderia ele parar um deus? Para descobrir a resposta, Kamahl deve procurar seu arquiinimigo perdido. Se ele falhar, a guerra de Karona consumirá a terra.</p>
<p>Os efeitos do Miraria ressoam por toda Otaria, e isso pode trazer seu fim.</p>
<p>Assim como todas as raças de Otaria, os goblins tornaram-se servos de Karona. Mas este não é seu único problema. A Serra de Skirk, a base dos goblins em Otaria, está se deformando e desmoronando devido à atividade vulcânica.</p>
<p>Os sempre engenhosos goblins juntam seus pedaços com cordas, roldanas e com qualquer outra coisa que puderem encontrar, na tentativa de manter seu lar intacto. Enquanto isso, a magia doentia do Mirari continua a deformá-los, tornando-os mais burros e feios do que antes.</p>
<p>A Floresta de Wirewood &#8211; outrora uma imensidão simples e jovem-tornou-se uma jaula. Distorcidos pela magia do Mirari, os galhos de Wirewood se dispersaram, formando uma treliça traiçoeira que aprisiona seus habitantes. Mas as poderosas forças mágicas não afetam a tudo do mesmo modo. Conforme os elfos são transformados em madeira viva, alguns começam a crepitar com energia de mana enquanto outros tonaram-se imensos e irracionais. Agora que Wirewood provou da loucura da Floresta Krosana, apenas os estranhos sobreviverão.</p>
<p>A presença do Mirari continua a distorcer os habitantes de Otaria, e até a própria terra. Seus clérigos tornaram-se criaturas de luz e os avianos involuíram em raptores guinchadores. Talvez o mais estranho seja o efeito do Mirari nos magos de Otaria. No início, parecia que eles estavam sendo soprados por um vento estranho. Agora eles são feitos de pensamento. Sobraram apenas os olhos e uma forma humana imperfeita &#8211; o resto parece com vidro líquido. Mas os feiticeiros não estão menos perigosos nem menos poderosos devido às mudanças.</p>
<p>Conforme a magia cancerosa do Mirari distorce tudo em Otaria, as lutas das liças tornam-se mais sangrentas do que nunca. Os soldados da Ordem, desiludidos com seus esforços para destronar a Cabala, agora encontram-se desejando apenas uma coisa: derrotar seus inimigos no campo de batalha. Para matar esta sede, alguns tornam-se cavaleiros, esperando encontrar glória no Grande Coliseu. Para os poucos que são protegidos por mágica de seus oponentes altamente favorecidos, a vitória está ao alcance &#8211; até enfrentarem uma ameaça inesperada.</p>
<p><a title="Hist.C3.B3ria_de_Mirrodin" name="Hist.C3.B3ria_de_Mirrodin" id="Hist.C3.B3ria_de_Mirrodin"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">História de Mirrodin</span></h3>
<p>.</p>
<p>Longe de Dominária encontra-se Mirrodin, um plano feito inteiramente de metal, que se estende desde o aço repicante dos Campos Cortantes aos rios de metal fundido da Cordilheira de Óxida.</p>
<p>Sob a luz dos quatro sóis de Mirrodin, a carne e o metal se fundem enquanto as criaturas se adaptam à estranha ecologia local.</p>
<p>Este mundo é natural ou artificial? As histórias antigas falam do Memnarca, um poder invisível que levou a vida a Mirrodin. Apenas os trols reclusos de Tel-Jilad, a Árvore dos Contos, conhecem a verdade — mas eles não a revelam.</p>
<p><a title="Hist.C3.B3ria_de_Darksteel" name="Hist.C3.B3ria_de_Darksteel" id="Hist.C3.B3ria_de_Darksteel"></a></p>
<h3> <span class="mw-headline">História de Darksteel</span></h3>
<p>.</p>
<p>&#8220;O mundo &#8230;é&#8230;ôco.&#8221; Esse é o segredo que Chunth, o trol ancião de Tel-Jilad, confia a Glissa Perscrutadora do Sol antes de morrer pelas mão de um traidor.</p>
<p>Armada com esse conhecimento, Glissa luta para chegar ao Reservatório do Conhecimento, na grande capital vedalkeana de Lumengrid. A câmara sagrada do Sínodo contém uma lacuna — um túnel, saturado de mana azul — que leva ao interior secreto de Mirrodin.</p>
<p>As imensas e bizarras torres de um metal fungoso chamado de microssintetizador erguem-se a um imenso sol interno de mana pura. Depois de fugir de seus perseguidores vedalkeanos, Glissa descobre outro segredo dentro deste plano. O Memnarca é real e ele espera pacientemente pela vinda da campeã élfica.</p>
<p>Enquanto isso, ele iniciou a construção de um monumento à sua grandiosidade como artífice: O Olho de Aço Negro, um aparato que completará sua onisciência sobre Mirrodin.</p>
<p><a title="Hist.C3.B3ria_de_A_Quinta_Aurora" name="Hist.C3.B3ria_de_A_Quinta_Aurora" id="Hist.C3.B3ria_de_A_Quinta_Aurora"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">História de A Quinta Aurora</span></h3>
<p>.</p>
<p>Glissa, Bosh e Slobad se aventuram ao núcleo de Mirrodin para confrontar o insidioso Memnarca. Com eles está o avatar de Kaldra, um ser de energia imensamente poderoso invocado no momento em que a espada, o escudo e o elmo de Kaldra foram reunidos. Mas esse foi um truque cruel. Com uma única mágica, o Memnarca dominou o avatar e o virou contra Glissa. Ela e Slobad conseguem escapar da carnificina. Mas Bosh não.</p>
<p>O avatar de Kaldra persegue Glissa incansavelmente dentro do Emaranhado, destruindo tudo em seu caminho. Então, ao chegar ao Radix, o destino de Glissa é esclarecido. Conforme a ira e o desespero tomam conta dela, Glissa se torna um conduto vivo para o nascimento do sol verde. Seu corpo atrai uma grande coluna de mana verde do sol interno de Mirrodin, aniquilando o avatar no processo. Agora aquela mana flutua numa esfera brilhante &#8211; finalmente nasce o sol verde, na quinta aurora de Mirrodin.</p>
<p>Enquanto isso, das ruínas da Panóptica, o Memnarca coloca em ação um novo plano para acabar com Glissa.</p>
<p><a title="Bloco_Kamigawa.28Campe.C3.B5es.2C_Traidores_e_Salvadores.29" name="Bloco_Kamigawa.28Campe.C3.B5es.2C_Traidores_e_Salvadores.29" id="Bloco_Kamigawa.28Campe.C3.B5es.2C_Traidores_e_Salvadores.29"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Bloco Kamigawa(Campeões, Traidores e Salvadores)</span></h3>
<p>.</p>
<p>Vocês já devem saber, o foco de toda trama se concentra em &#8220;Aquele que foi tomado&#8221;, o artefato de Traidores que deixa permanentes com marcador de invencibilidade. É na verdade um Kami aprisionado pelo Senhor Konda, em busca de glória e poder. Como ele conseguiu?</p>
<p>Com uma pesquisa árdua em cima da barreira que separa os dois mundos, o kakuriyo (mundo dos espiritos) e o utushiyo (mundo dos mortais). Konda simplesmente recrutou uma das personalidades mais sábias do reino para pesquisar sobre isso, o clérigo raposa Oito-Caudas-e-Meia. Os kitsune eram considerados um povo sábio (embora vistos com um certo receio pelos humanos), possuindo seus próprios clãs de Samurais e Clérigos. Uma curiosidade sobre os Kitsune: Todavez que um deles faz um ato muito valoroso, ou aprende algo de muita importância, ganha uma cauda extra. Os de nove caudas são os mais sábios de todos.</p>
<p>Oito-Caudas-e-Meia (raro, branco, de Campeões) estudou a fundo e descobriu muitas coisas a respeito da Barreira e do mundo dos espíritos. Konda se usou deste conhecimento para capturar um Kami de grande poder, mas ainda bem jovem, o que facilitava o processo. Só não facilitou pro povo de Kamigawa, já que calhou do Kami capturado ser o descendente de O-Kagashi, o kami guardião da barreira, grande e poderoso. (Pode ser visto na carta &#8220;julgamento Final&#8221;, branca rara de Traidores, que remove todas as criaturas de jogo)</p>
<p>Oito-Caudas não sabia que seus estudos seriam usado para isso, quando descobriu, cortou um pedaço de sua nona cauda devido ao sentimento culpa, e partiu em viajem por Kamigawa, tentando expiar seus auto-declarado pecados.</p>
<p>A guerra acabou explodindo. Alguns dos Kamis mais poderosos, os Kirins, eram, seres muito benevolentes e espiritos de boa sorte, mas se juntaram aos Kamis na guerra, devido ao respeito por O-Kagashi, mas segundo os textos, com grande tristeza e dor no coração, devido a sua benevolência.</p>
<p>&#8230;também podemos ver as Onnas, espiritos em forma de mulher que usam de sua beleza para afetar os mortais (aqueles espiritos que geram algum efeito quando entram em jogo, e podem voltar pra fácilmente). E sem esquecer dos Shinen (os espiritos que você pode utilizar como uma espécie de feitiço, ou instante), cujo significado é algo próximo a fogo-fátuo, são espiritos capazes de se sacrificar para fortalecer seus companheiros, quando estão próximos da morte.</p>
<p>Os mortais ameaçados pelos Kami incluem os humanos, kitsune, orochi, akki, nezumi e outras raças. Os ogres estão meio a parte, devido a seu pacto com os Onis. Aliás, foi sob a liderança de Hidetsugu (vermelha rara de Traidores), lider da fortaleza de Shinka (localizada nas montanhas de Sokenzan), que a escola de Minamo foi invadida e saqueada. Os Soratami são uma espécie a parte de seres, os magos cidadões-da-lua vivem num plano acima de Kamigawa (acho que é uma metáfora para a lua, mesmo) observando as coisa e só esperando para se aproveitar do caos também, sei lá como.</p>
<p>É nesso contexto que vai entrar em ação Toshiro Umezawa, o samurai ladino (preta, rara, Traidores) considerado o protagonista mais popular de todos os romances demagic até agora. O cara é um samurai bem sacana, têm uma porção de alianças e quase nenhum código de honra (tradicional, pelo menos). Ele descobre algumas coisas sobre a guerra e parte para impedi-la, com o intuito, claro, de salvar a própria pele, juntamente com Michiko Konda, filha do Lorde Konda, sendo que os dois se tornarão, bem, os Salvadores de Kamigawa&#8230;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/31/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/31/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=31&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jogadores participando de um torneio</media:title>
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		<title>Inquisição</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Feb 2008 21:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[essa vai para os alienados seguidoires da igreja católica&#8230; Galileu sendo confrontado, oficialmente, pelos representantes da Santa Igreja. Inquisição (do latim: Inquisitio Haereticæ Pravitatis Sanctum Officium, é um termo que deriva do acto judicial de inquirir, o que se traduz e significa perguntar, averiguar, ameaçar, extorquir, abusar, chocar, ferir emocional- e fisicamente, causar medo, apavorar, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=30&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>essa vai para os <strike>alienados</strike> seguidoires da igreja católica&#8230;</p>
<h1 class="firstHeading">
<div><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o#searchInput"></a></div>
<p><!-- start content --></h1>
<div>
<div class="thumb tright">
<div style="width:242px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Galileo_facing_the_Roman_Inquisition.jpg" title="Galileu sendo confrontado, oficialmente, pelos representantes da Santa Igreja." class="image"><img border="0" width="240" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/88/Galileo_facing_the_Roman_Inquisition.jpg/240px-Galileo_facing_the_Roman_Inquisition.jpg" alt="Galileu sendo confrontado, oficialmente, pelos representantes da Santa Igreja." height="183" class="thumbimage" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Galileo_facing_the_Roman_Inquisition.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img width="15" src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" /></a></div>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu" title="Galileu">Galileu</a> sendo confrontado, oficialmente, pelos representantes da Santa Igreja.</div>
</div>
</div>
<p><b>Inquisição</b> (do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim" title="Latim">latim</a>: <i>Inquisitio Haereticæ Pravitatis Sanctum Officium</i>, é um termo que deriva do acto judicial de <i>inquirir</i>, o que se traduz e significa perguntar, averiguar, ameaçar, extorquir, abusar, chocar, ferir emocional- e fisicamente, causar medo, apavorar, etc&#8230;).</p>
<p>No contexto histórico europeu, conforme alguns entendimentos filosóficos actuais, a <i>Inquisição</i> foi uma operação oficial conduzida pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica" title="Igreja Católica">Igreja Católica</a> a fim de apurar e punir pessoas por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heresia" title="Heresia">heresia</a><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o#_note-0">[1]</a></sup>.</p>
<table summary="Índice" id="toc" class="toc">
<tr>
<td>
<div>
<h2></h2>
</div>
</td>
</tr>
</table>
<p>   //<a name="O_que_foi_a_Inquisi.C3.A7.C3.A3o.3F" id="O_que_foi_a_Inquisi.C3.A7.C3.A3o.3F"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">O que foi a Inquisição?</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p>A Inquisição ganhou mais relevo na época da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Contra-Reforma" title="Contra-Reforma">Contra-Reforma</a> com as crescentes suspeitas populares. Portanto, trata-se de uma inquirição, em assuntos de fé, evitando a condenação de alguém sem investigação prévia. Tecnicamente, <i>Inquisição</i> é confundida com &#8220;Tribunal do Santo Ofício&#8221;. O segundo é uma entidade que tem por função fazer inquisições. Ao contrário do que é comum pensar, o &#8220;tribunal do Santo Ofício&#8221; é uma entidade jurídica e não tinha forma de executar penas. O resultado da <i>inquisição</i>, feita a um réu, era entregue ao poder régio, muitas vezes com o pedido de que não houvesse danos nem derramamento de sangue. Este tribunal era muito comum na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa" title="Europa">Europa</a> a pedido dos poderes régios, pois queriam evitar condenações por mão popular.</p>
<p>Diz Oliveira Marques em «<i>História de Portugal</i>», tomo I, página 393: «(&#8230;) A inquisição surge como uma instituição muito complexa, com objectivos ideológicos, económicos e sociais, consciente e inconscientemente expressos. A sua actividade, rigor e coerência variavam consoante as épocas.»</p>
<p><a name="Origem_e_hist.C3.B3rico" id="Origem_e_hist.C3.B3rico"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Origem e histórico</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<div class="thumb tleft">
<div style="width:242px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Inquisi%C3%A7%C3%A3o.jpg" title="Cena da Inquisição" class="image"><img border="0" width="240" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/80/Inquisi%C3%A7%C3%A3o.jpg/240px-Inquisi%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="Cena da Inquisição" height="178" class="thumbimage" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Inquisi%C3%A7%C3%A3o.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img width="15" src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" /></a></div>
<p>Cena da Inquisição</p></div>
</div>
</div>
<p>As origens da Inquisição remontam a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1183" title="1183">1183</a>, no averiguação dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1taros" title="Cátaros">cátaros</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albi" title="Albi">Albi</a>, no sul de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a" title="França">França</a> por parte de delegados pontifícios, enviados pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa" title="Papa">Papa</a>. A instituição da Inquisição se deu no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlio_de_Verona" title="Conclio de Verona">Concílio de Verona</a>.</p>
<p>Numa época em que o poder religioso se confundia com o poder real, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Greg%C3%B3rio_IX" title="Papa Gregório IX">Papa Gregório IX</a>, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_Abril" title="20 de Abril">20 de Abril</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1233" title="1233">1233</a>, editou duas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bula" title="Bula">bulas</a> que marcam o reinício da Inquisição. Nos séculos seguintes, ela julgou, absolveu ou condenou e entregou ao Estado (que aplicava a &#8220;pena capital&#8221;, como era comum na época) vários de seus inimigos propagadores de heresias. Convém lembrar que ser cristão era entendido para lá de uma religião. Ser cristão era a maneira comum de ser e pensar. Um inimigo do cristianismo era entendido como inimigo do pensar comum e da identidade nacional.</p>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bula" title="Bula">bula</a> <i>Licet ad capiendos</i> (1233), a qual verdadeiramente marca o início da Inquisição, era dirigida aos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dominicanos" title="Dominicanos">dominicanos</a> inquisidores: <i>Onde quer que os ocorra pregar estais facultados, se os pecadores persistem em defender a heresia apesar das advertências, a privá-los para sempre de seus benefícios espirituais e proceder contra eles e todos os outros, sem apelação, solicitando em caso necessário a ajuda das autoridades seculares e vencendo sua oposição, se isto for necessário, por meio de censuras eclesiásticas inapeláveis</i>. A privação de benefícios espirituais era a não administração de sacramentes aos heréticos, que caso houvesse ripostação deveria ser chamada a intervir a autoridade não religiosa (casos de agressão verbal ou física. Se nem assim a pessoa queria arrepender-se era dada, conscientemente, como anátema (reconhecimento oficial da excomunhão): &#8220;censuras eclesiásticas inapeláveis&#8221;.</p>
<p>O uso da tortura era, de facto, bastante restrito e, aos poucos, foi sendo extinto dos processos inquisitoriais. Esta era apenas autorizada quando já houvesse meia-prova, ou quando houvesse testemunhas fidedignas do crime, ou então, quando o sujeito já apresentasse antecedentes como má fama, maus costumes ou tentativas de fuga. E ainda assim, conforme o Concílio de Viena, de 1311, obrigava-se os inquisidores a recorrerem à tortura apenas quando o bispo diocesano, junto de uma comissão julgadora, houvesse aprovado a mesma em cada caso em particular. Também é sabido que a tortura aplicada pela inquisição era, por demais, mais branda que a aplicada pelo poder civil, não permitindo, de forma alguma, amputação de membros (como era comum na época), e não permitindo perigo de morte. Convém explicar que a tortura era um meio incluído no &#8220;inquiridio&#8221;. São mais comuns os casos de endemoninhados ou réus em suspeita mentira.</p>
<p>No entanto, e bem mais tarde, já em pleno século XV, os reis de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Castela" title="Reino de Castela">Castela</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arag%C3%A3o" title="Aragão">Aragão</a>, Isabel e Fernando, solicitam, e obtêm do Papa a autorização para a introdução de um Tribunal do Santo Ofício: a Inquisição. Tal instituição afigurava-se-lhes necessária para garantir a coesão num país em unificação (foi do casamento destes dois monarcas que resultou a Espanha) e que recentemente conquistara terras aos mouros <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mu%C3%A7ulmanos" title="Muçulmanos">muçulmanos</a> na Península Ibérica e expulsara alguns dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Judeus" title="Judeus">judeus</a>, por forma a obter «unidade» nacional que até ali nunca existira. A acção do Tribunal do Santo Ofício tratou de mais casos depois da conversão de alguns judeus e mouros que integravam o novo reino. Alguns judeus e mouros preferiram renegar as suas religiões, e abraçar o cristianismo, a abandonar a nova terra conquistada. A estes é dado o nome de &#8220;cristãos-novos&#8221;: alguns esqueciam de facto a religião dos seus antepassados, outros continuavam a praticar secretamente a antiga religião. Eram frequentes os levantamentos populares e muitas denuncias por parte dos &#8220;cristãos velhos&#8221;.</p>
<p>Sendo essencialmente um tribunal eclesiástico, desde cedo o reino, o poder régio se apossou do mesmo, por forma a prosseguir os seus particulares fins económicos, esquecendo o fundamental &#8220;inquiridio&#8221; aos réus por motivos religiosos. Tomado pelo poder régio, o Tribunal da Santa Inquisição, em Espanha, deu azo a uma persistente propaganda por parte dos inimigos da Espanha católica: ao sujeitar o poder da fé ao poder da lei, da coação, e da violência, a Inquisição espanhola tornou-se, no imaginário colectivo, uma das mais tenebrosas realizações da Humanidade.</p>
<p>Mais tarde, em certas regiões da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia" title="Itália">Itália</a>, e em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal" title="Portugal">Portugal</a>, o Papa autorizou a introdução de instituições similares, em condições diferentes. No caso de Portugal, a recusa do Papa ao pedido, tendo visto os abusos da Espanha, mereceu que o rei tivesse como alternativa ameaçar com a criação de uma &#8220;inquisição&#8221; régia, que segundo ele era coisa urgente para o reino. De facto, a introdução da Inquisição em Portugal resultou das pressões espanholas que, para além de uma sinceridade zelota, não queriam ver o reino rival beneficiar com os judeus e mouriscos expulsos de Espanha.</p>
<p><a name="A_inquisi.C3.A7.C3.A3o_espanhola" id="A_inquisi.C3.A7.C3.A3o_espanhola"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">A inquisição espanhola</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p><i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o_espanhola" title="Inquisição espanhola"></a></i></p>
<div class="thumb tright">
<div style="width:242px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Pedro_Berruguete_-_Saint_Dominic_Presiding_over_an_Auto-da-fe_%281475%29.jpg" class="image"><img border="0" width="240" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/67/Pedro_Berruguete_-_Saint_Dominic_Presiding_over_an_Auto-da-fe_%281475%29.jpg/240px-Pedro_Berruguete_-_Saint_Dominic_Presiding_over_an_Auto-da-fe_%281475%29.jpg" height="409" class="thumbimage" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Pedro_Berruguete_-_Saint_Dominic_Presiding_over_an_Auto-da-fe_%281475%29.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img width="15" src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" /></a></div>
<p>Pintura representando um &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto_de_f%C3%A9" title="Auto de fé">Auto de fé</a>&#8221; da Inquisição Espanhola. Visões artísticas sobre o tema geralmente apresentam cenas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tortura" title="Tortura">tortura</a> e de pessoas queimando na fogueira <i>durante</i> os rituais.</div>
</div>
</div>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o_espanhola" title="Inquisição espanhola">Inquisição espanhola</a> é, entre as demais inquisições, a mais famosa porque mais marcante na lembrança. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Landes" title="David Landes">David Landes</a>, por exemplo, relata-nos: <i>&#8220;A perseguição levou a uma interminável caça à bruxa, completa com denunciantes pagos, vizinhos bisbilhoteiros e uma racista &#8220;limpieza de sangre&#8221;. Judeus conversos eram apanhados por intrigas e vestígios de prática mosaica: recusa de porco, toalhas lavadas à sexta-feira, uma prece escutada à soslaia, frequência irregular à igreja, uma palavra mal ponderada. A higiene em si era uma causa de suspeita e tomar banho era visto como uma prova de apostasia para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marrano" title="Marrano">marranos</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mu%C3%A7ulmanos" title="Muçulmanos">muçulmanos</a>. A frase &#8220;o acusado era conhecido por tomar banho&#8221; é uma frase comum nos registos da Inquisição. Sujidade herdada: as pessoas limpas não têm de se lavar. Em tudo isto, os espanhóis e portugueses rebaixaram-se. A intolerância pode prejudicar o perseguidor (ainda) mais do que a vítima. Deste modo, a Ibéria e na verdade a Europa Mediterrânica como um todo, perdeu o comboio da chamada revolução científica&#8221;</i>.</p>
<p>Segundo Michael Baigent e Richard Leigh, a 1 de novembro de 1478, uma Bula do Papa Sixto IV autorizava a criação de uma Inquisição Espanhola. Confiou-se então o direito de nomear e demitir aos monarcas espanhóis. O primeiro Auto da Fé foi realizado a 6 de fevereiro de 1481, e seis indivíduos foram queimados vivos na estaca. Em Sevilha, só em novembro, 288 pessoas foram queimadas, enquanto setenta e nove foram condenadas à prisão perpétua. Em fevereiro de 1482 o Papa autorizou a nomeação de mais sete dominicanos como Inquisidores, entre eles, Tomás de Torquemada. Este viria a passar à história como a face mais aterrorizante da Inquisição. Em abril de 1482, o próprio Papa emitiu uma bula, na qual concluía: ¨A Inquisição há algum tempo é movida não por zelo pela fé e a salvação das almas, mas pelo desejo de riqueza¨. Após essa conclusão, revogaram-se todos os poderes confiados à Inquisição e o Papa exigiu que os Inquisidores ficassem sobre o controle dos bispos locais. O Rei Fernando ficou indignado e ameaçou o Papa. A 17 de outubro de 1483, uma nova bula estabelecia o <i>Consejo de La Suprema y General Inquisición</i> para funcionar como a autoridade última da Inquisição, sendo criado o cargo de Inquisidor Geral. Seu primeiro ocupante foi Tomás de Torquemada. Até a sua morte em 1498, Torquemada teve poder e influência que rivalizavam com os próprios monarcas Fernando e Isabel. Sob os inflexíveis auspícios de Torquemada, o trabalho da Inquisição espanhola prosseguiu com renovada energia. A 25 de fevereiro de 1484, 30 vítimas foram queimadas vivas em Ciudad Réal. Entre 1485 e 1501 foram queimadas 250 pessoas em Toledo. Em Barcelona, em 1491 três foram executadas e 220 condenadas à morte em <i>in absentia</i>.</p>
<p><a name="Os_procedimentos_da_Inquisi.C3.A7.C3.A3o" id="Os_procedimentos_da_Inquisi.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Os procedimentos da Inquisição</span></h3>
<h3><span class="mw-headline">.</span></h3>
<p>Segundo Michael Baigent e Richard Leigh ao chegar a uma localidade, os Inquisidores proclamavam que todos seriam obrigados a assistir a uma missa especial, e ali ouvir o &#8220;édito&#8221; da Inquisição lido em público. No fim do sermão, o Inquisidor erguia um crucifixo e exigia-se que os presentes erguessem a mão direita e repetissem um juramento de apoio à Inquisição e seus servos. Após este procedimento lia-se o &#8220;édito&#8221;,que condenava várias heresias , além do Islã e o judaísmo, e mandavam que se apresentassem os culpados de &#8220;contaminação&#8221;. Se confessassem dentro de um &#8220;período de graça&#8221; poderiam ser aceitos de volta à igreja sem penitência, porém teriam que denunciar outras pessoas culpadas que não tivessem se apresentado. Não bastava denunciar-se como herege para alcançar os benefícios do &#8220;édito&#8221;, deveria denunciar os cúmplices. O ónus da justificação ficava com o acusado. Essa denúncia foi usada por muitos como vingança pessoal contra vizinhos e parentes, para eliminar rivais nos negócios ou no comércio. A fim de adiantarem-se a uma denúncia de outros, muitas pessoas prestavam falso testemunho contra si mesmas e denunciavam outras. Em Castela, na década de 1480, diz-se que mais 1500 vítimas foram queimadas na estaca em consequência de falso testemunho, muitas delas sem identificar a origem da acusação contra elas. Nas sessões de interrogatório os Inquisidores esforçavam-se para evitar o derramamento de sangue a que foram proibidos nas torturas. Idealizavam os métodos de modo a adequar-se às restrições prevalecentes. Reservava-se a pena de morte, aplicada pelo braço secular (o Estado) basicamente para os hereges não arrependidos, e para os que haviam recaído após conversão nominal ao catolicismo.</p>
<p><a name="A_inquisi.C3.A7.C3.A3o_em_Portugal" id="A_inquisi.C3.A7.C3.A3o_em_Portugal"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">A inquisição em Portugal</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o_portuguesa" title="Inquisição portuguesa">Inquisição portuguesa</a> tinha de dar cobrimento a todos os territórios do Império, tendo sido particularmente mais justa em Portugal e menos violenta na Índia. É natural serem hoje recordados somente os casos mais marcantes que tenham comovido ou irado as populações, contentes ou não pelos resultados dos julgamentos feitos. Foi decretada uma lei que proibia a todos de apedrejarem, cuspirem, ou insultarem os réus e os condenados. Contudo eram as crianças que apedrejavam de forma &#8220;desculpável&#8221;.</p>
<div class="thumb tleft">
<div style="width:242px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:1685_-_Inquisi%C3%A7%C3%A3o_Portugal.jpg"><img border="0" width="240" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d7/1685_-_Inquisi%C3%A7%C3%A3o_Portugal.jpg/240px-1685_-_Inquisi%C3%A7%C3%A3o_Portugal.jpg" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:1685_-_Inquisi%C3%A7%C3%A3o_Portugal.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img width="15" src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" /></a></div>
<p>Gravura a cobre intitulada &#8220;Die Inquisition in Portugall&#8221; por Jean David Zunner retirada da obra &#8220;Description de L&#8217;Univers, Contenant les Differents Systemes de Monde, Les Cartes Generales &amp; Particulieres de la Geographie Ancienne &amp; Moderne&#8221; por Alain Manesson Mallet, Frankfurt, 1685</p></div>
</div>
</div>
<p>Foi pedida inicialmente por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_I_de_Portugal" title="Manuel I de Portugal">D. Manuel I</a>, para cumprir o acordo de casamento com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Arag%C3%A3o" title="Maria de Aragão">Maria de Aragão</a>. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_dezembro" title="17 de dezembro">17 de dezembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1531" title="1531">1531</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Clemente_VII" title="Papa Clemente VII">Papa Clemente VII</a>, pela bula <i>Cum ad nihil magis</i> a instituiu em Portugal, mas um ano depois anulou a decisão. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1533" title="1533">1533</a> concedeu a primeira bula de perdão aos cristãos-novos portugueses. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_III_de_Portugal" title="João III de Portugal">D. João III</a>, filho da mesma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Arag%C3%A3o" title="Maria de Aragão">D. Maria</a>, renovou o pedido e encontrou ouvidos favoráveis no novo Papa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Paulo_III" title="Papa Paulo III">Paulo III</a> que cedeu, em parte por pressão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_V_de_Habsburgo" title="Carlos V de Habsburgo">Carlos V de Habsburgo</a>.</p>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/23_de_maio" title="23 de maio">23 de maio</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1536" title="1536">1536</a>, por outra bula em tudo semelhante à primeira, foi instituída a Inquisição em Portugal. Sua primeira sede foi <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89vora" title="Évora">Évora</a>, onde se achava a corte. Tal como nos demais reinos ibéricos, tornou-se um tribunal ao serviço da Coroa.</p>
<p>A bula <i>Cum ad nihil magis</i> foi publicada em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89vora" title="Évora">Évora</a>, onde então residia a Corte, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/22_de_outubro" title="22 de outubro">22 de outubro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1536" title="1536">1536</a>. Toda a população foi convidada a denunciar os casos de heresia de que tivesse conhecimento. No ano seguinte, o monarca voltou para Lisboa e com ele o novo Tribunal. O primeiro livro de denúncias tomadas na Inquisição, iniciado em Évora, foi continuado em Lisboa, a partir de Janeiro de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1537" title="1537">1537</a>. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1539" title="1539">1539</a> o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_de_Portugal" title="Henrique de Portugal">cardeal D. Henrique</a>, irmão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_III_de_Portugal" title="João III de Portugal">D. João III</a> e depois ele próprio rei, tornou-se inquisidor geral do reino.</p>
<p>Até <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1541" title="1541">1541</a>, data em que foram criados os tribunais de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coimbra" title="Coimbra">Coimbra</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto" title="Porto">Porto</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lamego" title="Lamego">Lamego</a> e Évora, existia apenas a Inquisição portuguesa que funcionava junto à Corte. Em 1541 foram criados os Tribunais de Coimbra, Porto, Lamego e Tomar. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1543" title="1543">1543</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1545" title="1545">1545</a> a Inquisição de Évora efectuou diversas visitações à sua área jurisdicional. Mas em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1544" title="1544">1544</a> o Papa mandou suspender a execução de sentenças da Inquisição portuguesa e o autos-de-fé sofreram uma interrupção.</p>
<p>Foram, então, redigidas as primeiras instruções para o seu funcionamento, assinadas pelo cardeal D. Henrique, e datadas de Évora, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/5_de_Setembro" title="5 de Setembro">5 de Setembro</a>. O primeiro regimento só seria dado em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1552" title="1552">1552</a>. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1613" title="1613">1613</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1640" title="1640">1640</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1774" title="1774">1774</a>, seriam ordenados novos regimentos por D. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_de_Castilho" title="Pedro de Castilho">Pedro de Castilho</a>, D. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Castro" title="Francisco de Castro">Francisco de Castro</a> e pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cardeal_da_Cunha" title="Cardeal da Cunha">Cardeal da Cunha</a>, respectivamente.</p>
<p>Segundo o regimento de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1552" title="1552">1552</a> deviam ser logo registadas em livro as nomeações, as denúncias, as confissões, as reconciliações, a receita e despesa, as visitas e as provisões enviadas &#8220;para fora&#8221;. A natureza dos documentos dos tribunais de distrito é idêntica, visto que a sua produção era determinada pelos regimentos e pelas ordens recebidas do inquisidor-geral ou do Conselho e obedecia a formulários.</p>
<p>Ao mesmo tempo, diz o livro «<i>D. João III</i>» de Paulo Drumond Braga, página 136, o pontífice emanou sucessivos perdões gerais aos cristãos novos em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1546" title="1546">1546</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1547" title="1547">1547</a>. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1547" title="1547">1547</a> Paulo III autorizou que o Tribunal português passasse a ter características idênticas aos tribunais de Castela: sigilo no processo e inquisidores gerais designados pelo Rei. No mesmo ano saiu o primeiro rol de livros proibidos e deixaram de funcionar os Tribunais de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coimbra" title="Coimbra">Coimbra</a> (restaurado em 1565), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto" title="Porto">Porto</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lamego" title="Lamego">Lamego</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomar" title="Tomar">Tomar</a>.</p>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1552" title="1552">1552</a> o Santo Ofício recebeu seu primeiro Regimento, que só seria substituído em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1613" title="1613">1613</a>. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1545" title="1545">1545</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dami%C3%A3o_de_G%C3%B3is" title="Damião de Góis">Damião de Góis</a> tinha sido denunciado como luterano. Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1548" title="1548">1548</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Fern%C3%A3o_de_Pina&amp;action=edit" title="Fernão de Pina" class="new">Fernão de Pina</a>, guarda-mor da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_do_Tombo" title="Torre do Tombo">Torre do Tombo</a> e cronista geral do reino, sofreu idêntica acusação.</p>
<p>No Arquivo da Torre do Tombo encontra-se abundante documentação. D. <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Diogo_da_Silva&amp;action=edit" title="Diogo da Silva" class="new">Diogo da Silva</a>, primeiro inquisidor-mor, nomeou um conselho para o coadjuvar, composto por quatro membros. Este Conselho,do Santo Ofício de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1536" title="1536">1536</a> foi a pré-figuração do <i>Conselho Geral do Santo Ofício</i> criado pelo cardeal D. Henrique em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1569" title="1569">1569</a> e que teve regimento em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1570" title="1570">1570</a>. Entre as suas competências, saliente-se: a visita aos tribunais dos distritos inquisitoriais para verificar a actuação dos inquisidores, promotores e funcionários subalternos, o cumprimento das ordens, a situação dos cárceres. Competia-lhe a apreciação e despacho às diligências dos habilitandos a ministros e familiares do Santo Ofício, julgar a apelação das sentenças proferidas pelos tribunais de distrito, a concessão de perdão e a comutação de penas, a censura literária para impedir que entrassem no país livros heréticos; a publicação de índices expurgatórios; as licenças para impressão.</p>
<p>Sobre este Conselho Geral do Santo Ofício em Portugal, pode-se ler ainda.</p>
<ul>
<li>1 &#8211; FARINHA, Maria do Carmo Jasmins Dias &#8211; &#8220;Ministros do Conselho Geral do Santo Ofício&#8221;, Memória 1. Lisboa: ANTT, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1989" title="1989">1989</a>, pp. 101-163.</li>
<li>2 &#8211; MONTEIRO, Fr. Pedro &#8211; &#8220;Catálogo dos deputados do Conselho Geral da Santa Inquisiçam&#8221;, in Colleçam de documentos, estatutos e memórias da Academia Real da História Portugueza, vol. I. Lisboa: Pascoal da Sylva, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1721" title="1721">1721</a>.</li>
</ul>
<p><a name="Censura_liter.C3.A1ria" id="Censura_liter.C3.A1ria"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Censura literária</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p>O <i>Index</i> ou <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Index_Librorum_Prohibitorum" title="Index Librorum Prohibitorum">Index Librorum Prohibitorum</a></i> era a lista de livros proibidos cuja circulação era controlada pela Inquisição. Os livros autorizados eram impressos com um &#8220;imprimatur&#8221; (&#8220;que seja publicado&#8221;) oficial.</p>
<p>Em 1558 foi introduzida na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha" title="Espanha">Espanha</a> (pela própria Coroa Espanhola, à revelia da Igreja) a pena de morte para quem importasse livros estrangeiros sem permissão ou para quem imprimisse sem a autorização oficial. Um exemplo desta desconfiança dos espanhóis perante as idéias que lhes chegavam da Europa no século é-nos dado pela estatística dos alunos espanhóis da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Montpellier" title="Universidade de Montpellier">Universidade de Montpellier</a>. Esta universidade costumava receber estudantes de medicina espanhóis. Eles deixaram de ir. Entre 1510 e 1559 foram 248. Já entre 1560 e 1599 foram apenas 12 (Goodman).</p>
<p><a name="Extin.C3.A7.C3.A3o_da_Inquisi.C3.A7.C3.A3o" id="Extin.C3.A7.C3.A3o_da_Inquisi.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Extinção da Inquisição</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p>A Inquisição foi extinta gradualmente ao longo do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII" title="Século XVIII">século XVIII</a>, embora só em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1821" title="1821">1821</a> se dê a extinção formal em Portugal numa sessão das Cortes Gerais. Porém, para alguns estudiosos, a essência da Inquisição original &#8211; entendida como a guarda da pureza da Fé -, permaneceu na Igreja Católica através de uma nova congregação: a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Congrega%C3%A7%C3%A3o_para_a_Doutrina_da_F%C3%A9" title="Congregação para a Doutrina da Fé">Congregação para a Doutrina da Fé</a>.</p>
<p><a name="Ver_tamb.C3.A9m" id="Ver_tamb.C3.A9m"></a></p>
<p><a name="Bibliografia" id="Bibliografia"></a></div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/30/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/30/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/30/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=30&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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			<media:title type="html">Galileu sendo confrontado, oficialmente, pelos representantes da Santa Igreja.</media:title>
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			<media:title type="html">Cena da Inquisição</media:title>
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	</item>
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		<title>Jim Morrison</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/02/07/jim-morrison/</link>
		<comments>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/02/07/jim-morrison/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 02:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma representação em desenho de Jim Morrison. Informação geral Nome completo: James Douglas Morrison Data de nascimento: 8 de Dezembro de 1943 Apelido: The Lizard King Mr. Mojo Risin&#8217; País: Estados Unidos Origem(ns): Melbourne, Flórida Data de morte: 3 de Julho de 1971 (27 anos) Paris, França Gênero(s): Rock psicadélico, Acid rock, Blues-rock, Hard rock [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=29&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="infobox vcard" style="width:23em;font-size:0.9em;line-height:1.4em;text-align:left;">
<tr>
<th colspan="2"><span class="[[Categoria:Músicos]]"><br />
</span></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:center;" colspan="2"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Jim_Morrison2.png" class="image" title="Jim Morrison2.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cd/Jim_Morrison2.png/200px-Jim_Morrison2.png" border="0" height="222" width="200" /></a></p>
<div style="font-size:0.9em;line-height:1.1em;">Uma representação em desenho de Jim Morrison.</div>
</td>
</tr>
<tr>
<th colspan="2">Informação geral</th>
</tr>
<tr>
<th>Nome completo:</th>
<td class="nickname">James Douglas Morrison</td>
</tr>
<tr>
<th>Data de nascimento:</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_Dezembro" title="8 de Dezembro">8 de Dezembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1943" title="1943">1943</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Apelido:</th>
<td class="nickname">The Lizard King<br />
Mr. Mojo Risin&#8217;</td>
</tr>
<tr>
<th>País:</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Flag_of_the_United_States.svg" class="image" title="Flag of the United States.svg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Flag_of_the_United_States.svg/20px-Flag_of_the_United_States.svg.png" class="thumbborder" border="0" height="11" width="20" /></a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sele%C3%A7%C3%A3o_de_Futebol_dos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" title="Seleção de Futebol dos Estados Unidos da América">Estados Unidos</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Origem(ns):</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Melbourne_%28Fl%C3%B3rida%29" title="Melbourne (Flórida)">Melbourne</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%B3rida" title="Flórida">Flórida</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Data de morte:</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/3_de_Julho" title="3 de Julho">3 de Julho</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1971" title="1971">1971</a> (27 anos)<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Flag_of_France.svg" class="image" title="Flag of France.svg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c3/Flag_of_France.svg/20px-Flag_of_France.svg.png" class="thumbborder" border="0" height="13" width="20" /></a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paris" title="Paris">Paris</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a" title="França">França</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Gênero(s):</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_psicad%C3%A9lico" title="Rock psicadélico">Rock psicadélico</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acid_rock" title="Acid rock">Acid rock</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blues-rock" title="Blues-rock">Blues-rock</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hard_rock" title="Hard rock">Hard rock</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Instrumentos</th>
<td class="note"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vocais" title="Vocais">Vocais</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gaita" title="Gaita">Harmónica</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Período em atividade:</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1965" title="1965">1965</a> &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1971" title="1971">1971</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Gravadora(s):</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elektra_Records" title="Elektra Records">Elektra</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Afiliação(ões):</th>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Doors" title="The Doors">The Doors</a></td>
</tr>
<tr>
<th>Website</th>
<td><a href="http://www.thedoors.com/" class="external text" title="http://www.thedoors.com/" rel="nofollow">TheDoors.com</a></td>
</tr>
</table>
<p><b>James Douglas Morrison</b>, mais conhecido como <b>Jim Morrison</b>, (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Melbourne_%28Fl%C3%B3rida%29" title="Melbourne (Flórida)">Melbourne</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%B3rida" title="Flórida">Flórida</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_Dezembro" title="8 de Dezembro">8 de Dezembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1943" title="1943">1943</a> &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paris" title="Paris">Paris</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/3_de_Julho" title="3 de Julho">3 de Julho</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1971" title="1971">1971</a>) foi um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vocal" title="Vocal">cantor</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compositor" title="Compositor">compositor</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia" title="Poesia">poeta</a> norte-americano.</p>
<p>Foi o vocalista e autor da maior parte das letras da banda rock norte-americana <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Doors" title="The Doors">The Doors</a>, embora Robby Krieger também tenha escrito algumas com Jim, por exemplo, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Light_My_Fire" title="Light My Fire">Light My Fire</a>.</p>
<table id="toc" class="toc" summary="Índice">
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Primeiros tempos</span></h2>
<p>.</p>
<p>Jim Morrison era filho do almirante George Stephen Morrison e sua mulher Clara Clark Morrison, ambos funcionários da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marinha_dos_Estados_Unidos" title="Marinha dos Estados Unidos">marinha americana</a>. Seus pais eram conservadores e rigorosos, todavia Jim acabou por tomar para si pontos de vista completamente antagónicos aos que lhe foram ensinados. Ainda jovem, foi <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escoteiro" title="Escoteiro">escoteiro</a>.</p>
<p>De acordo com Morrison, um dos eventos mais importantes da sua vida aconteceu em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1949" title="1949">1949</a> durante uma viagem de família ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novo_M%C3%A9xico" title="Novo México">Novo México</a>, que ele assim descreveu:</p>
<dl>
<dd><i>A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndio" title="Índio">índios</a>, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas um miúdo e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo&#8230; e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las</i>.<sup><font color="gray">[</font><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" title="Livro de estilo/Cite as fontes"><span title="Esta afirmativa precisa de uma referência para confirmá-la ."><font color="gray"><i>carece de fontes</i></font></span></a><span class="printfooter">?</span><font color="gray">]</font></sup></dd>
</dl>
<p>Os pais de Morrison afirmaram que tal incidente nunca ocorreu. Morrison dizia que ele ficara tão perturbado pelo caso que os seus pais lhe diziam que tinha sido um pesadelo, para o acalmar. Em qualquer caso, tenha sido real ou imaginário, o incidente marcou-o profundamente, e ele fez repetidas referências nas suas canções, poemas e entrevistas, como por exemplo no tema &#8220;Peace Frog&#8221;.</p>
<p><a title="The_Doors" name="The_Doors" id="The_Doors"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">The Doors</span></h2>
<p>.</p>
<p>Morrison tornou-se um descobridor, interessado em explorar novos caminhos e sensações diferentes, e seguiu uma vida de boêmia na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia">Califórnia</a>, frequentou a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_da_Calif%C3%B3rnia_em_Los_Angeles" title="Universidade da Califórnia em Los Angeles">Universidade da Califórnia em Los Angeles</a> (UCLA), formando-se no curso de cinema, deambulando por lá, dormindo em sofás e nos telhados, andou por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Venice" title="Venice">Venice</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Los_Angeles" title="Los Angeles">Los Angeles</a>, devorando livros. Após a graduação pela UCLA, Morrison, após um encontro casual com o seu antigo colega Ray Manzarek, leu-lhe alguns poemas ( entre os quais o famoso &#8220;Moonlight Drive&#8221;), e ambos decidiram na hora fazer uma banda rock. Para completar a banda vieram mais dois membros juntar-se a eles, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robby_Krieger" title="Robby Krieger">Robby Krieger</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Densmore" title="John Densmore">John Densmore</a>, que Ray conhecia das suas aulas de meditação. O nome da banda – <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Doors" title="The Doors">The Doors</a> &#8211; foi inspirado no livro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Doors_of_Perception" title="The Doors of Perception">The Doors of Perception</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aldous_Huxley" title="Aldous Huxley">Aldous Huxley</a>, que o tinha ido buscar a um verso de um poema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Blake" title="William Blake">William Blake</a>, que dizia: <i>If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite.</i> (Se as portas da percepção estiverem limpas/ Toda coisa se apresentará ao homem como ela é, infinita)- The Marriage of Heaven and Hell. Morrison desenvolveu um estilo de cantar único e um estilo de poesia a tocar fortemente no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Misticismo" title="Misticismo">misticismo</a>.</p>
<p>Morrison adoptou a alcunha de “Mr. Mojo Risin’”, um anagrama de “Jim Morrison” e que ele usou como refrão na música “LA Woman” no álbum do mesmo nome e o último que gravou. Era também chamado de <i>Lizard King</i> retirado de um verso do seu famoso épico “The celebration of the Lizard”, parte do qual foi gravado no álbum <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Waiting_for_the_Sun" title="Waiting for the Sun">Waiting for the Sun</a>, adaptado a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Musical" title="Musical">musical</a> nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1990" title="Década de 1990">anos 90</a>.</p>
<p>Ainda antes da formação dos Doors, Morrison começou a consumir várias drogas, a beber álcool em grandes quantidades e a entregar-se a diversos <i>bacanais</i>, aparecendo embriagado para as sessões de gravação (podendo ouvir-se soluços em “Five to one”).</p>
<p>Apesar de nunca se ter sentido próximo da sua família, Morrison protegia os seus companheiros de banda. Aparentemente, uma vez disse a Ray Manzarek que nunca se sentia confortável num encontro social a não ser que ele ou outro membro do grupo estivesse com ele. Morrison recusou algumas oportunidades de carreira a solo.</p>
<p>Em Março de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1971" title="1971">1971</a>, após todos os membros da banda terem decidido parar por algum tempo, Morrison mudou-se para Paris na companhia da sua namorada de sempre, Pamela Courson, com o propósito de se concentrar na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita" title="Escrita">escrita</a>.</p>
<p><a title="Morte" name="Morte" id="Morte"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Morte</span></h2>
<p>.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:252px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Jim-Morrison_Pere_Lachaise_2.jpg" class="image" title="Túmulo de Jim Morrisson no Cemitério do Père-Lachaise"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f4/Jim-Morrison_Pere_Lachaise_2.jpg/250px-Jim-Morrison_Pere_Lachaise_2.jpg" alt="Túmulo de Jim Morrisson no Cemitério do Père-Lachaise" class="thumbimage" border="0" height="188" width="250" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Jim-Morrison_Pere_Lachaise_2.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Túmulo de Jim Morrisson no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_do_P%C3%A8re-Lachaise" title="Cemitério do Père-Lachaise">Cemitério do Père-Lachaise</a></div>
</div>
</div>
<p>Em Paris, morreu em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/3_de_Julho" title="3 de Julho">3 de Julho</a> de 1971, na banheira, com a idade de 27 anos. Muitos fãs e biógrafos especularam sobre a causa da morte, se teria sido por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Overdose" title="Overdose">overdose</a>,embora Jim não fosse conhecido por consumir heroína, Pam fazia-o(morreu de overdose em 1974)e é sabido que nesse Verão correu por Paris heroína de uma pureza invulgar. Outra hipótese seria um assassinato feito pelas próprias autoridades do governo americano. Morrison referiu-se a si próprio como sendo o nº 3, a morrer misteriosamente, tendo sido os dois primeiros <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jimi_Hendrix" title="Jimi Hendrix">Jimi Hendrix</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Janis_Joplin" title="Janis Joplin">Janis Joplin</a>. O relatório oficial diz que foi “ataque de coração” a causa da sua morte. Está sepultado no famoso <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cemit%C3%A9rio_do_P%C3%A8re-Lachaise" title="Cemitério do Père-Lachaise">cemitério do Père-Lachaise</a> em Paris. Devido a atos de vandalismo de alguns fãs, por diversas vezes a associação de amigos do cemitério sugeriu que o corpo fosse transferido para outra necrópole.</p>
<p>Alguns fãs acham que Morrison forjou a sua morte, para conseguir escapar à fama e popularidade. Teóricos da conspiração referem-se ao facto Pamela Courson ter dito que Morrison estava apenas cansado e a repousar num hospital. Dizem também que muito poucas pessoas terão visto o corpo de Morrison antes do funeral e que ele teria brincado meses antes com os outros membros da banda, dizendo que ia fugir para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica" title="África">África</a>. Também há uma teoria de que fugiu para as Bahamas e que esteve (ou está) a trabalhar num bar e a escrever. John Densmore, baterista dos Doors, terá dito que achava a campa muito pequena. Histórias mais recentes afirmam que terá sido visto vivo, e levando uma vida de cowboy, e o realizador Gerald Pitts clama tê-lo descoberto num rancho em 1998. Para alguns, Morrison foi um rebelde psicodélico, para outros um deus do rock.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/29/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/29/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=29&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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			<media:title type="html">Túmulo de Jim Morrisson no Cemitério do Père-Lachaise</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Triângulo das bermudas</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/30/triangulo-das-bermudas/</link>
		<comments>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/30/triangulo-das-bermudas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 12:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura inútil]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução O Triângulo das Bermudas, ou Triângulo do Diabo, é uma região do oceano Atlântico na qual acredita-se que um grande número de aviões e navios tenha desaparecido em condições misteriosas. Os vértices deste triângulo costumam ser delimitados pela ilha de Bermuda, pela cidade de San Juan em Porto Rico e por Miami na Flórida, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=28&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Introdução</h4>
<p>O Triângulo das Bermudas, ou Triângulo do Diabo, é uma região do oceano Atlântico na qual acredita-se que um grande número de aviões e navios tenha desaparecido em condições misteriosas. Os vértices deste triângulo costumam ser delimitados pela <span class="bold">ilha de Bermuda</span>, pela cidade de <span class="bold">San Juan</span> em Porto Rico e por <span class="bold">Miami</span> na Flórida, mas suas fronteiras são elásticas o suficiente para acomodar quaisquer desaparecimentos que aconteçam nas redondezas. Em outras palavras, de triângulo o Triângulo das Bermudas só tem o nome, assemelhando-se ora a um losango ora a uma elipse dependendo de quem faz a contagem.</p>
<h4>Construindo o Mistério</h4>
<table class="navega" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p><!-- fim do menu --> 		O Triângulo das Bermudas intriga os navegadores desde os tempos antigos. <span class="bold">Cristóvão Colombo</span>, quando atravessava a região em direção à América, relatou o avistamento de uma bola de fogo no céu que hoje supõe-se ter sido um meteorito. Colombo também foi um dos primeiros europeus a descrever sua passagem pelo temível <span class="bold">Mar dos Sargaços</span>.</p>
<p>O Mar dos Sargaços é uma região do Oceano Atlântico coberta por um manto de sargaços (uma espécie de alga) e foi durante muito tempo a verdadeira razão de tantos desaparecimentos no Triângulo das Bermudas. Suas longas calmarias com freqüência aprisionavam os navios à vela, levando os homens a abandonar seus navios ou morrer neles. Essa paisagem desolada de navios apodrecidos vagando à deriva com suas tripulações de cadáveres capturava a imaginação dos supersticiosos marinheiros, que denominavam a região de o &#8220;Cemitério do Atlântico&#8221;.</p>
<p>Além de &#8220;Cemitério do Atlântico&#8221;, o Triângulo das Bermudas era conhecido por &#8220;Mar do Demônio&#8221;, &#8220;Mar dos Navios Perdidos&#8221;, &#8220;Mar das Feiticeiras&#8221; e outras variações desses temas. O nome &#8220;Triângulo das Bermudas&#8221; só foi dado bem mais tarde pelo escritor de romances baratos <span class="bold">Vincent Gaddis</span>. O autor, que escrevia para o popular folhetim &#8220;Argosy&#8221; (considerada a mais antiga revista <span class="italic">pulp</span> americana), publicou em fevereiro de 1964 uma história chamada o <span class="bold">&#8220;O Mortal Triângulo das Bermudas&#8221;</span>, que serviu como uma espécie de batismo para o mito. Mas foi outro escritor, <span class="bold">Charles Berlitz</span>, quem tornou o Triângulo das Bermudas tão popular.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/revista_argosy.jpg" border="0" height="392" width="300" /></p>
<p> 		<img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/charlesBerlitz.jpg" class="dir" border="0" height="210" width="150" />Charles Berlitz (1914 &#8211; 2003) era neto do fundador das Escolas Berlitz de ensino de língua inglesa, mas tornou-se mais conhecido por seus livros abordando temas sobrenaturais como o incidente Roswell e o continente perdido da Atlântida. Seu livro <span class="bold">&#8220;O Triângulo das Bermudas&#8221;</span>, publicado originalmente em 1974 (no Brasil foi editado pela Nova Fronteira), vendeu mais de 20 milhões de cópias e foi traduzido para mais de 30 idiomas. Nele Berlitz descrevia os misteriosos casos atribuídos ao Triângulo das Bermudas, entrelaçando-os a outros mistérios como a Atlântida, avançadas civilizações ancestrais, deuses astronautas, abduções alienígenas, criptozoologia, a Experiência Filadélfia (sobre o que trataria em outro livro de sucesso) etc. em um grande <span class="italic">pout-pourri</span> sobrenatural. Bem escrito e com estilo cativante, o livro de Berlitz embalou o mistério do Triângulo para o consumo das massas.</p>
<p><span class="titulo">O Mistério do Vôo 19</span><br />
<img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/voo19.jpg" class="esq" border="0" height="255" width="206" /><span class="bold">Vôo 19</span> era o nome de um grupo de cinco caça-bombardeiros TBM Avenger da Marinha americana. O Vôo decolou de Fort Lauderdale no dia 15 de dezembro de 1945 e, após um bem sucedido exercício de treinamento, desapareceu sem deixar vestígios. Para tornar as coisas ainda mais misteriosas, um dos hidroaviões de resgate enviado algum tempo depois para procurar pelos caças também desapareceu.</p>
<p>O desparecimento do Vôo 19 desencadeou uma das maiores operações de resgate da história. Segundo Berlitz, mais de 240 aviões, navios da Marinha, barcos da guarda costeira, iates particulares e até submarinos esquadrinharam a região das Bermudas. Nada jamais foi encontrado. <span class="italic">&#8220;Eles sumiram tão completamente como se tivessem voado para Marte&#8230;&#8221;</span>, haveria afirmado um dos membros da comissão que investigou o acidente.</p>
<p>Berlitz deu grande destaque ao caso em seu livro, enriquecendo a narrativa com histórias paralelas de pressentimentos, esquisitas coincidências e citações sensacionalistas, provavelmente retiradas dos tablóides da época. Havia, por exemplo, a mãe desconsolada de um dos pilotos desaparecidos que teria afirmado sobre seu filho: <span class="italic">&#8220;sinto que ele ainda está vivo em algum lugar do espaço&#8221;</span>, e um certo Dr. Manson que tinha declarado ao jornal Miami News: <span class="italic">&#8220;Eles ainda se encontram aqui, mas numa dimensão diferente, graças a um fenômeno magnético que pode ter sido criado por um OVNI&#8221;</span>. Com seu lugar garantido no folclore ufológico, o Vôo 19 recebeu destaque no filme <span class="bold">&#8220;Contatos Imediatos do Terceiro Grau&#8221;</span> de Steven Spielberg. No filme os aviões são finalmente encontrados, mas no meio do deserto, e os pilotos libertados pelos alienígenas que os abduziram.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/voo19_2.jpg" border="0" height="358" width="400" /><br />
A ilustração mostra como o Vôo 19 ficou ligado ao folclóre ufológico.</p>
<p><span class="titulo">Outros Casos</span><br />
Pouco mais de dois anos depois, em 29 de janeiro de 1948, um antigo bombardeiro inglês, o <span class="bold">Star Tiger</span>, também desapareceu no interior do Triângulo das Bermudas. O Star Tiger rumava dos Açores para as Bermudas com 25 passageiros. A última notícia que se teve dele foi uma comunicação do piloto com a torre de controle informando que chegaria ao destino na hora prevista; nada indicava que alguma coisa pudesse estar errada. Depois disso o avião nunca mais foi visto. A comissão da Marinha que investigou o desaparecimento do Star Tiger foi incomumente eloqüente em seu relatório final, deixando abertas as portas para especulações sobrenaturais:</p>
<blockquote><p><span class="italic">&#8220;Pode ser realmente dito que nenhum problema mais estranho jamais foi apresentado para investigação. Diante da completa ausência de qualquer evidência segura quanto à natureza ou quanto às causas do desastre com o Star Tiger, esta corte não foi capaz de mais nada a não ser sugerir possibilidades (&#8230;) O que aconteceu neste caso jamais será desvendado.&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Curiosamente, quase exatamente um ano depois, outro avião igual, o <span class="bold">Star Ariel</span>, também desapareceu no Triângulo das Bermudas sem deixar vestígios. Assim como o Star Tiger, nada indicava em seu último contato com o solo que algo pudesse estar errado. Outro caso semelhante foi o do avião comercial <span class="bold">DC-3</span> que fazia o trajeto entre San Juan e Miami. Depois de um contato normal com a torre de controle em Miami, a apenas 80 quilômetros de distância, o avião e seus passageiros nunca mais foram vistos.</p>
<p>Além de aviões, há inúmeros casos de navios que ou desapareceram completamente ou que, mais misteriosamente ainda, foram encontrados sem nenhuma viva alma à bordo. Um dos navios misteriosamente desaparecidos no Triângulo das Bermudas foi o <span class="bold">USS Cyclops</span> (figura) que nunca mais foi visto após zarpar do porto de Barbados retornando de uma viagem ao Rio de Janeiro em 1918, no meio da Primeira Guerra Mundial. Outro desaparecimento famoso foi o do <span class="bold">S.S. Marine Sulphur Queen</span>, um navio tanque carregado de enxofre que desapareceu apos seu último contato próximo de Key West em 3 de fevereiro de 1963.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/triangulo_uss_cyclops.jpg" border="0" height="250" width="396" /></p>
<p>Berlitz relata o caso de um navio brasileiro desaparecido no Triângulo das Bermudas: o <span class="bold">São Paulo</span>, na verdade um navio destinado ao ferro-velho que estava sendo rebocado por dois navios rebocadores na proximidade dos Açores. Temendo ser afundado pela tempestade que se aproximava, um dos rebocadores soltou o cabo que o prendia ao São Paulo durante a noite. Na manhã do dia seguinte os marinheiros descobriram surpresos que o cabo do outro rebocador havia se rompido e que o São Paulo e sua tripulação de 8 pessoas tinham desaparecido sem deixar vestígios.</p>
<p>Em qualquer pesquisa que se faça sobre o Triângulo das Bermudas muito provavelmente se ouvirá falar à respeito do <span class="bold">Mary Celeste</span>, navio português encontrado em 1872 à deriva completamente abandonado, com suas velas içadas e seu carregamento de álcool, víveres e objetos pessoais intocados. O estranho caso do Mary Celeste é por si só um prato cheio para explicações sobrenaturais mas na verdade nada tem a ver com o Triângulo das Bermudas; o navio foi encontrado a milhares de quilômetros dali, na costa de Portugal.</p>
<h4>As Teorias</h4>
<p><!--menu --></p>
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<p><!-- fim do menu --> Do trivial ao estapafúrdio, diversas teorias já foram levantadas para explicar o mistério do Triângulo das Bermudas. Aqui vão algumas das mais recorrentes.</p>
<p><span class="titulo">Atlântida</span><br />
A crença em uma civilização ancestral avançada técnica e espiritualmente, destruída por um cataclisma de proporções bíblicas, povoa a imaginação dos escritores desde o tempo de Platão. O clarividente americano <span class="bold">Edgar Cayce</span> (1877 &#8211; 1945) tornou-se famoso ao prever que os restos da cidade da Atlântida seriam encontrados nas Bahamas. Em 1968, uma formação rochosa conhecida por <span class="bold">Estrada de Bimini</span> foi realmente descoberta na área das Bahamas, fazendo parecer que a previsão de Cayce havia se realizado. Há quem diga que a Estrada de Bimini seja apenas uma curiosa formação natural e há quem diga que são realmente as ruínas de uma civilização antiga, mas não há nenhuma evidência que as relacione a um lendário continente perdido.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/triangulo_bimini.jpg" border="0" height="187" width="400" /></p>
<p>Cayce postulava que os Atlantes obtinham sua energia a partir das emanações de um tipo de cristal (Cayce também dizia que Jesus teria sido um Atlante reencarnado). Alguns acreditam que a energia latente desses cristais, hoje perdidos no fundo do oceano, poderia interferir nos instrumentos de navios e aviões ou simplesmente destruir de vez qualquer veículo em sua proximidade. Considerando o intenso tráfego de navios e aviões apinhados de equipamentos eletrônicos na região do Triângulo das Bermudas, seria de se esperar que um material capaz de provocar distúrbios eletromagnéticos já tivesse sido encontrado.</p>
<p><span class="titulo">Nuvens Magnéticas</span><br />
No dia 4 de dezembro de 1970, Bruce Gernon voava com seu pai em uma avião bimotor sobre o Triângulo das Bermudas quando percebeu uma nuvem de formato peculiar sobre a costa de Miami. Ao se aproximar, a nuvem formou uma espécie de tubo em torno do avião, parecendo acompanhá-lo ao mesmo tempo que girava sobre si mesma. Os instrumentos de navegação ficaram imprestáveis e o avião sumiu por vários minutos do radar do controle de tráfego aéreo mais próximo. Alguns minutos depois, quando o avião finalmente emergiu da nuvem e reapareceu nos radares, Gernom descobriu que já se encontrava sobre a cidade de Miami, algo que teria sido impossível de acordo com o tempo decorrido em seu relógio. Gernom encontrou um monte de gente disposta a acreditar na sua história e escreveu um livro sobre o fenômeno: <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0738707570?ie=UTF8&amp;tag=projetoockham-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=0738707570">&#8220;The Fog: A Never Before Published Theory of the Bermuda Triangle Phenomenon&#8221;</a>, em que supunha que os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas eram causados por nuvens magnéticas como a que engoliu seu avião. O maior problema da exótica hipótese de Germon é que ela se baseia no testemunho e na experiência vivida por uma única pessoa, sem nenhuma outra confirmação experimental até o momento.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/bermuda-triangle.jpg" border="0" height="164" width="250" /><br />
Representação artística do efeito presenciado por Gernom</p>
<p><span class="titulo">Depósitos de metano</span><br />
Uma das teorias naturais construídas para explicar os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas é conhecida por <span class="bold">Teoria da Flatulência Oceânica</span> (vulgarmente é claro).</p>
<p><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/Methaneart.gif" class="dir" border="0" height="222" width="300" /> Segundo esta teoria, sob o leito do oceano jazem grandes quantidades de gás metano aprisionado nos poros rochosos. Deslizamentos submarinos seriam capazes de libertar subitamente vastas quantidades deste gás que subiriam à superfície na forma de bolhas. Este gás borbulhante reduziria a densidade da água e faria um navio que estivesse posicionado acima dele afundar como uma pedra, como se um buraco se abrisse no oceano sob ele. Como o metano é mais leve que o ar, ele continuaria a subir ao atingir a superfície da água podendo afetar tanto a sustentação aerodinâmica de um avião quanto a indicação de seu altímetro <a href="http://science.howstuffworks.com/bermuda-triangle4.htm">(fonte)</a> O metano poderia ainda causar uma pane no motor do avião, uma vez que esse precisa de oxigênio para que a combustão se realize <a href="http://scientium.com/diagon_alley/commentary/editorial_concourse/mcnamara/bermyth.htm">(fonte)</a>. Algumas pessoas decidiram aplicar esta teoria ao mistério do Triângulo das Bermudas depois que, em 1981, uma plataforma na costa da Guatemala foi vitima do fenômeno (muto embora a plataforma não tenha afundado). Um <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=7069428480869151168&amp;q=bermuda+triangle">documentário da BBC</a> mostrou que uma profusão de bolhas poderia realmente afundar um pequeno barco ancorado, mas a experiência teve tantas limitações que seria difícil aplicá-la ao caso típico de um navio trafegando no Triângulo das Bermudas. Os pesquisadores sobrenaturais <a href="http://www.bermuda-triangle.org/html/methane_hydrates.html">argumentam</a> que diferentemente de uma plataforma ancorada, um navio poderia se mover para fora de um certeiro jorro de metano ou ao menos teria tempo de enviar um pedido de socorro.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/bermuda_triangle2.jpg" border="0" height="240" width="300" /><br />
Fonte: Documentário da BBC: <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=7069428480869151168&amp;q=bermuda+triangle">&#8220;In Search Of Bermuda Triangle&#8221;</a></p>
<p><span class="titulo">Anomalias magnéticas</span><br />
O ponteiro de uma bússola sempre aponta para um dos pólos magnéticos da Terra, distante cerca de 2500 quilômetros do pólo norte geográfico, que é o ponto mais ao norte da Terra. A diferença entre a direção do pólo norte magnético e do pólo norte geográfico depende de onde se está no globo terrestre e é conhecido por <span class="bold">declinação magnética</span>. Costuma-se dizer que só há dois lugares na Terra em que o norte geográfico coincide com o norte magnético e que o Triângulo das Bermudas é justamente um desses locais.</p>
<p>De acordo com algumas pessoas, ao negligenciar esta bizarra anomalia magnética, pilotos e marinheiros que atravessam a região poderiam acabar perdidos. Mais do que isso, o fenômeno é geralmente citado como uma estranheza a mais no currículo do Triângulo das Bermudas; como um indício de há algo fora da ordem no local.</p>
<p>Os pontos em que os pólos magnético e geográfico coincidem, ou seja a declinação magnética é zero, estão sobre uma linha chamada de <span class="bold">linha agônica</span> (esta linha é simplesmente a linha que une os dois pólos; uma vez sobre ela a bússola que aponta para um dos pólos apontará também para o outro). A linha agônica é o melhor lugar para se estar se você é um marinheiro de primeira viagem que não sabe compensar a declinação magnética. Se a linha agônica atravessasse de fato o Triângulo das Bermudas, este seria provavelmente o último lugar da Terra em que um navegador distraído se perderia&#8230; Por isso é tão estranho que essa explicação tenha sido popularizada pela Guarda Costeira americana no FAQ que mantém há mais de 30 anos sobre o Triângulo das Bermudas.</p>
<p>Mas a linha agônica não cruza o Triângulo das Bermudas embora já o tenha feito no passado. Uma vez que o pólo norte magnético se move com o tempo, também a linha agônica muda de posição, aproximadamente 0,2 graus por ano na média. O mapa abaixo mostra a posição da linha agônica no ano de 2004. Repare que, atualmente, a linha agônica atravessa o Golfo do México.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/bermuda-triangle-17.jpg" border="0" height="240" width="450" /></p>
<p><span class="titulo">Ondas gigantes</span><br />
<img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/freakwave.jpg" class="dir" border="0" height="165" width="250" /> Navios que são engolidos pelo mar sem deixar vestígios não são exclusividade do Triângulo das Bermudas. Muito pelo contrário: pelo menos um navio desaparece por mês no mundo, muitos tão completamente quanto os do Triângulo do Diabo. Para eles existem outras explicações que bem poderiam também ser aplicadas à região das Bermudas. Uma dela é a <span class="bold">teoria das ondas gigantes</span> ou ondas anormais (do inglês &#8220;freak waves&#8221;).</p>
<p>Durante muito tempo se <a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/2450407.stm">imaginou</a> que as ondas gigantes, de 30 metros ou mais, fossem um mito do mar. No entanto recentemente ondas de mais de 28 metros foram observadas na costa da África do Sul e há evidências de que o cargueiro alemão <span class="bold">München</span> tenha sido varrido do oceano por uma dessas ondas gigantes, episódio que serviu de inspiração para a nova versão do filme <span class="bold">&#8220;Poseidon&#8221;</span>.</p>
<p><span class="titulo">O clima</span><br />
A causa mais plausível para os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas é bem menos estranha do que você pensa: o imprevisível clima da região. A região das Bermudas é conhecida por suas tempestades repentinas, que vem tão rapidamente quanto vão; às vezes tão rapidamente que não deixam tempo para que um alerta seja emitido. Trombas d&#8217;água também são comuns na região e podem afundar de forma fulminante um navio ou um avião apanhados em seu caminho. A natureza também pode explicar porque freqüentemente as equipes de salvamento não encontram vestígios dos aviões e navios vitimados nas Bermudas. Para início de conversa é muito difícil, mesmo durante o dia e com tempo bom, enxergar algo no mar a partir de um helicóptero, mesmo quando se sabe onde procurar, como já demonstrou o ótimo documentário da BBC <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=7069428480869151168&amp;q=bermuda+triangle">&#8220;In Search Of Bermuda Triangle&#8221;</a>.</p>
<p>Ainda mais difícil do que procurar por vestígios em um local pré-determinado é procurar por sobreviventes quando não se sabe ao certo onde ocorreu o acidente. A situação piora quando a busca não é feita imediatamente após o acidente, por exemplo, quando o desparecimento é notado no final da tarde, uma vez que a corrente do Golfo, que se move com uma velocidade de até 8 km/h, espalha os destroços rapidamente. Some a este cenário o fato de que alguns dos locais mais profundos da Terra localizam-se no Oceano Atlântico na região das Bermudas e você terá boas razões para que os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas sejam tão completos.</p>
<p>Mas apesar de tudo o que vimos será que há algum fenômeno, ordinário ou extraordinário, no Triângulo das Bermudas que justifique a reputação da região?</p>
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<table class="navega" cellpadding="0" cellspacing="0" width="1">
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<h4>Descontruindo o Mistério</h4>
<p>O livro <a href="http://rcm.amazon.com/e/cm?t=projetoockham-20&amp;o=1&amp;p=8&amp;l=as1&amp;asins=0879759712&amp;fc1=000000&amp;IS2=1&amp;lt1=_blank&amp;lc1=0000FF&amp;bc1=000000&amp;bg1=FFFFFF&amp;f=ifr">&#8220;The Bermuda Triangle Mystery &#8211; Solved&#8221;</a> (O Mistério do Triângulo das Bermudas &#8211; Solucionado) de <span class="bold">Lawrence David Kusche</span>, lançado quase simultaneamente com o livro de Berlitz é até hoje a obra definitiva para desconstruir o mito do Triângulo das Bermudas. Se Berlitz fundou o mistério, Kusche o trouxe abaixo.</p>
<p>Kusche investigou cuidadosamente cada um dos casos relacionados ao Triângulo das Bermudas, confrontando as histórias popularizadas por Berlitz com os documentos históricos e relatórios da Marinha e da Guarda Costeira.A conclusão de Kusche é que o que não foi completamente inventado por Berlitz foi no mínimo exagerado.</p>
<p><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/bermuda_Kusche.jpg" class="esq" border="0" height="181" width="120" /> Por exemplo, muitos dos desaparecimentos creditados por Berlitz ao Triângulo das Bermudas nem mesmo ocorreram em seu interior. Este é o caso do <span class="bold">Freya</span>, que Berlitz afirma ter afundado no Triângulo mas que na verdade foi abandonado no Pacífico em 1902 e do <span class="bold">Globemaster</span>, que na realidade afundou na costa da Irlanda em 1951. Outros realmente cruzaram o Triângulo das Bermudas mas não se pode afirmar com segurança que desapareceram nele. Este é o caso do <span class="bold">Atlanta</span>, navio que, a rigor, pode ter desaparecido em qualquer lugar entre as Bermudas e a Inglaterra e do Star Ariel, que poderia muito bem ter afundado próximo à Jamaica. Segundo Kusche, se você marcar todos os desparecimentos atribuídos ao Triângulo das Bermudas em um globo verá que o Triângulo abrange quase todo o norte do Oceano Atlântico. O mágico e desbaratador de mistérios <span class="bold">James Randi</span>, fez ainda melhor em seu livro <a href="http://www.amazon.com/Flim-Flam-Psychics-Unicorns-Other-Delusions/dp/0879751983/ref=si3_rdr_bb_product/104-2222686-3523109">Flim Flam &#8211; Médiuns, ESP, Unicórnios e outros delírios</a>: marcou em um mapa os mais misteriosos casos atribuídos ao Triângulo das Bermudas. Veja o resultado e tire suas conclusões:</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/bermuda_randi.gif" border="0" height="453" width="482" /></p>
<p>Quanto aos desaparecimentos que realmente ocorreram dentro da região delimitada pelo Triângulo das Bermudas, Kusche mostrou que eles se tornam muito menos misteriosos quanto se conhece os importantes &#8220;detalhes&#8221; geralmente omitidos por Berlitz e outros autores e quando se despe as histórias de seus floreios rocambolescos que ajudam mais a vender livros do que a descobrir a verdade. Acompanhe a seguir.</p>
<p><span class="titulo">Esclarecendo o mistério do	Vôo 19</span><br />
O tenente instrutor <span class="bold">Charles Carroll Taylor</span>, comandante do Vôo 19, era um piloto experiente com mais de 2500 horas de vôo, mas que acabara de ser transferido para Fort Lauderdale. Alem de não conhecer a região das Bermudas, Taylor já tinha ficado perdido em outras missões e certa vez levara dois aviões a fazerem um pouso forçado no Oceano Pacífico. É bom lembrar que voar naquela época, sem GPS e sofisticados computadores de bordo, era uma tarefa muito mais difícil. O piloto precisava estar todo o tempo atento à bússola e à velocidade do avião, medindo o tempo de vôo com um relógio para que pudesse calcular sua posição. Quando perdido, era preciso pedir socorro pelo rádio e tentar localizar um ponto proeminente no relevo, o que é presumivelmente bastante difícil em pleno oceano ou com clima adverso.</p>
<p>O plano da missão do Vôo 19 determinava que a patrulha saísse de Fort Lauderdale e, depois de um exercício de treinamento sobre as ilhas Hens and Chickens Shoals, retornasse à base seguindo a trajetória triangular indicada pela linha pontilhada da <span class="bold">figura 1</span>. As gravações das comunicações entre os aviões e a base mostram que em algum ponto do vôo Taylor descobriu-se perdido e se convenceu de que voava sobre as ilhas Florida Keys, distantes centenas de quilômetros dali, no Golfo do México. A partir daí todas as decisões que tomou foram baseadas nesta premissa.</p>
<p>Mas o que levou Taylor a cometer um erro tão grosseiro? Acredita-se hoje que logo após o exercício, empurrado para o norte pelo vento, os pilotos não foram capazes de ver a ilha Cistern Cay, que deveriam usar como referência do vértice de sua rota. Em vez disso confundiram-na com a Great Abaco, muitos quilômetros à frente (<span class="bold">figura 2</span>) e só aí mudaram de rota, seguindo para o norte. Se estivesse na rota certa Taylor deveria cruzar com a Grand Bahama à sua <span class="italic">frente</span>, mas em vez disso via uma grande extensão de terra que parecia ser a Bahama à sua <span class="italic">direita</span>. Isso o levou a concluir que as duas bússolas do seu avião estavam quebradas.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/voo19_3.jpg" border="0" height="535" width="450" /><br />
A sequência de imagens mostra a hipótese mais provável para o fato do piloto do Vôo 19 ter ficado perdido.</p>
<p>Ao atingir o norte da Great Abaco e mudar novamente de rota Taylor parece ter confundido a sucessão de ilhotas que via à sua direita com a formação muito similar das ilhas Florida Keys (<span class="italic">figuras 3 e 4</span>).</p>
<p>Acreditando estar no Golfo do México (<span class="bold">figura 5</span>), Taylor mudou o rumo do vôo diversas vezes em busca de terra firme, ignorando os avisos de seus subordinados e as instruções da base em Fort Lauderdale, conduzindo a esquadrilha cada vez mais distante da costa e para fora do alcance do rádio (<span class="bold">figura 6</span>).</p>
<p>Durante todo este tempo a comunicação com o Vôo 19 foi seriamente prejudicada pelas transmissões cubanas e pelo mau tempo que se aproximava. Mesmo assim Taylor ignorou teimosamente os repetidos pedidos da base para passar o rádio para a frequência de emergência (3000 kHz). Aparentemente Taylor temia que os outros pilotos não fossem capazes de se manter na mesma frequência e a esquadrilha não conseguisse permanecer unida. Tivesse trocado a frequência e Taylor poderia não só ter obtido um sinal livre da estática produzida pela rede cubana, como contado com ajuda mais ampla, já que todas as estações em terra estavam equipadas com a frequência de emergência mas poucas delas podiam utilizar a frequência militar reservada.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/voo19_4.jpg" border="0" height="313" width="468" /></p>
<p>Depois de horas voando a esmo sob o tempo cada vez pior, finalmente veio a noite. Já sem combustível, os cinco aviões não tiveram outra alternativa a não ser arremeter na escuridão contra o oceano crispado pelos fortes ventos. Mesmo que os pilotos pouco experientes conseguissem realizar um pouso bem sucedido em tais condições, o TBM Avenger não era projetado para flutuar e afundaria rapidamente nas águas geladas, a centenas de quilômetros da região onde se desenrolava a maior operação de busca da história.</p>
<p>Kusche alega que o relatório final da Marinha concluía pela responsabilidade de Taylor no acidente, mas este foi modificado em consideração à família do piloto. Seja como for, o fato é que uma série de circunstâncias colaboraram para o acidente: o fato de que os aviões não estavam equipados com relógios (e Taylor não ter levado um relógio de pulso), a recepção ruim dos rádios dos aviões agravada pela opção de Taylor em não usar o rádio de emergência, a demora da Força Aérea, que só lançou mão dos aviões de resgate quando o vôo estava irremediavelmente fora de alcance, a extrema disciplina dos aviadores-alunos que permaneceram fiéis ao seu comandante mesmo quando estava bastante claro que ele os estava levando na direção errada, o fato do Vôo 19 ser o último vôo programado para aquele dia e, logicamente, o mau tempo.</p>
<p>Quanto ao avião enviado no resgate do Vôo 19 que desapareceu tão misteriosamente quanto ele, o <a href="http://www.history.navy.mil/faqs/faq15-2.htm">mais provável</a> é que tenha explodido em pleno vôo alguns minutos após a decolagem. O Martin Mariner tinha o apelido de &#8220;Tanque de Óleo que Voa&#8221; devido ao escapamento de gases em seu interior. Nas condições certas, bastaria um cigarro aceso para provocar uma explosão. De fato diversas testemunhas relataram terem visto o que pareceu uma explosão no céu na mesma posição do radar no qual o hidroavião desapareceu e vestígios de óleo na água foram encontrados no local.</p>
<p><span class="titulo">Os outro casos</span><br />
No mesmo dia do desaparecimento do Sulphur Queen, turistas na costa de Cuba relataram um forte cheiro acre que poderia ser atribuído a carga de enxofre do Sulphur Queen. Baseado em relatórios que apontavam para problemas estruturais naquele tipo de cargueiro, a guarda costeira apontou como uma das prováveis causas do acidente um vazamento súbito de gás, que teria impedido a tripulação de pedir socorro pouco antes de uma explosão. Bem ao contrário do que escreveu Berlitz em seu livro, vários destroços <a href="http://science.howstuffworks.com/bermuda-triangle2.htm">foram encontrados</a>, como mostra a foto abaixo. Já o fato de que nenhum corpo foi encontrado não é surpresa, considerando-se que a área do acidente é infestada de tubarões.</p>
<p class="legenda"><img src="http://www.projetoockham.org/figuras/bermudas/bermuda-triangle-8.jpg" border="0" height="318" width="400" /><br />
Ao contrário do que afirmou Berlitz, o Sulphur não desapareceu sem deixar vestígios.</p>
<p>Já o DC-3, desaparecido a 50 milhas de Miami após um contato normal com a torre, tinha relatado problemas com suas baterias. Em vez de recarregar as baterias no solo, o piloto preferiu partir sem demora e recarregá-las durante o vôo. Não se sabe ao certo o que aconteceu, mas a comissão que investigou o acidente suspeita que logo após sua última comunicação o DC-3 teve uma pane elétrica que deixou fora de operação o rádio e as bússolas automáticas. Sem rádio, o piloto não pode ser avisado do mau tempo que se aproximava. Voar em condições de clima adverso sem rádio e sem bússolas é uma boa maneira de ficar perdido.</p>
<p>Para os outros desaparecimentos que ocorreram no Triângulo das Bermudas e para aqueles que certamente ocorrerão, a Guarda Costeira americana <a href="http://www.history.navy.mil/faqs/faq8-1.htm">tem pronta</a> a mais pragmática das repostas (diga-se de passagem que o texto é a mesmo há mais de 30 anos):</p>
<blockquote><p><span class="italic">&#8220;A Guarda Costeira não se impressiona com causas sobrenaturais para acidentes no mar. Faz parte da sua experiência reconhecer que as forças combinadas da natureza com a imprevisibilidade do homem superam a mais imaginativa ficção científica muitas vezes por ano.&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Por fim, o golpe de misericórdia no mito: se o Triângulo das Bermudas fosse realmente uma área tão temerária à navegação e o número de acidentes ali, causados pelo clima, alienígenas ou outra coisa qualquer, fosse maior do que o de outras regiões de grande tráfego naval, as seguradoras cobrariam tarifas maiores sobre os navios que circulam na região. Mas isso não acontece. Contactada em 2000 a <span class="bold">Lloyd`s of London</span> <a href="http://scientium.com/diagon_alley/commentary/editorial_concourse/mcnamara/lloyds.htm">declarou</a> que não são cobrados valores maiores para os navios que circulam no Triângulo das Bermudas.</p>
<p><span class="titulo">O Mar do Diabo</span><br />
Algumas pessoas acreditam que o Triângulo das Bermudas não é o único lugar do mundo em que navios desapareceram em condições misteriosas. Muitos dizem que uma região à sudeste do Japão, conhecida por <span class="bold">Mar do Diabo</span> guarda sinistras semelhanças com a região das Bermudas, sendo tão temida pelos marinheiros quanto sua contra parte no oceano Atlântico.</p>
<p>O Mar do Diabo despontou no circuito paranormal depois do desaparecimento do navio de pesquisas <span class="bold">Kaiyo Maru</span>, em 1952. O Kaiyo Maru e seus 22 tripulantes, incluindo 9 cientistas japoneses, havia sido enviado para observar a erupção de um vulcão submarino no Pacífico quando desapareceu, provavelmente atingido pelas ondas violentas provocadas pela erupção. Três anos mais tarde um outro navio, o <span class="bold">Shihyo Maru</span>, perdeu o contato por rádio durante dez dias. A história terminou bem &#8211; o Shihyo Maru retornou são e salvo &#8211; mas nesse meio tempo o New York Times noticiou que &#8220;os pescadores da região (em que o Shyhyo Maru navegava) mencionavam que era como se o Diabo espreitasse à costa&#8221;. E assim nascia a lenda do temível Mar do Diabo.</p>
<p>Pode-se dizer que o Mar do Diabo só sobrevive hoje às custas do Triângulo das Bermudas. Ao contrário deste, os únicos incidentes estranhos atribuídos ao Mar do Diabo aconteceram entre 1950 e 1954. Nada mais foi capaz de suscitar a fértil imaginação sobrenatural nos 30 anos seguintes. O pior é que ninguém avisou aos japoneses sobre o Mar do Diabo. Kusche contactou diversas agências e organizações japonesas e parece que ninguém jamais ouviu falar no Mar do Diabo por lá. Ironicamente, quem mais alimentou o mito do Mar do Diabo durante todos esses anos foi a própria Guarda Costeira americana. Como se não já não bastasse tentar atribuir os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas à trivial declinação magnética, por mais de trinta anos a Guarda Costeira manteve que:</p>
<blockquote><p><span class="italic">A área conhecida por Mar do Diabo pelos pescadores japoneses e filipinos, também exibe as mesmas características magnéticas. A região também é conhecida pelos misteriosos desaparecimentos.</span></p></blockquote>
<p>Ou seja, ao tentar desfazer um mito fizeram outro&#8230;</p>
<h4>Conclusão</h4>
<p><!--menu --></p>
<table class="navega" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p><!-- fim do menu -->  		 Houve uma época em que se lançar ao mar à procura de terra era quase como empreender uma viagem à Lua. Nesta época, em que a habilidade e a preparação contavam menos do que a sorte, o medo do desconhecido inspirava histórias de monstros, sereias, ilhas utópicas e civilizações avançadas. O mundo tornou-se menor, menos desconhecido e, por que não dizer, mais plano, forçando a imaginação a confinar o sobrenatural em umas poucas áreas. Veio a onda das comunicações globais, da navegação via satélite, do sensoreamento remoto, dos computadores de bordo, dos boletins meteorológicos precisos e mundo ficou ainda menor, deixando ainda menos espaço para alienígenas sequestradores e criaturas fantásticas. Não é à toa que hoje o mistério do Triângulo das Bermudas tenha se tornado um mistério antiquado e até um pouquinho incômodo para os ufólogos mais sérios.</p>
<p>Como dizem alguns céticos, mostre-nos um trem que tenha desaparecido entre duas estações e nós lhe mostraremos um mistério de verdade&#8230;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/28/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/28/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/28/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=28&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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		<title>O que é ser punk??</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/28/o-que-e-ser-punk/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 02:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[já postei sobre esse assunto antes e volto a tratálo. &#8220;Você pode ser um punk sem se dizer punk, pois o punk está no seu jeito de pensar.&#8220; Pensamento Punk O primeiro pensamento punk começou com o faça-você-mesmo, que seria a prática de fabricar ou reparar uma coisa por conta própria em vez de comprar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=27&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>já postei sobre esse assunto antes e volto a tratálo.</p>
<p><big><big><span style="color:#ff0000;font-weight:bold;"><span style="color:#ffffff;"> &#8220;</span>Você pode ser um punk sem se dizer punk, pois o punk está no seu jeito de pensar.<span style="color:#ffffff;">&#8220;</span></span></big></big></p>
<p><span style="font-family:AbstractClassicFont;color:#ff0000;"><big><big>Pensamento Punk</big></big></span></p>
<p>O primeiro pensamento punk começou com o faça-você-mesmo, que seria a prática de fabricar ou reparar uma coisa por conta própria em vez de comprar ou pagar por um trabalho profissional, e talvez, essa seja uma pequena influêcia das roupas rasgadas ou mal costuradas que estão presentes no estilo de vestimenta dos punks, porém esse pensamento nâo é o principal, e até mesmo não é mais usado por todos os punks.</p>
<p>Os punks tem um pensamento, que de certa forma, sem esse pensamento seria difícil ser um punk, que é não ligar para o que os outros pensam.<br />
Fazemos o que queremos sem nos importar se alguém está achando errado, feio ou imoral.</p>
<p>O estilo (não é moda, é estilo!), vem junto com outro pensamento, que é ser diferente. Os punks não querem ser diferentes para aparecer, somos diferentes por um motivo, não aceitamos ser &#8220;mais um&#8221; que segue as normas impostas pela sociedade, por isso as roupas rasgadas, o moicano, etc. O estilo punk, mostra que não somos o que querem que sejamos, nós somos o que queremos ser, nos vestimos como gostamos, e não como os outros gostam. Esse é o jeito que muitos punks gostam de se vestir, mas ninguém preciza gostar ou usar esse estilo para ser punk, se você não gosta de &#8220;se vestir como punk&#8221;, não é por isso que você não é punk. Você pode usar a roupa que quiser, pois ser punk está na atitude e no modo de pensar. Se aparecer alguém de coturno, moicano, etc, dizendo que é punk e que você não é punk pois não se veste como tal, então pode ter certeza, se ele se preocupa com como VOCÊ se veste, então ELE é que não é um verdadeiro punk.</p>
<p>Punks criticam o governo, a educação (que na minha opinião apenas fazem idiotas para a sociedade de acordo com o que o sistema quer, pois em extremamente poucos países a educação é realmente boa), os políticos, os impostos, pobreza, desemprego, entre outros problemas. Isso é o que da origem a apreciação da anarquia.             <big><big></big></big></p>
<p><span style="font-family:AbstractClassicFont;color:#ff0000;"><big><big>Anarquia</big></big></span></p>
<p>O anarquista imagina uma sociedade na qual as relações mútuas seriam regidas não por leis ou por autoridades auto-impostas ou eleitas, mas por mútua concordância de todos os seus interesses e pela soma de usos e costumes sociais &#8211; não mobilizados por leis, pela rotina ou por supertições &#8211; mas em contínuo desenvolvimento, sofrendo reajustes para que pudessem satisfazer as exigências sempre crescentes de uma vida livre, estimulada pelos progressos da ciência, por novos inventos e pela evolução ininterrupta de ideias cada vez mais elevados. Não haveria, portanto, autoridades para governá-la. Nenhum homem governaria outro homem</p>
<p>Anarquia é um sistema onde ninguém precisa obedecer ninguém, um sistema onde todo mundo é livre para fazer aquilo que quiser, sem censura, sem regras&#8230; Se um dia o mundo deixar de ser capitalista e passar a ser anarquista, não haverá pobreza e nem riqueza, não haverá gente passando fome, não haverá exploração, e ninguém seria obrigado a fazer aquilo que não quer, tendo liberdade de fazer o que quiser, desde que não prejudique os outros, pois cada um deve ter o direito de fazer aquilo que tiver vontade, ninguém deve impedir ninguém de fazer o que gosta, a não ser que esteja prejudicando outras pessoas. As pessoas estão sempre servindo de marionete do governo, que dita as regras, e todos são obrigados a seguir. Isso é errado!! Devemos mudar esse sistema, antes que o governo nos domine ainda mais. Não é justo que uns tem de tudo enquanto outros não tem porra nenhuma! Não é justo que os ricos estão no poder, e que os pobres sejam obrigados a fazer o que os ricos querem. Tem políticos aí (todos) que não fazem porra nenhuma e ganham uma grana do caralho! Enquanto tem muitos trabalhadores aí que se fodem trabalhando e não ganham quase nada. Não adianta ficar parado, temos que agir, temos que lutar, protestar, contrariar, desobedecer, expor nossas idéias&#8230; Se todo mundo lutar, o mundo melhorará, o capitalismo acabará, a hierarquia acabará, a pobreza acabará, a exploração acabará, as leis acabarão, e ninguém mais seria marionete de ninguém, todo mundo seria igual hierarquicamente, e a anarquia prevalecerá. Então, Anarquia é isso aí, um mundo melhor para todos, liberdade, igualdade&#8230; &#8220;Obedecer o sistema, é se tornar marionete do governo. Não seja uma marionete, DESOBEDEÇA!!!&#8221;    <big><big></big></big></p>
<p><span style="font-family:AbstractClassicFont;color:#ff0000;"><big><big>Anarquia é caos?</big></big></span></p>
<p>Anarquismo é geralmente identificado como caos ou &#8220;bagunça&#8221; por ser uma doutrina política que defende a abolição de qualquer tipo de governo formal, mas na verdade, não é bem isso: etimologicamente esta palavra é formada pelo sufixo archon, que em grego significa governante, e an, que significa sem. Ou seja, anarquismo significa ao pé da letra &#8220;semgovernante&#8221;. A principal idéia que rege o anarquismo é de que o governo é totalmente desnecessário, violento e nocivo, tendo em vista que toda a população pode voluntariamente se organizar e sobreviver em paz e harmonia.</p>
<p>A proposta dos anarquistas é contraditória ao sistema capitalista, mas não deve ser confundida com o individualismo, pois está fundamentada na cooperação e aceitação da realidade por parte da comunidade. De acordo com os principais pensadores anarquistas, o homem é um ser que por natureza é capaz de viver em paz.</p>
<p>Atitude, liberdade, igualdade, conciência e respeito. Anti-machismo, anti-homofobia, anti-nazismo, amor livre, anti-lideranças, liberdade individual e autodidatismo,isso tudo é o que se faz, e o que se pede na Anarquia.</p>
<p>A única coisa que faz a anarquia não da certo, são as pessoas que tem em mente o poder individual. Todos os pensamentos que fariam a anarquia não dar certo, acabariam se nós começarmos uma anarquia, e nas próximas geraçÕes fizermos com que todos percebam que a anarquia faz com que TODOS sejam felizes, e para aquele que pensar o contrário, mostrar que no passado (hoje) havia miséria, tristeza, desigualdade e desrespeito, e por isso todos vivem iguais sem prejudicar ningém.</p>
<p>Mas parece que o &#8220;povo&#8221; não quer isso, pois se ninguém fizesse nada que prejudica outras pessoas todos viveriam em paz. A anarquia só não funciona com as pessoas que não pensam nas outras.</p>
<p>Exemplo: Eu estou bem, então se ele não está não é culpa minha.</p>
<p>Mas é sim! Pois se houvesse anarquia, ninguém estaria pior que ninguém.</p>
<p>A Anarquia depende da conciência e vontade de TODOS! Se TODOS quiserem que TODOS sejam felizes, a anarquia vai funcionar!                             <big><big></big></big></p>
<p><span style="font-family:AbstractClassicFont;color:#ff0000;"><big><big>Bem&#8230; Ent<span style="font-family:Argor Man Scaqh;">ã</span>o o que é ser punk? </big></big></span><big><big><br />
</big></big>    Ser punk não é sair por aí cheio de alfinetes na cara, com cabelos coloridos, roupa rasgada, fazendo vandalismo e batendo nas pessoas. Mas infelizmente é essa imagem que a televisão passa como sendo o punk. É o seguinte, para ser punk não precisa se encher de correntes, piercings, etc. Apesar de esse ser o visual que nós punks mais curtimos e que caracteriza o punk. O punk é aquele que faz o que realmente der vontade, aquele que se veste do jeito que tem vontade, sem ligar para o que os outros pensam, nem para modismos. Se você liga para o que os outros pensam sobre o que você usa, você não é punk. Mas se você não está nem aí para o que os outros dizem sobre o que você usa, aí sim você é um punk de verdade. Um punk de verdade não muda por causa de críticas, ele é aquilo que der vontade de ser, sem se preocupar se os outros acham ridículo, estranho, etc. Geralmente os punks preferem o visual mais doido e mais diferente do normal, mas isso não significa que alguém que se veste normal não pode ser punk, se um punk realmente prefere um visual normal, ele deve se vestir normal, e não se encher de correntes, piercings, etc. só para dizer que é punk. Um verdadeiro punk não liga nem para o que os outros punks pensam sobre ele. Quanto à imagem de violentos, que a televisão caracteriza como sendo o punk, os punks só usam a violência quando é necessário, contra o governo, contra a polícia. Nós queremos viver em harmonia, sem violência, mas às vezes é necessário usar a violência para lutar pela paz e pela harmonia. Os punks não saem nas ruas para arranjar confusão e nem para fazer vandalismo, eles saem para protestar contra o governo, eles lutam pelo povo., contra as injustiças impostas pelo governo. Então é isso aí, ser punk é ser o que der vontade de ser, fazer o que der vontade de fazer, lutar contra o que achamos errado, e acima de tudo, ser anarquista por natureza. <big><big><span style="font-family:AbstractClassicFont;color:#ff0000;"></span></big></big><big><big></big></big></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><big><big> &#8220;</big></big></span><span style="color:#ff0000;font-weight:bold;"><big><big>Você pode ver pessoas com coturnos e moicanos que não sabem o que é PUNK de verdade&#8230; e um verdadeiro punk, de terno e gravata.</big></big></span><span style="font-weight:bold;"><big><big>&#8220;</big></big></span> <big><big>&#8220;by Mao, Garotos Podres&#8221;</big></big></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/27/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/27/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=27&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mitologia Nórdica</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/28/mitologia-nordica/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 01:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[vo postar alguns dos deuses e figuras mais importantes da mitologia nórdica&#8230; é bem interessante Loki (meu favorito) Essa figura, de um manuscrito islândês do século XVIII, mostra Loki com sua invenção: a rede de pesca. Loki (ou Loke) é do panteão nórdico. Deus do fogo, era irmão de sangue de Thor (filho de Odin), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=26&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>vo postar alguns dos deuses e figuras mais importantes da mitologia nórdica&#8230; é bem interessante</p>
<h1 class="firstHeading">Loki</h1>
<p><i>(meu favorito)</i></p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Loki_Iceland.jpg" class="image" title="Essa figura, de um manuscrito islândês do século XVIII, mostra Loki com sua invenção: a rede de pesca."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/82/Loki_Iceland.jpg/180px-Loki_Iceland.jpg" alt="Essa figura, de um manuscrito islândês do século XVIII, mostra Loki com sua invenção: a rede de pesca." class="thumbimage" border="0" height="224" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Loki_Iceland.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Essa figura, de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuscrito" title="Manuscrito">manuscrito</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A2ndia" title="Islândia">islândês</a> do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII" title="Século XVIII">século XVIII</a>, mostra Loki com sua invenção: a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede" title="Rede">rede</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesca" title="Pesca">pesca</a>.</div>
</div>
</div>
<div class="floatleft"><span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Ed0015.jpg" class="image" title="Ed0015.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/eb/Ed0015.jpg/150px-Ed0015.jpg" border="0" height="170" width="150" /></a></span></div>
<p><b>Loki</b> (ou <b>Loke</b>) é do panteão nórdico. Deus do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo" title="Fogo">fogo</a>, era irmão de sangue de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a> (filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>), no sentido pactual. Loki pode ser considerado como um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADmbolo" title="S�mbolo">símbolo</a> da maldade. Loki está entre as figuras mais complexas da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>. Ele não pertence aos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aesir" title="Aesir">Aesir</a>, embora viva com eles. É uma figura traiçoeira, não se sabe quando se pode confiar nele.</p>
<p>Loki é o senhor dos truques, da trapaça e do sexo, associado com os ladrões, é, ao lado de Odin e Thor, uma das divindades mais populares da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>. Filho do gigante <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Farbauti&amp;action=edit" class="new" title="Farbauti">Farbauti</a> com a giganta <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Laufey&amp;action=edit" class="new" title="Laufey">Laufey</a>, é considerado um dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aesir" title="Aesir">Aesir</a>, mas na verdade é inimigo deles. Está ligado ao fogo e à magia e pode assumir muitas formas, sendo as mais comuns <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalo" title="Cavalo">cavalo</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Falc%C3%A3o" title="Falcão">falcão</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosca" title="Mosca">mosca</a>.</p>
<p>Muitas de suas proezas causaram grandes danos ou ferimentos, mas geralmente ele era rápido o bastante para restaurar a ordem e evitar o desastre completo. Em certa ocasião, ele fez com que os deuses perdessem temporariamente a fonte de sua imortalidade. Em outra ocasião, ele levou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a> a uma situação de perigo em proveito próprio, mas posteriormente arquitetou o plano inteligente para recuperar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mj%C3%B6lnir" title="Mjölnir">martelo roubado de Thor</a>.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Loki_and_Hod.jpg" class="image" title="Loki engana o cego Hod para que esse atire em Balder."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/52/Loki_and_Hod.jpg/180px-Loki_and_Hod.jpg" alt="Loki engana o cego Hod para que esse atire em Balder." class="thumbimage" border="0" height="285" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Loki_and_Hod.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Loki engana o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cegueira" title="Cegueira">cego</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hod" title="Hod">Hod</a> para que esse atire em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balder" title="Balder">Balder</a>.</div>
</div>
</div>
<p>Loki é bonito e tem uma aparência amigável, mas uma natureza maligna. Ele é calculista e malicioso, mas também heróico. O ambíguo deus vai se tornando mais e mais maligno com o tempo, sendo responsável direto pela morte do honrado filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balder" title="Balder">Balder</a>, o deus da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luz" title="Luz">Luz</a>.</p>
<p>Quando ele atormentou e insultou os deuses em um grande banquete, eles se viraram contra Loki e ele escapou temporariamente transformando-se em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salm%C3%A3o" title="Salmão">salmão</a>. Entretanto, ele não pôde escapar do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Olho" title="Olho">olho</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>, que tudo via, e foi confinado em uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caverna" title="Caverna">caverna</a> escura.</p>
<p>O primeiro casamento de Loki com a giganta <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angrboda" title="Angrboda">Angrboda</a> gerou três criaturas monstruosas, assustadoras e maléficas: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenrir" title="Fenrir">Fenrir</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo" title="Lobo">lobo</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungand" title="Jormungand">Jormungand</a>, a grande <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serpente" title="Serpente">serpente</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hel" title="Hel">Hel</a>, a deusa parcialmente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Decomposi%C3%A7%C3%A3o" title="Decomposição">decomposta</a> do mundo inferior. Ele teve dois filhos, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vali" title="Vali">Vali</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Narvi&amp;action=edit" class="new" title="Narvi">Narvi</a>, de um segundo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento" title="Casamento">casamento</a>.</p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Faroe_stamp_498_Djurhuus_poems_-_Loki_Laufey%27s_Son.jpg" class="image" title="Loki preso na caverna."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e6/Faroe_stamp_498_Djurhuus_poems_-_Loki_Laufey%27s_Son.jpg/180px-Faroe_stamp_498_Djurhuus_poems_-_Loki_Laufey%27s_Son.jpg" alt="Loki preso na caverna." class="thumbimage" border="0" height="268" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Faroe_stamp_498_Djurhuus_poems_-_Loki_Laufey%27s_Son.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Loki preso na caverna.</p></div>
</div>
</div>
<p>Sua esposa é <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sigyn&amp;action=edit" class="new" title="Sigyn">Sigyn</a>, que permaneceu leal a ele até mesmo quando foi punido pela morte de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balder" title="Balder">Balder</a>. No momento da prisão de Loki, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vali" title="Vali">Vali</a> foi transformado em um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo" title="Lobo">lobo</a> que matou <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Narvi&amp;action=edit" class="new" title="Narvi">Narvi</a>. Os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intestino" title="Intestino">intestinos</a> do homem morto foram usados para amarrar Loki &#8211; pelos ombros, cintura e calcanhares &#8211; a três imensas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha" title="Rocha">rochas</a> dentro de uma caverna, sob a boca de uma serpente gigante, que gotejava veneno. O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Veneno" title="Veneno">veneno</a> foi pego por <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sigyn&amp;action=edit" class="new" title="Sigyn">Sigyn</a> com uma espécie de cantil.</p>
<p>Loki esperou na caverna pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a>, o fado dos deuses. O destino de Loki seria liderar o exército do mal na batalha final com os deuses, na qual ele seria morto por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heimdall" title="Heimdall">Heimdall</a>.</p>
<h1 class="firstHeading">Odin</h1>
<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Odin-thor.jpg" class="image" title="Odin"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/74/Odin-thor.jpg/180px-Odin-thor.jpg" alt="Odin" class="thumbimage" border="0" height="272" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Odin-thor.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Odin</p></div>
</div>
</div>
<p>Na Granideum (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>), <b>Odin (Wotan)</b> era o maior dos deuses <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings" title="Vikings">vikings</a>, governante de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asgard" title="Asgard">Asgard</a> e senhor de todas as magias. Possuía a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lan%C3%A7a" title="Lança">lança</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gungnir" title="Gungnir">Gungnir</a>, que nunca errava o alvo e em cujo cabo havia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Runas" title="Runas">runas</a> que ditavam a preservação da lei. Possuía também um cavalo de oito patas chamado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sleipnir" title="Sleipnir">Sleipnir</a>.<br />
Odin também era o deus da sabedoria. Ele atirou um de seus olhos no poço de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mimir" title="Mimir">Mimir</a> em troca de um gole de sabedoria. Ele se enforcou pendurando-se na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rvore" title="Árvore">árvore</a> cósmica, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yggdrasil" title="Yggdrasil">Yggdrasil</a>, para obter o conhecimento dos mortos e foi revivido por magia em seguida. Ele se mantinha informado sobre os acontecimentos em toda a parte através de seus dois <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corvo" title="Corvo">corvos</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hugin" title="Hugin">Hugin</a> (Pensamento) e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Munin" title="Munin">Munin</a> (Memória), que vigiavam o mundo e contavam tudo o que se passa e o que já se passou no mundo.</p>
<p>Odin se tornou proeminente no panteão devido ao seu gosto pela batalha. Essa qualidade lhe conferiu popularidade entre os vikings quando eles começaram a atacar objetivos fora da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escandin%C3%A1via" title="Escandinávia">Escandinávia</a>. No salão de sua grande fortaleza, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valhala" title="Valhala">Valhala</a>, ele reunia os abatidos em batalhas. Chamados de <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Einherjars" title="Einherjars">einherjars</a></i> (mortos gloriosos), esses guerreiros eram preservados por Odin para ajudar os deuses na batalha final contra os gigantes no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a>.</p>
<p>Tem diversas amantes e concubinas, mas a sua esposa é <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frigga" title="Frigga">Frigga</a>.</p>
<p>Odin não era exatamente um guerreiro, mas inspirava os guerreiros a se lançarem freneticamente na batalha, sem nenhum sentimento e nenhum temor. Os rituais de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forca" title="Forca">enforcamento</a> faziam parte da veneração a Odin, sendo que o suicídio por enforcamento era considerado um atalho para o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valhala" title="Valhala">Valhala</a>.</p>
<p>Odin é a figura central do panteão germânico, <i>o rei dos deuses</i>; os germânicos, povo dado a luta e guerras, viam nele o protótipo da bravura, da altivez e do valor; os escandinavos dos últimos séculos pagãos, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings" title="Vikings">Vikings</a> aventureiros, terror do ocidente cristão foram os derradeiros a combater invocando o nome de Óðinn (Odin). Ao lado do deus <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a>, é a personagem de mais complexa personalidade dentro do panteão germânico, o que fez com que, embora seu nome fosse exaltado por muitos poetas, permanecesse obscuro para o camponês simples, mais identificados com Þórr (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a>) e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freyr" title="Freyr">Freyr</a> devido a suas características de deuses agrários.</p>
<p>Odin era tido em alta consideração pelos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jarl" title="Jarl">jarls</a> e outros membros da nobreza nórdica, embora as pessoas comuns o temessem e venerassem Thor.</p>
<p>Odin seria assassinado durante o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a> por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenrir" title="Fenrir">Fenrir</a>, o lobo gerado por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a>. A veneração a Odin diminuiu à medida que os vikings desistiram de atacar e optaram por ocupações mais pacíficas.</p>
<h1 class="firstHeading">Thor</h1>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:302px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Thor.jpg" class="image" title="Thor, o deus do trovão, pintado por Mårten Eskil."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/23/Thor.jpg/300px-Thor.jpg" alt="Thor, o deus do trovão, pintado por Mårten Eskil." class="thumbimage" border="0" height="440" width="300" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Thor.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Thor, o deus do trovão, pintado por <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=M%C3%A5rten_Eskil&amp;action=edit" class="new" title="Mårten Eskil">Mårten Eskil</a>.</div>
</div>
</div>
<p><b>Thor</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%B3rdico_antigo" title="Nórdico antigo">nórdico antigo</a>: <b>Þórr</b>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingl%C3%AAs_antigo" title="Inglês antigo">inglês antigo</a>: <b>Þunor</b>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alto_alem%C3%A3o_antigo" title="Alto alemão antigo">alto alemão antigo</a>: <b>Donar</b>) é um deus de cabelos vermelhos e barba, representando a força da natureza (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trov%C3%A3o" title="Trovão">trovão</a>) na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">Mitologia nórdica</a> e também na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_germ%C3%A2nica" title="Mitologia germânica">Mitologia germânica</a>. Ele é o filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jord" title="Jord">Jord</a>. Durante o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnar%C3%B6k" title="Ragnarök">Ragnarök</a>, Thor matará e será morto por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungard" title="Jormungard">Jörmungandr</a>.</p>
<p><b>Thor</b> é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus" title="Deus">deus</a> do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trov%C3%A3o" title="Trovão">trovão</a> da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a> fazendo justamente seu raios com o seu martelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mjolnir" title="Mjolnir">Mjolnir</a>. Thor é filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>, o deus supremo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asgard" title="Asgard">Asgard</a>, e de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jord" title="Jord">Jord</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fjorgyn" title="Fjorgyn">Fjorgyn</a>) a deusa de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midgard" title="Midgard">Midgard</a> (a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra" title="Terra">Terra</a>).</p>
<p>Ele era grande para um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus" title="Deus">deus</a>, extremamente forte e um comilão (podendo comer uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaca" title="Vaca">vaca</a> em uma única refeição). Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigante" title="Gigante">gigantes</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gelo" title="Gelo">gelo</a>. Os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fazendeiro" title="Fazendeiro">fazendeiros</a>, que apreciavam sua honestidade simplória e repugnância contra o mal, veneravam Thor em vez de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>, que era mais atraente para os que eram dotados de um espírito de ataque. A arma de Thor era um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martelo" title="Martelo">martelo</a> de guerra mágico, chamado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mjolnir" title="Mjolnir">Mjolnir</a> (que lançava raios de luz) com uma enorme cabeça e um cabo curto e que nunca errava o alvo e sempre retornava as suas mãos. Ele usava <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luva" title="Luva">luvas</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferro" title="Ferro">ferro</a> mágicas para segurar o cabo do martelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Branco" title="Branco">branco</a> e o cinturão <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Megingjard" title="Megingjard">Megingjard</a> que dobrava sua força. Sua esposa era <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sif" title="Sif">Sif</a>, a deusa da colheita, com quem teve a filha <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thrud" title="Thrud">Thrud</a>, e de sua união com a giganta <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jarnsaxa&amp;action=edit" class="new" title="Jarnsaxa">Jarnsaxa</a>, teve os filhos <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Magni&amp;action=edit" class="new" title="Magni">Magni</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Modi&amp;action=edit" class="new" title="Modi">Modi</a>. Os antigos escritores (Saxo, Adam de Bremen, Aelfric, Snorri) identificaram Thor com o deus Greco-Romano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BApiter" title="Júpiter">Júpiter</a> porque ambos são filhos da Mãe-Terra, comandante das chuvas, dos raios e trovões, são protetores do mundo e da comunidade cujo símbolo era o carvalho, representando o tronco da família .Os animais de ambos deuses era o carneiro, o bode e a águia. Thor era sempre apresentado com seu martelo e Júpiter com seu cetro .Thor matou a serpente Jormungand e Júpiter o dragão <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tifon&amp;action=edit" class="new" title="Tifon">Tifon</a>.</p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" class="image" title="Thor lutando contra a serpente Jormungard, filha de Loki."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/de/Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg/180px-Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" alt="Thor lutando contra a serpente Jormungard, filha de Loki." class="thumbimage" border="0" height="287" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Thor lutando contra a serpente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungard" title="Jormungard">Jormungard</a>, filha de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a>.</div>
</div>
</div>
<p>Thor gostava da companhia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a>, apesar do talento desse embusteiro para colocar ambos em confusões. As histórias de suas aventuras estão entre as mais ricas da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>. No panteão nórdico, Thor era o destruidor do mal e o segundo maior expoente dos deuses Aesir.</p>
<p>No <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a>, a tarefa de Thor era matar a cruel <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungand" title="Jormungand">Jormungand</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Serpente_Midgard&amp;action=edit" class="new" title="Serpente Midgard">Serpente Midgard</a> (uma serpente que envolve a Terra), cria de Loki, mas ele morreu na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha" title="Batalha">batalha</a>.</p>
<p>Os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anglo-sax%C3%A3o" title="Anglo-saxão">anglo-saxões</a> deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday ou seja &#8220;Thor&#8217;s day&#8221; (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quinta-feira" title="Quinta-feira">quinta-feira</a>, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa" title="L�ngua inglesa">inglês</a>).</p>
<h1 class="firstHeading">Asgard</h1>
<p><!-- start content --><b>Asgard</b> (em nórdico antigo: <i>Ásgarðr</i>) é o reino dos deuses, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aesir" title="Aesir">Æsir</a>, na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>, mundo separado do reino dos mortais, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midgard" title="Midgard">Midgard</a>. <i>Asgard</i> era, originalmente, conhecido como <b>Godheim</b> (o repouso dos deuses), pois os primeiros investigadores da mitologia confundiram o nome do mundo dos deuses com o seu castelo mais importante e, neste caso, <i>Godheim</i> se tornou <i>Asgard</i> em muitas fontes históricas.</p>
<p>Os muros que cercam Asgard foram construídos por um gigante (identificado freqüentemente e equivocadamente como <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Hrimthurs&amp;action=edit" class="new" title="Hrimthurs">Hrimthurs</a>). Como pagamento por seu trabalho, ele deveria receber a mão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freya" title="Freya">Freya</a> em casamento, o sol e a lua. O acordo só valeria desde que o trabalho fosse terminado dentro de seis meses. Com o intuito de evitar em honrar o acordo, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a> se transformou em uma égua e afastou o cavalo mágico do gigante, <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Svadilfari&amp;action=edit" class="new" title="Svadilfari">Svadilfari</a>. Deste modo, o trabalho não foi terminado à tempo, e os deuses conseguiram se evadir do pagamento.</p>
<p>O guardião de Asgard é <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heimdall" title="Heimdall">Heimdall</a>. A planície de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ida" title="Ida">Ida</a> é o centro de Asgard. Os Æsir se encontram lá para discussões de temas importantes &#8211; os deuses masculinos se reúnem em um salão chamado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gladsheim" title="Gladsheim">Gladsheim</a>, e as deusas femininas em um salão chamaram <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vingolf" title="Vingolf">Vingolf</a>. Eles também se encontram diariamente no <i>Well of Urd</i>, abaixo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yggdrasil" title="Yggdrasil">Yggdrasil</a>.</p>
<h1 class="firstHeading">Midgard</h1>
<p><!-- start content --><b>Midgard</b>, <i>Miðgarðr</i> (nórdico arcaico), Midjungards (gótico), e Middangeard (inglês arcaico) é o nome do reino dos humanos na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>, correspondendo à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra" title="Terra">Terra</a> como então era conhecida. Midgard é o domínio da deusa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jord" title="Jord">Jord</a>. No inglês médio, o nome se transformou em <b>Middel-erde</b> e resultou na <b>Terra-média</b>, conhecida modernamente.</p>
<p>O mundo de <i>Midgard</i> se localiza no meio de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yggdrasil" title="Yggdrasil">Yggdrasil</a>, cercado por um mundo de água ou oceano, cuja passagem é instransponível. O oceano é habitado pela enorme serpente marinha <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungard" title="Jormungard">Jormungard</a>, que circula todo o mar, formando um anel que impede a passagem de quaisquer seres ao agarrar sua própria cauda. O nome original do que hoje é chamado <i>Midgard</i> era conhecido como <b>Mannheim</b>(lar dos homens), mas os primeiros pesquisadores da mitologia confundiram a região como se fosse o castelo mais importante do local. Logo, <i>Midgard</i>, em algumas fontes antigas, era a mais imponente construção do mundo dos homens, <i>Mannheim</i>.</p>
<p>Midgard é representada como sendo um mundo intermédio entre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asgard" title="Asgard">Asgard</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Niflheim" title="Niflheim">Niflheim</a> (respectivamente o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Para%C3%ADso" title="Para�so">paraíso</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inferno" title="Inferno">inferno</a> nórdicos). De acordo com a lenda, foi formada da carne e sangue do gigante de gelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ymir" title="Ymir">Ymir</a>, a carne formando a terra; e o sangue, o oceano que a rodeia. Midgard será destruida na batalha de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a>, a batalha final, que terá lugar na planície de <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vigrid&amp;action=edit" class="new" title="Vigrid">Vigrid</a>. Nessa batalha, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungard" title="Jormungard">Jormungard</a>, a gigantesca serpente que habita o oceano, irá levantar-se e envenenará a terra e o mar, fazendo com que as águas se lancem contra a terra, que será submergida, destruindo praticamente toda a vida em Midgard.</p>
<p>A expressão Middel-erde, como Terra Média, foi usada por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tolkien" title="Tolkien">J. R. R. Tolkien</a> em sua obra de ficção <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Senhor_dos_An%C3%A9is" title="O Senhor dos Anéis">O Senhor dos Anéis</a>, obra esta que é muito baseada na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>.</p>
<p>O nome <i>middangeard</i> ocorre diversas vezes no poema épico <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anglo-sax%C3%A3o" title="Anglo-saxão">anglo-saxão</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Beowulf" title="Beowulf">Beowulf</a>, utilizada na mesma conotação que a palavra Midgard em nórdico arcaico. O termo é equivalente no significado ao termo grego <b>Oikoumene</b>, que é definido como o mundo conhecido e habitado. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_King" title="Stephen King">Stephen King</a> usou também uma mutação do nome Midgard em seus trabalhos, nomeando o universo paralelo em sua série &#8220;A Torre Negra&#8221; como <i>Mid-World</i>, embora este ainda pudesse ser considerado somente o nome de um reino antigo.</p>
<h1 class="firstHeading">Niflheim</h1>
<p><!-- start content --><b>Niflheim</b> (&#8220;Mistland&#8221;) é o reino do gelo e do frio na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>. Está localizada ao norte de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ginungagap" title="Ginungagap">Ginungagap</a> e lá reside os anões e gigantes, em companhia dos que não morrem em batalhas (os guerreiros mortos em batalha vão para o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valhala" title="Valhala">Valhala</a>). Niflheim é governada pela rainha do inferno(<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Helgardh" title="Helgardh">Helgardh</a>), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hel" title="Hel">Hel</a>, filha de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a> com uma gigante, sendo que a mesma foi pessoalmente apontada por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a> para esta posição. Metade do corpo de Hel é normal, enquanto que a outra metade se encontra apodrecida. Nilfheim é dividida em diversos níveis. Um destes níveis foi projetado para os heróis e deuses, onde Hel preside as festividades entre eles. Outro nível é reservado para as pessoas idosas, os doentes e aqueles que foram incapazes de morrer gloriosamente no meio da batalha e entrar no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valhala" title="Valhala">Valhala</a>. O nível mais baixo de Nilfheim se assemelha a versão <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo" title="Cristianismo">cristã</a> do inferno, onde os maus são forçados a viver para sempre.</p>
<p>Em alguns trechos da mitologia nórdica é dito que as raízes mais profundas da árvore <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yggdrasil" title="Yggdrasil">Yggdrasil</a> estão enterradas nesta região. É também em <b>Niflheim</b> que reinam os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nibelungos" title="Nibelungos">Nibelungos</a>.</p>
<h1 class="firstHeading">Valhala</h1>
<table class="caixa infodestaque">
<tr>
<td width="30">&nbsp;</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:AM_738_4to_Valh%C3%B6ll.jpg" class="image" title="Valhala."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b3/AM_738_4to_Valh%C3%B6ll.jpg/180px-AM_738_4to_Valh%C3%B6ll.jpg" alt="Valhala." class="thumbimage" border="0" height="490" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:AM_738_4to_Valh%C3%B6ll.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Valhala.</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Valhala</b>, <b>Valhalla</b> ou <b>Walhala</b> (há, ainda, quem use a forma original, <b>Valhol</b>) na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_N%C3%B3rdica" title="Mitologia Nórdica">Mitologia Nórdica</a> ou Escandinava é o local onde os guerreiros <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings" title="Vikings">vikings</a> eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha.</p>
<p>Odin teria ouvido que iriam matar todos os seus filhos e demais guerreiros. Curioso e precavido, achegou-se a &#8216;<i>Deusa da Sabedoria</i>, um oráculo, que não quis lhe revelar a veracidade do boato. Insistente, Odin teria a seduzido resultado em nove filhas conhecidas como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valqu%C3%ADria" title="Valqu�ria">Valkirias|Valkyrjor ou Valkirias</a>.</p>
<p>Odin então ordenara a uma delas foi incumbida de contruir e organizar um castelo mágico, Castelo de Valhalla, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asgard" title="Asgard">Asgard</a> (A terra dos deuses nórdicos), para onde seriam enviados todos os guerreiros Aesir mortos em batalha, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Einherjar" title="Einherjar">Einherjar</a>.</p>
<p>Nele os guerreiros mortos em batalha, seriam imortais e recompensados diariamente com &#8220;justas&#8221; (lutas entre sí)de dia, e, grandes banquetes e orgias a noite. Para que pudessem usufruir de tudo isso, a condição imposta seria a de proteger o Castelo Valhalla.</p>
<p>Era o palácio preferido pelo deus <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>, onde as almas dos guerreiros sacrificados e mortos em combate serviriam a ele. Lá, eles nunca morreriam e passariam a eternidade treinando, esperando apenas pelo Ragnarök. O castelo de Valhalla era protegido por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valqu%C3%ADria" title="Valqu�ria">Valkirias</a> (mulheres guerreiras que podem ser comparadas às Amazonas).</p>
<p>Metade das almas dos guerreiros passariam, então, os seus dias a treinarem-se em combates. Elas formariam um exército (&#8220;Exército das Almas Vivas&#8221;), invencível até ao advento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a>, quando combateriam ao lado de Odin. Com a chegada da noite, as almas seriam reconfortadas com as mesmas refeições dos deuses. A outra metade seguia para Folkvang, o palácio de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freyja" title="Freyja">Freyja</a>.</p>
<h1 class="firstHeading">Yggdrasil</h1>
<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:AM_738_4to_Yggdrasill.png" class="image" title="Yggdrasil."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/02/AM_738_4to_Yggdrasill.png/180px-AM_738_4to_Yggdrasill.png" alt="Yggdrasil." class="thumbimage" border="0" height="559" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:AM_738_4to_Yggdrasill.png" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Yggdrasil.</p></div>
</div>
</div>
<p><i><b>Yggdrasil</b></i>, ou <i><b>Yggdrasill</b></i>, era uma árvore (um freixo) que, na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia" title="Mitologia">mitologia</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escandin%C3%A1via" title="Escandinávia">escandinava</a>, era o eixo do mundo.</p>
<p>Nas suas raízes, que se espalhavam pelos nove mundos, cujas mais profundas estao situadas em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Niflheim" title="Niflheim">Niflheim</a>, ficavam os mundos subterrâneos; o tronco era <b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midgard" title="Midgard">Midgard</a></b>, ou seja, o mundo material dos homens; a parte mais alta, que se dizia tocar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol" title="Sol">Sol</a> e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lua" title="Lua">Lua</a>, chamava-se <b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asgard" title="Asgard">Asgard</a></b> (<i>a cidade dourada</i>), a terra dos deuses, e <b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valhala" title="Valhala">Valhala</a></b>, o local onde os guerreiros <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings" title="Vikings">vikings</a> eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha.</p>
<p>Conta-se que nas frutas de Yggdrasil estão as respostas das grandes perguntas da humanidade. Por esse motivo ela sempre é guardada por uma centúria de Valkírias, denominadas protetoras, e somente os deuses podem visitá-la.</p>
<p>Nas Lendas Nórdicas, dizia-se que as folhas de Yggdrasil podiam trazer pessoas de volta a vida e apenas um de seus frutos, curaria qualquer doença.</p>
<h1 class="firstHeading">Ragnarök<span class="noprint"></span></h1>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:202px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" class="image" title="Thor lutando contra o m�stico monstro Jormungand durante Ragnarok"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/de/Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg/200px-Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" alt="Thor lutando contra o m�stico monstro Jormungand durante Ragnarok" class="thumbimage" border="0" height="319" width="200" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a> lutando contra o místico monstro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungand" title="Jormungand">Jormungand</a> durante Ragnarok</div>
</div>
</div>
<p>Na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>, <b>Ragnarök</b> ( <i>Destino Final dos Deuses</i><sup><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok#Notas">1</a></sup>) é a batalha que levará ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fim_do_Mundo" title="Fim do Mundo">fim do Mundo</a> (de forma semelhante ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Armageddon" title="Armageddon">Armageddon</a>), na região de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midgard" title="Midgard">Midgard</a>. Será travada entre os deuses ( <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aesir" title="Aesir">Aesires e Vanires</a>, liderado por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>) e as forças do mal (os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigante" title="Gigante">gigantes</a> de fogo, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jotun" title="Jotun">Jotuns</a> entre outros monstros, liderados por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a>). Esta batalha não levaria apenas à destruição dos deuses, gigantes e monstros: o próprio universo seria despedaçado irreversivelmente em partes.</p>
<p>Entre outros acontecimentos profetizados, este será o dia em que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenrir" title="Fenrir">Fenrir</a> será solto e irá devorar Odin.</p>
<p><i>Ragnarök</i> não significa &#8220;Crepúsculo dos Deuses&#8221; (como se poderá pensar, a partir da tetralogia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Wagner" title="Richard Wagner">Wagner</a>); essa expressão é a tradução de <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%B6tterd%C3%A4mmerung" title="Götterdämmerung">Götterdämmerung</a></i>, que, por sua vez, é uma tradução incorrecta da palavra <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_alem%C3%A3" title="L�ngua alemã">alemã</a> <i>Ragnarök</i>. A confusão deriva da semelhança entre o nórdico antigo <i>rök</i> (&#8220;destino final&#8221;) e <i>rökr</i> (&#8220;crepúsculo&#8221;).</p>
<p>Estes dois grupos foram rivais desde o início dos tempos, mas os <i>Aesir</i> conseguiram ao longo de sua existência, prender alguns dos principais gigantes e o próprio <i>Loki</i>, que ficou atado em tortura eterna numa caverna. Mas pela influência das mentiras de <i>Loki</i>, <i>Rune-Midgard</i> começa a sofrer grandes males, como um rigoroso inverno, batalhas e caos entre os seres humanos.</p>
<p>O sol e a lua -<i>Sol</i> e <i>Mani</i>- são finalmente consumidos pelos dois lobos místicos, Skoll, perseguidor do Sol, e Hatri, perseguidor da Lua (ou Mani). Estes lobos, de acordo com a mitologia, são os causadores dos eclipses solares e lunares. Quando <i>Sol</i> e <i>Mani</i> são devorados pelos lobos, a terra treme, e assim vários seres, incluindo <i>Loki</i> e <i>Fenrir</i> (um de seus muitos filhos, um gigantesco lobo) são soltos, desencadeando o <b>Ragnarök</b>.</p>
<p>Os <i>Aesir</i>, alertados, juntam-se aos <i>Einhejar</i>, os valorosos guerreiros mortos, e aos <i>vanas</i>, os espíritos naturais, e rumam ao campo de <i>Vigrid</i>, onde há muito tempo havia sido predito que a última batalha tomaria forma.</p>
<p>De um lado, os <i>Aesir</i>, <i>Vanas</i> e <i>Einhejar</i>, e do outro os gigantes do gelo, o exército de mortos de Hel (deusa do inferno)e <i>Loki</i> e seus seguidores. Uma grande batalha acontece, marcando o fim dos deuses e dos gigantes: <i>Odin</i> é morto por <i>Fenrir</i>, mas o fere mortalmente; <i>Thor</i> mata <i>Jomungard</i>, a serpente gigante que habita os mares de<i>Midgard</i>, mas é envenenado por ela; <i>Loki</i> é morto e mata <i>Heimdall</i>, um dos mais valentes <i>Aesir</i>.</p>
<p>O céu escurece e as estrelas caem em <i>Midgard</i>, que é consumido pelo fogo e depois tragada pelo mar. Pouco dos antigos <i>Aesir</i> sobrevivem, e o <b>Ragnarök</b> destrói também <i>Midgard</i>. Das ruinas da batalha, um novo sol subirá aos céus, e uma nova terra se erguerá dos mares. <i>Lif</i> e <i>Lifthrasir</i>, os dois únicos humanos sobreviventes,que se esconderam sob as raízes de Yggdrasil, a árvore que sustentava os nove mundos, repovoarão o mundo, agora livre de seus males, num tempo de harmonia entre deuses e homens.</p>
<h1 class="firstHeading">Fenrir</h1>
<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:The_binding_of_Fenris_by_D_Hardy.jpg" class="image" title="O lobo Fenrir."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/95/The_binding_of_Fenris_by_D_Hardy.jpg/180px-The_binding_of_Fenris_by_D_Hardy.jpg" alt="O lobo Fenrir." class="thumbimage" border="0" height="257" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:The_binding_of_Fenris_by_D_Hardy.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo" title="Lobo">lobo</a> Fenrir.</div>
</div>
</div>
<p><i><b>Fenris</b></i>, <i><b>Fenrir</b></i>, ou ainda <i>Fenrisulfr</i>, é um lobo monstruoso da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>. Filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a> (irmão de criação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>) com a giganta <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angrboda" title="Angrboda">Angrboda</a>, tem como irmãos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungand" title="Jormungand">Jormungand</a> (a serpente de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midgard" title="Midgard">Midgard</a>) e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hel" title="Hel">Hel</a> (a Morte).</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Fenrisulfr.jpg" class="image" title="Fenrir acorrentado à Gleipnir."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/01/Fenrisulfr.jpg/180px-Fenrisulfr.jpg" alt="Fenrir acorrentado à Gleipnir." class="thumbimage" border="0" height="254" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Fenrisulfr.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Fenrir acorrentado à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gleipnir" title="Gleipnir">Gleipnir</a>.</div>
</div>
</div>
<p>Acorrentado pelos deuses até o advento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarok</a> (<i>O Destino Final dos Deuses</i>), Fenrir se solta e causa grande devastação, antes de devorar o próprio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a> (O Supremo deus Guerreiro), sendo morto, posteriormente, pelo filho do grande deus, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vidar" title="Vidar">Vidar</a>, que enfiará uma faca em seu coração (ou rasgará seus peitos até o maxilar, de acordo com um diferente autor).</p>
<p>A fonte mais importante de informação sobre <b>Fenrir</b> aparece na seção de <i>Gylfaginning</i> no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eddas" title="Eddas">édico</a> de <i>Snorri Sturluson</i>, embora haja outros, freqüentemente contraditórios. Por exemplo, em <i>Lokasenna</i>, Loki ameaça <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a> com a destruição por <b>Fenrir</b> durante o Ragnarök, uma vez que <b>Fenrir</b> pode destruir Odin.</p>
<p><b>Fenrir</b> tem dois filhos, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hati" title="Hati">Hati</a> (ódio) e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Skoll" title="Skoll">Skoll</a>. Os dois filhos perseguem os cavalos <i>Árvakr</i> e <i>Alsviðr</i>, que conduzem a carruagem que contém o sol. Hati também persegue <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mani" title="Mani">Mani</a>, a lua. Deve-se notar que Skoll, em determinadas circunstâncias, é usado como um <i>heiti</i> (palavra que descreve uma espécie de <i>kenning</i>, frase poética que é utilizada substituíndo o nome usual de um personagem ou de uma coisa) referenciando, indiretamente, ao pai (<b>Fenrir</b>) e não ao filho (esta ambigüidade também existe no outro sentido. Por exemplo, no poema édico <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vafthruthnismal&amp;action=edit" class="new" title="Vafthruthnismal">Vafthruthnismal</a>, existe uma confusão na estrofe 46, onde à <b>Fenrir</b> é dado os atributos do perseguidor do sol, o que na verdade seria seu filho Skoll).</p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:252px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:John_Bauer-Tyr_and_Fenrir.jpg" class="image" title="De acordo com Eddas, Fenrir arranca fora a mão  de Týr"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/75/John_Bauer-Tyr_and_Fenrir.jpg/250px-John_Bauer-Tyr_and_Fenrir.jpg" alt="De acordo com Eddas, Fenrir arranca fora a mão  de Týr" class="thumbimage" border="0" height="292" width="250" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:John_Bauer-Tyr_and_Fenrir.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>De acordo com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eddas" title="Eddas">Eddas</a>, Fenrir arranca fora a mão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tyr" title="Tyr">Týr</a></div>
</div>
</div>
<p>A partir da &#8220;A profecia dos Völva&#8221; ou &#8220;A profecia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sybil" title="Sybil">Sybil</a>&#8220;,(<a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Volusp%C3%A2&amp;action=edit" class="new" title="Voluspâ">Völuspá</a>) e de sua luta com <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vafthruthnir&amp;action=edit" class="new" title="Vafthruthnir">Vafthruthnir</a> (também relatado no Vafthruthnismal ), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a> percebe que as crianças de Loki e de Angrboda trariam problemas aos deuses. Logo, o poderoso deus traz a sua presença o lobo <b>Fenrir</b>, junto com seu irmão <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jormungand" title="Jormungand">Jormungand</a> e sua irmã, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hela" title="Hela">Hela</a>. Após lançar Jörmungandr nas profundezas do mar e enviar Hel para baixo, na terra dos mortos (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Niflheim" title="Niflheim">Niflheim</a>), Odin mandou que o lobo fosse levado pelos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aesir" title="Aesir">Æsir</a>.</p>
<p>No entanto, somente o deus <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tyr" title="Tyr">Týr</a> era audaz o bastante para alimentar o monstro crescente. Os deuses temiam pela força crescente do lobo e pelas profecias de que o lobo seria sua destruição. Duas vezes, <b>Fenrir</b> concordou em ser acorrentado e, pelas duas vezes, ele estourou facilmente os elos que o prendiam. A primeira corrente, feita do ferro, foi chamada <i>Loeðingr</i>. A segunda, também de ferro, mas duas vezes mais forte, foi chamada <i>Drómi</i>. Finalmente, Odin pediu ajuda aos anões, e eles fizeram um grilhão chamado <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gleipnir" title="Gleipnir">Gleipnir</a></i>, era macio como a seda e foi feito com ingredientes muito especiais.</p>
<p>Os deuses então, levaram Fenris-lobo para uma ilha deserta e o desafiaram a quebrar <i>Gleipnir</i>. Percebendo a armadilha, o lobo concorda, mas com a condição de que um dos deuses pusesse a mão em sua boca, como sinal de &#8220;boa fé&#8221;. Assim, o bravo Tyr enfiou a mão direita entre as mandibulas do terrível monstro.</p>
<p>Existem passagens onde o grande Lobo Fenris devora alguns macacos incautos que tentaram ganhar moral a suas custas. Os macacos sobreviventes se esconderam em terras distantes e temem até hoje as presas do grande Lobo.<br />
Eles amarraram o lobo com os grilhões macios, mas, dessa vez, quanto mais Fenris-lobo puxava, mais Gleipnir apertava-se em seu pescoço. Furioso, ele fechou vigorosamente suas enormes mandíbulas e decepou a mão do deus.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tyr" title="Tyr">Tyr</a> ainda teve a oportunidade de se vingar colocando uma espada na boca do lobo para que ele não fizesse tanto barulho.</p>
<p>Mesmo sabendo que chegaria um dia em que Fenrir se libertaria e traria morte e destruição a todos eles, os deuses não o mataram. &#8220;O que tem de ser, será&#8221;, disseram.</p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:182px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Faroe_stamp_436_The_Death_of_Odin.jpg" class="image" title="Fenrir devorando Odin."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d0/Faroe_stamp_436_The_Death_of_Odin.jpg/180px-Faroe_stamp_436_The_Death_of_Odin.jpg" alt="Fenrir devorando Odin." class="thumbimage" border="0" height="266" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Faroe_stamp_436_The_Death_of_Odin.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Fenrir devorando <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>.</div>
</div>
</div>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:402px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Fenrir_bound_manuscript_image.jpg" class="image" title="Um rio flui da boca de Fenrir encadernado nesta ilustração de um manuscrito islândico do século XVII."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b0/Fenrir_bound_manuscript_image.jpg/400px-Fenrir_bound_manuscript_image.jpg" alt="Um rio flui da boca de Fenrir encadernado nesta ilustração de um manuscrito islândico do século XVII." class="thumbimage" border="0" height="160" width="400" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Fenrir_bound_manuscript_image.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Um rio flui da boca de Fenrir encadernado nesta ilustração de um manuscrito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A2ndia" title="Islândia">islândico</a> do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVII" title="Século XVII">século XVII</a>.</div>
</div>
</div>
<h1 class="firstHeading">Jormungand</h1>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:202px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" class="image" title="Thor lutando contra Jormungand."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/de/Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg/200px-Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" alt="Thor lutando contra Jormungand." class="thumbimage" border="0" height="319" width="200" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Johann_Heinrich_Fussli-Tor_and_Jormundgandr.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a> lutando contra Jormungand.</div>
</div>
</div>
<p>Na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_n%C3%B3rdica" title="Mitologia nórdica">mitologia nórdica</a>, <b>Jormungand</b> é o segundo filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a> com a gigante Angrboda. Tem como irmãos, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenris" title="Fenris">Fenris</a> (o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo" title="Lobo">lobo</a>) e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hel" title="Hel">Hel</a> (a Morte). Jormungand tem o aspecto de uma gigantesca serpente. De acordo com o <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Prose_Edda&amp;action=edit" class="new" title="Prose Edda">Prose Edda</a>, Odin raptou os três filhos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a>, sendo Jormungand jogado no grande oceano que circula <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midgard" title="Midgard">Midgard</a>, aonde viveu desde então. A serpente cresceu tanto que seria capaz de cobrir a Terra e morder sua própria cauda, e como resultado disso, ela ganhou o nome alternativo de Serpente de Midgard ou Serpente do Mundo. O arqui-inimigo de Jormungand é o deus <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor" title="Thor">Thor</a>. Durante o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ragnarok" title="Ragnarok">Ragnarök</a>, ele se libertará e cobrirá a terra e os céus com seu veneno.</p>
<h1 class="firstHeading">Hel</h1>
<p>Na mitologia nórdica, <b>Hel</b>, <b>Hela</b> ou <b>Hell</b> é filha de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Loki" title="Loki">Loki</a> e da gigante <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angrboda" title="Angrboda">Angrboda</a>.</p>
<p>Hel foi banida por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a> para o mundo inferior que recebeu seu nome, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Helheim" title="Helheim">Helheim</a>, que fica nas profundezas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Niflheim" title="Niflheim">Niflheim</a>. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Helheim" title="Helheim">Helheim</a> fica às margens do rio Nastronol, que equivale ao rio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqueronte" title="Aqueronte">Aqueronte</a> da mitologia grega.</p>
<p>Hel é a deusa da morte. De seu salão, <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Eljudnir&amp;action=edit" class="new" title="Eljudnir">Eljudnir</a>, ela reina sobre os que morreram por doenças, velhice ou pena capital. Em seus domínios, o poder de Hel é tal que ela pode desafiar outros deuses, inclusive <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" title="Odin">Odin</a>. Ela foi descrita como tendo metade do corpo de uma mulher viva linda e amavel, e a outra metade, de um cadáver. Seu trono era conhecido como a &#8220;cama do enfermo&#8221;. Seu reino é intransponível, sendo guardado por diversas feras como o gigantesco cão <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Garm" title="Garm">Garm</a>, o dragão <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nidhogg" title="Nidhogg">Nidhogg</a> (que rói as raízes do Freixo Cósmico Yggdrasill incansavelmente.), entre outros.</p>
<p>A personalidade de Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias: Ela não é boa e nem má, simplesmente justa.</p>
<p>Posteriormente, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo" title="Cristianismo">cristãos</a> adotaram Hel e seu domínio de sofrimento eterno como o nome do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inferno" title="Inferno">local para onde iam os condenados</a> (<i>Hell</i>, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa" title="L�ngua inglesa">inglês</a>).</p>
<p>Se você chegou até aqui, PARABÉNS!! Agora você já sabe o básico sobre mitologia nórdica!  Mas não pense que baseado no que leu aqui você já se tornou um expert no assunto! isso é só uma intrdoção ao complexo e poético mundo nórdico se quiser saber mais pesquise! Eu garanto que vale a pena! Recomendo ler os poemas épicos (como beowulf, o mais famoso deles)</p>
<p>obrigado pela atenção.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/26/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/26/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=26&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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			<media:title type="html">Essa figura, de um manuscrito islândês do século XVIII, mostra Loki com sua invenção: a rede de pesca.</media:title>
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			<media:title type="html">Loki engana o cego Hod para que esse atire em Balder.</media:title>
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			<media:title type="html">Loki preso na caverna.</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/74/Odin-thor.jpg/180px-Odin-thor.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Odin</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/23/Thor.jpg/300px-Thor.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Thor, o deus do trovão, pintado por Mårten Eskil.</media:title>
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			<media:title type="html">Thor lutando contra a serpente Jormungard, filha de Loki.</media:title>
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			<media:title type="html">Valhala.</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/02/AM_738_4to_Yggdrasill.png/180px-AM_738_4to_Yggdrasill.png" medium="image">
			<media:title type="html">Yggdrasil.</media:title>
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			<media:title type="html">Thor lutando contra o m�stico monstro Jormungand durante Ragnarok</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/95/The_binding_of_Fenris_by_D_Hardy.jpg/180px-The_binding_of_Fenris_by_D_Hardy.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">O lobo Fenrir.</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/01/Fenrisulfr.jpg/180px-Fenrisulfr.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Fenrir acorrentado à Gleipnir.</media:title>
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			<media:title type="html">De acordo com Eddas, Fenrir arranca fora a mão  de Týr</media:title>
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			<media:title type="html">Fenrir devorando Odin.</media:title>
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			<media:title type="html">Um rio flui da boca de Fenrir encadernado nesta ilustração de um manuscrito islândico do século XVII.</media:title>
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			<media:title type="html">Thor lutando contra Jormungand.</media:title>
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		<title>Nietzsche</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/25/nietzsche/</link>
		<comments>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/25/nietzsche/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 00:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Tá&#8230; eu sei que esse texto ficou muito grande e até bem chato pra quem não se interessa pelo assunto&#8230; mas pra escrever sobre Nietzsche&#8230; não da pra ser breve! A filosofia mundana A filosofia do super-homem (ilustração de R. Edney) Coube a Kant definir a existência de dois tipos de filosofia, a acadêmica (comprometida [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=25&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address><font><font><b>Tá&#8230; eu sei que esse texto ficou muito grande e até bem chato pra quem não se interessa pelo assunto&#8230; mas pra escrever sobre Nietzsche&#8230; não da pra ser breve!</b></font></font></address>
<p>  <font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>A filosofia mundana</b></font></font></p>
<table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="110">
<tr>
<td><img src="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/nietzsche_filosofo1.jpg" border="1" height="250" width="181" /><br />
<font face="Arial, Helvetica" size="1">A filosofia do super-homem (ilustração de R. Edney)</font></td>
</tr>
</table>
<p><font>Coube a Kant definir a existência de dois tipos de filosofia, a acadêmica (comprometida com um sistema de conhecimento racional, presa aos interesses específicos dos pensadores e dos profissionais), e a mundana, que abrange a todos, que não tem limites em suas ambições. A primeira, é antes de tudo um exercício técnico, professoral, a segunda, literário e ideológico, geralmente provocando enormes ressonâncias na sociedade. Evidentemente que Nietzsche preenche inteiramente o segundo quesito. A prosa dele poucas vezes recorre aos conceitos reconhecidos como &#8220;oficiais&#8221; da filosofia tradicional, quanto à terminologia científica ela quase sempre aparece nela oculta atrás de uma roupagem poética ou mesmo sacerdotal. Viu a filosofia não como uma atividade especulativa, um estiolado exercício intramuros feito por um especialista, apartado das coisas da vida, mas &#8220;uma procura voluntária&#8221; até das &#8220;coisas mais detestáveis e infames&#8221;. Uma &#8220;peregrinação através dos gelos e do deserto&#8221; atrás de uma &#8220;história secreta&#8221;, por meio de &#8220;um olhar diferente do que até agora se filosofou&#8221;.</font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>Uma filosofia para a ação</b></font></font><font><br />
A filosofia dele não é apenas iconoclástica no sentido de propor a &#8220;quebra das tábuas&#8221; ou de apresentar uma outra leitura da tradição do pensar ocidental (quando, por exemplo, aponta Sócrates como &#8220;decadente&#8221;), também o é no sentido do próprio filosofar. Nada mais distante dele do que a recomendação estóica da ataraxia, a procura da quietude, do ócio reflexivo, do apartar-se das paixões. Ou ainda da recomendação de Spinoza para que a conquista do entendimento se faça sempre acompanhada de um não ao riso, ao deplorar e ao detestar.</font></p>
<p><font>Ela, a doutrina nietzschiana, clama por movimento, é uma convocação a toque de caixa e clarim de todas a energias vitais do indivíduo superior, ela mesma é uma pulsão incessante. Neste sentido é anti-intelectualista por excelência. Ao acentuar o ato e não a reflexão ou a meditação (que aliás é uma prática abolida do seu receituário, por ter &#8220;sido posto em ridículo o cerimonial e atitude solene do que reflexiona&#8221;), privilegia o &#8220;experimental&#8221;, como ele mesmo definiu sua filosofia (Vontade do Poder &#8211; 476). Se há indecisão entre Apolo e Dionísio, entre a razão e a emoção, ele recomenda seguir o deus das bacantes.</font></p>
<p><font>Neste nervosismo para cumprir com a obra (com a qual todo seguidor de Nietzsche obrigatoriamente deve comprometer-se), &#8220;uma máquina em movimento contínuo&#8221;, a racionalização torna-se um impedimento, um freio intelectual a ser desativado ou destravado. Não que a razão seja dispensada mas sim que ela apenas deverá servir como um instrumento da ação e não para atravancá-la. Pode-se dizer que os símbolos mais precisos do seu filosofar são a ponte (a travessia, o ir para o outro lado, o transcender), e o trapézio (a busca do perigo, do risco, de tentar viver no limite máximo das experiências possíveis), para fazer da vida uma grande aventura. Assim despreza os que acusam-no de fomentar a hybris, o excesso de ação, a falta de limites, o exagero.</font><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>Uma filosofia da solidão</b></font></font><font><br />
Heidegger disse ter sido Nietzsche o primeiro a conceber metafisicamente o momento em que &#8220;o Homem se apressa a assumir o poder na terra na sua totalidade&#8221;. Sobre esse novo homem, sobre esse super-homem, recaem pois todas a responsabilidades. Ele não tem mais para quem apelar tal como o último dos homens ainda fazia no santuário em ruínas do seu Deus morto. Logo, deve fazer crescer dentro de si forças vitais e existências extraordinárias: &#8220;Sobe, pensamento vertiginoso, sai da minha profundidade!&#8221;&#8230;. &#8220;O meu abismo fala. Tornei à luz a minha última profundidade!&#8221;(Assim Falou Zaratustra, III, 1). Não poderá, esse espírito livre, ter contemplação com suas fraquezas, ter compaixão dos outros ou de si lhe é inominável. A palavra de ordem é endurecer! Fazer do seu interior, do corpo e mente, uma intransponível couraça, capaz de desviar de si o sentimentalismo e a piedade. Para Nietzsche, afinal, sempre pareceu inaceitável um Deus todo-poderoso que se deixasse levar por preces, ladainhas ou louvores, dos humilhados e ofendidos.</font></p>
<p><font>Esse ser de Nietzsche tem um fim em si mesmo, ele é a fonte exclusiva da sua energia, ele é o seu próprio consolo porque, afinal, &#8220;Deus está morto!&#8221; Mas de onde extrair firmeza para o extraordinário desafio que é viver num mundo sem Deus? A que reservas humanas recorrer? Justamente aquelas, as mais ocultas, as que foram sufocadas pelos valores religiosos e pela racionalidade dos metafísicos, as virtudes do instinto, da preservação, da agressão, &#8220;o lado mais poderoso, mais temível, mas verdadeiro da existência, o lado em que sua vontade mais exatamente se exprime&#8221;(Vontade de Poder &#8211; 476). Deve-se explorar esse interiores, &#8220;nossas plantações e jardins desconhecidos&#8221; .. pois &#8220;somos todos vulcões esperando a hora da erupção&#8221;(Gaia Ciência, I,9). Esse titã solitário e viril, tal como um deus de si mesmo, busca então as alturas para fugir do ar empestado pelas multidões e pelo agito dos mercados, procurando lá em cima nas estratosferas a companhia das estrelas. É com ele que as águias se identificam.</font></p>
<table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="110">
<tr>
<td><img src="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/nietzsche_filosofo2.jpg" border="1" height="152" width="222" /><br />
<font face="Arial, Helvetica" size="1">Um filosofia para quem habita os picos elevados (foto:Monte Olimpo, Grécia)</font></td>
</tr>
</table>
<p><font>	    </font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>O homem é um devir</b></font></font><font><br />
Seguindo a lógica de Darwin, que via as espécies em luta permanente para manterem-se e adaptarem-se, afirmou que o homem &#8220;é um animal ainda não definido&#8221;, é algo que ainda está em construção. Não obedecendo ao desígnio divino mas sim as suas pulsões e instintos de sobrevivência, de uma natureza humana que ama lutar, o homem faz a si próprio. Fazendo do agón, do combate, a sua razão de ser, até mesmo o conhecimento superior que adquire resulta de um duelo, provido que foi pela faísca resultante do entrechocar da espadas umas contra as outras. Ao redor dele tudo é um guerra civil, contra os outros e contra as adversidades em geral. Ele é um perpétuo superador de si mesmo.</font></p>
<p><font>Portanto, ele não vê na Natureza uma mãe dadivosa e boa como Rousseau a imaginou, mas sim uma madrasta que ao mesmo tempo que lhe permite a vida é avara nas suas benesses: exuberante na sua licenciosidade mas mesquinha nos seus benefícios. Exatamente por isso, a conquista seja lá do que for tem um preço e um sabor incomparável. A decisão de enfrentar as coisas porém não é uníssona e nem traz resultados iguais. Alguns se decidem e vencem, os fortes; outros não, os fracos, os covardes. Merecem eles viver? Cabe à árvore da vida suportar em seus galhos esses frutos inúteis, bichados, estragados, sem esperar que nenhum vento salutar os abale e os derrube?</font><font>           </font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>A psicologia de Nietzsche</b></font></font><font><br />
A teoria do ressentimento como expressão dos vencidos da vida é uma apreciável, se bem que questionável, contribuição de Nietzsche à psicologia moderna. Tomou-a da leitura que ele fizera do &#8220;O homem do subterrâneo&#8221;, de Dostoievski, um relato tortuoso de um misantropo neurótico. Se Hegel estruturou sua concepção da hierarquia social e da formação do estado a partir de um duelo primeiro, onde o vencido, para manter-se vivo aceitava ser escravo e reconhecia no vencedor o seu senhor (ver &#8220;Fenomenologia do Espírito&#8221;, 1807), Nietzsche também irá remontar à esse hipotético duelo para extrair outras conseqüências.</font></p>
<p><font>O embate dele se dá na Palestina no tempo da ocupação romana, quando a casta de sacerdotes judeus, impotentes em derrubar o conquistador, destilou para todos os lados o veneno do ressentimento. Tudo aquilo que era associado ao romano, o que era nobre, altivo, corajoso, passou a ser denunciado como &#8220;mau&#8221;. Por outro lado, o que era vil, fraco e covarde, pareceu-lhes ser &#8220;bom&#8221;. Dessa forma, por meio dessa sutil e corrosiva artimanha, deram começo ao trabalho de sapa visando atingir a solidez psicológica do vencedor. Passado algum tempo, os vencedores, os nobres romanos, minados por esse discurso dos cupins sacerdotais, deram-se por vencidos. Abandonaram ou abdicaram os seus princípios, o que até então lhes dava coragem, capitulando finalmente frente a barbárie invasora.</font><font>     </font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>A linguagem do fraco</b></font></font><font><br />
Havendo uma linguagem do forte, há por sua vez uma do fraco, uma linguagem do rebanho &#8211; a amarga retórica dos cativos. É dela que deve-se precaver. Há nela um evidente discurso do ressentimento, que atribui todas as desgraças do mundo e da sua vida aos outros. Incapaz de assumir a sua responsabilidade pessoal (atributo apenas dos fortes), seja lá no que for, o medíocre, o pequeno, o de &#8221; alma estreita&#8221;, transfere a causa dos seus inúmeros fracassos e decepções a tudo o que está além e acima dele (em Deus ou no diabo, nos nobres, no senhor, no patrão, etc..). O sentimento melindrado do rebanho, expressão coletiva do ordinário e do baixo, volta-se então contra o que se destaca, para o excepcional, acusando-o com dedos numerosos e trêmulos de não ter fracassado e sucumbido na vida como os demais. Condena igualmente &#8220;as paixões que dizem sim&#8221;: a altivez, a alegria, o amor do sexos, a inimizade e a guerra &#8211; enfim, &#8220;tudo o que é rico e quer dar, gratificar a vida, dourá-la, eternizá-la e divinizá-la &#8211; tudo o que age por afirmação&#8221;. (A Vontade de Poder &#8211; 479)</font></p>
<p><font>Interessa constatar que Nietzsche foi um arguto observador das terríveis mazelas e distorções psicológicas que a dominação de um ser humano sobre o outro provoca. De certa forma ele inverte o primado marxista de que as idéias dominantes são as da classe dominante. Para Nietzsche, ao contrário, são os dominadores que têm que precaver-se com as perigosas e debilitadoras idéias dos dominados, pervertidas que foram exatamente por terem sido de alguma forma oprimidos, o pegajosos lodo plebeu que tudo envolve, invade e abala.</font><font>   </font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>Homem, um animal doente</b></font></font><font><br />
O dominado, o pequeno, o plebeu, é um ser aviltado. Ele não tem palavra nem se guia pela verdade. Vive de estratagemas, quase todos bem longe do que poderiam ser considerados como dignos ou honrados. Isto, por sua vez, ira fazer com que Nietzsche denuncie a existência de um universo externo ao indivíduo superior, composto, acima dele, por um poderosos discurso moral, religioso e metafísico, repressor, e, abaixo dele, pelo ressentimento do rebanho, que faz com que as pulsões naturais, fonte das suas características maiores que alimentam o seu talento e o seu desafio, impossibilitadas de virem a se realizar, voltem-se para o seu interior, corroendo-o, aviltando-o, sufocando-o. E o que diz essa acusação opressora? Que tudo aquilo que percorre no íntimo do humano, que seus instintos e fantasias outras que lhe são sugeridas nos seus sonhos, são em geral pecaminosos, indignos, profanadores de uma pureza que ele deveria preservar para poder salvar-se. Que, dizem-lhe mais, a busca do ser bem dotado pela afirmação pessoal e pelo exercício legitimo das suas qualidades não passa de orgulho, de hybris, de ambição desmedida. O resultado disso, dessa crueldade para com a própria espécie, é que o homem, psicologicamente mutilado, &#8220;torna-se um animal doente&#8221;. É um ser eternamente atormentado por ter que viver com uma carnalidade e sensualidade latente, exigindo coisas que ele sempre terá que negar, ocultar, contornar e sepultar, obrigando-o a rastejar frente a deuses que o julgam culpado.</font><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>Os negadores da vida</b></font></font><font><br />
De certo modo, ainda que por outro ângulo ideológico, Nietzsche segue a tarefa da Ilustração no seu combate ao sacerdote. Não se trata somente de alguém que vive da exploração da superstição e da crendice dos simples, que quer manter o povo na ignorância para usufruir de prestigio e poder que a posição clerical lhe confere. O homem de preto para Nietzsche é algo ainda pior. É um inimigo da vida, ele persegue com denodo toda e qualquer forma de expressão de autenticidade, de criatividade, de sensualidade, denunciando-a como fruto do orgulho e da arrogância, tratando-as como uma perigosa manifestação do pecado. É, pois, toda uma cultura religiosa milenar, herdada dos mandamentos judaicos e do clericalismo romano, estruturada nos mandamentos do &#8220;Não!&#8221;( &#8220;Não invocarás ..não roubarás&#8230;não matarás, etc&#8230;), que deve ser denunciada em favor de uma doutrina da afirmação, que enfatize um altissonante &#8220;Sim!&#8221;</font></p>
<p><font>Ele, o sacerdote, a pretexto de salvar a alma, é o responsável pela doença do homem. Com a morte de Deus, a existência do bem e do mal se volatilizou, a prédica religiosa não tem mais nenhum sentido. Mantê-la apenas prolonga o mal estar entre os humanos. Aconselhar, ainda assim a todos, a mansidão, a humildade, a tolerância e a caridade, só avilta ainda mais as gentes, além de envergonhar os homens de força e talento. Desconsiderando serem eles os portadores de uma exuberância animal, inibem ou mutilam a mais autêntica potencialidade criativa que possuem.</font></p>
<p><font>Conclama assim que Jesus Cristo, martirizado na cruz, ícone da dor e do sofrimento, seja sucedido por Dionísio, o deus pagão da alegria, do delírio místico, que vem para celebrar e regozijar-se com a vida, e a coroa de espinhos que apresilhava a testa sangrada do galileu, substituída fosse pelos jocosos chifres do deus-bode dos velhos pagãos. Que, enfim, o inspirador da castidade, da abstinência e do jejum, desse lugar ao estimulador do frenesi, da sensualidade e do exagero. Em termos freudianos trata-se da libertação do id e do ego das imposições do superego.</font></p>
<table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="110">
<tr>
<td><img src="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/nietzsche_filosofo3.jpg" border="1" height="300" width="186" /><br />
<font face="Arial, Helvetica" size="1">Dionísio, o deus da folgança</font></td>
</tr>
</table>
<p><font>   </font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>A posição da filosofia de Nietzsche</b></font></font><font><br />
Habermas, expondo o confronto que estabeleceu-se na Alemanha do século XIX entre as duas correntes opostas emergidas ambas da filosofia de Hegel, os hegelianos de esquerda, ou jovens hegelianos (Marx, Bauer, Hess, Ruge, etc..) e os de direita (Rosenkranz, Hinrichs e Oppenheim), viu em Nietzsche um repúdio e uma superação delas. Para os hegelianos de esquerda tratava-se de erigir uma nova sociedade que definitivamente ultrapassasse aquela em que viviam, para os de direita, ao contrário, apontavam a religião e o estado, como os únicos capazes de voltar a aglutinar uma sociedade civil ameaçada de dissolução. Perfilou-se deste modo aquilo que Moses Hesse chamou de &#8220;o partido do movimento&#8221; e o &#8220;partido da permanência&#8221;.</font></p>
<p><font>Frente a esse verdadeiro cabo-de-guerra entre a revolução e o conservadorismo, que dominou o cenário alemão da época de Bismarck, Nietzsche, rejeitando o radicalismo revolucionário bem como o imobilismo reacionário, dedicou-se a um trabalho de sapa para abalar os fundamentos deles, negando-se a aceitar fosse o governo da massas como o regime dos reis. A síntese disso foi o super-homem que, simultaneamente, afastava-se das multidões e dos socialistas e desconsiderava os sacerdotes e os monarcas.</font></p>
<table align="center" border="1" cellpadding="3" cellspacing="3">
<tr>
<td align="center" valign="top"><font><b>Partido do movimento</b></font></td>
<td align="center" valign="top"><font><b>Nietzsche e o neo-romantismo</b></font></td>
<td align="center" valign="top"><font><b>Partido da permanência</b></font></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><font>Jovens hegelianos que pretendiam converter a filosofia numa prática capaz de conduzir a sociedade ao socialismo e ao igualitarismo</font></td>
<td valign="top"><font>Opõe-se a ambos , reservando ao super-homem um papel de dupla superação, da revolução e da reação</font></td>
<td valign="top"><font>Hegelianos de direita, que apenas desejam manter a dinâmica da sociedade burguesa, desde que ela não corroesse os primados sagrados da religião e do estado.</font></td>
</tr>
</table>
<table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="110">
<tr>
<td><img src="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/nietzsche_filosofo_hegel.jpg" border="1" height="194" width="150" /><br />
<font face="Arial, Helvetica" size="1">Hegel, o paradigma da filosofia alemã moderna</font></td>
</tr>
</table>
<p><font>	      </font></p>
<p><font><font color="#990000" face="Verdana,Arial,Geneva" size="3"><b>Os cinco termos capitais de Nietzsche</b></font></font><font></font></p>
<table align="center" border="1" cellpadding="3" cellspacing="3">
<tr>
<td align="center" valign="top"><font><b>Termo</b></font></td>
<td align="center" valign="top"><font><b>Significado</b></font></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><font>Niilismo (Nihilismus)</font></td>
<td valign="top"><font>Expressão polivalente. Movimento intelectual e político do século XIX, e também expressão usada por Turgueniev para definir a descrença nas tradições religiosas e institucionais até então vigentes. Os crentes do Nada (do latim nihil) talvez fosse apropriado dizer, apesar de paradoxal ou contraditório. Assim classificaram-se os militantes do ateísmo, os anarquistas, os populistas russos, e todos aqueles que se empenhavam em desafiar as normas de comportamento e a duvidar ostensivamente da religião e da existência de Deus. Uma das marcas da modernidade.</font></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><font>Transvaloração (Umvertung aller Werte)</font></td>
<td valign="top"><font>Exigência da filosofia nietzschiana na recuperação dos valores nobres perdidos, fazer do &#8220;mau&#8221; voltar a ser &#8220;bom&#8221;, elogiar o orgulho, a vaidade, a soberba e a arrogância humana, e até o desejo de vingança, desprezar o que é vil, o que é fraco, o que é humilde, o que recende à ralé. Inverter totalmente os valores éticos do cristianismo, reabilitando os antigos valores esgotados da cultura. De certa forma é a restauração do ethos pagão que girava ao redor do herói e do guerreiro intrépido.</font></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><font>Super-homem (Übermensch)</font></td>
<td valign="top"><font>Teoricamente aquele que irá superar (Über) o homem. Um novo ser que, trazendo as novas tábuas, assumirá na totalidade a responsabilidade de viver num mundo ausente de Deus. Caracteriza-se por sua determinação absoluta, pela confiança em sua intuição, pelo seu caráter inquebrantável, por uma solidão ativa, corajosa, e sem concessões no tocante a sua meta (Werke). Ele é um criador, um duro, que não se deixa tomar pela compaixão, dele é o devir.</font></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><font>Vontade de potência (Wille zur Macht)</font></td>
<td valign="top"><font>Trata-se da pulsão permanente pela vida e pelo domínio. Requer a mobilização completa das energias, físicas e mentais, para incessantemente conduzir as coisas às últimas conseqüências. Wille zur Macht é o domínio e a superação de si, das debilidades, e, também domínio sobre os outros e sobre a natureza. A vontade liberta porque é criadora.</font></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><font>Eterno retorno (ewige Widerkunft)</font></td>
<td valign="top"><font>Repto nietzscheano à idéia do progresso dos evolucionistas; à divisão em três etapas da história dos positivistas; à crença do cristianismo na salvação da alma, nascida em pecado e redimida pela graça. É uma retomada da concepção cíclica (ciklós) dos pitagóricos e dos estóicos que viam um eterno perecer e renascer da natureza e da história. Tudo que houve exaurido o Grande Ano, voltará a ocorrer, intermediado pelo fogo e pela destruição periódica.</font></td>
</tr>
</table>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/25/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/25/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=25&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Charles manson</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 03:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura inútil]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[Charles Milles Manson (Cincinnati, 12 de novembro de 1934) foi o fundador de um grupo que cometeu vários assassinatos, dentre eles o assassinato da atriz Sharon Tate, esposa do diretor de cinema Roman Polanski, em 1969. Filho de uma prostituta e frenqüentador assíduo de reformatórios juvenis pelos crimes de falsificação e roubo, Charles Manson recém-cumprira [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=24&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:191px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Charles-mansonbookingphoto.jpg" class="image" title="Charles-mansonbookingphoto.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/21/Charles-mansonbookingphoto.jpg" class="thumbimage" border="0" height="244" width="189" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Charles-mansonbookingphoto.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
</div>
</div>
</div>
<p><b>Charles Milles Manson</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cincinnati" title="Cincinnati">Cincinnati</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_novembro" title="12 de novembro">12 de novembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1934" title="1934">1934</a>) foi o fundador de um grupo que cometeu vários assassinatos, dentre eles o assassinato da atriz <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sharon_Tate" title="Sharon Tate">Sharon Tate</a>, esposa do diretor de cinema <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roman_Polanski" title="Roman Polanski">Roman Polanski</a>, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1969" title="1969">1969</a>. Filho de uma prostituta e frenqüentador assíduo de reformatórios juvenis pelos crimes de falsificação e roubo, Charles Manson recém-cumprira uma pena de 10 anos, em 1954, quando formou uma comunidade estilo &#8220;hippie&#8221; em Spahn Ranch, perto de Los Angeles. Manson tinha idéias grandiosas, e seus seguidores, ou &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_Manson" title="Fam�lia Manson">Família Manson</a>&#8220;, como eram conhecidos, o consideravam a reencarnação de Jesus Cristo. O próprio Manson também acreditava nisso e ainda dizia que os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Beatles" title="The Beatles">Beatles</a> conversavam com ele através de suas canções.</p>
<p>Em 9 de agosto de 1969, um grupo de seguidores de Manson invadiu a casa do diretor Roman Polanski, em Hollywood, assassinando sua esposa, Sharon Tate &#8211; que estava grávida &#8211; e mais quatro amigos do casal. As vítimas foram baleadas, esfaqueadas e espancadas até a morte, e o sangue delas foi usado para escrever mensagens nas paredes. Em uma das paredes, foi escrito &#8220;Pigs&#8221; (Porcos). Na noite seguinte, o mesmo grupo invadiu a casa de Leno e Rosemary LaBianca, matando os dois. As mensagens escritas na parede da casa com o sangue das vítimas foram &#8220;Helter Skelter&#8221;, &#8220;Death to pigs&#8221; e &#8220;Rising&#8221;. Os assassinatos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sharon_Tate" title="Sharon Tate">Sharon Tate</a> e do casal Labianca pela &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_Manson" title="Fam�lia Manson">Família Manson</a>&#8221; ficaram conhecidos como o &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Tate-Labianca" title="Caso Tate-Labianca">Caso Tate-Labianca</a>&#8220;. O objetivo dos assassinatos planejados por Charles Manson era começar uma guerra, que, segundo ele, seria a maior já travada na terra, denominada de &#8220;Helter Skelter&#8221;.(Que tbém é nome de uma musica dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Beatles" title="Beatles">Beatles</a> aonde Manson dizia ter maior quantidade de mensagens subliminares) Uma guerra entre negros e brancos, onde os brancos seriam exterminados. Ele acreditava que algum negro logo seria acusado dos assassinatos, o que faria com que os confrontos explodissem logo. Como ele e sua &#8220;família&#8221; eram brancos, planejavam se esconder em um poço denominado por Manson como poço sem fundo em algum lugar no deserto assim que a suposta guerra começasse.</p>
<p>Linda Kasabian, uma das integrantes da comunidade, porém, resolve fugir e denunciar Charles à polícia, além de depôr em seu julgamento. Ela não concordava com os assassinatos, apesar de ter presenciado alguns.</p>
<p>Manson, então com 33 anos, foi acusado de seis assassinatos e levado à justiça, juntamente com três seguidoras. Embora fosse o líder da &#8220;família&#8221;, alegou não ter participado pessoalmente de nenhum deles. Charles Manson declarou durante o julgamento seu ódio profundo pela humanidade, chamando os membros de sua família de rejeitados pela sociedade. A promotoria se referiu a Manson como &#8220;o homem mais malígno e satânico que já caminhou na face da Terra&#8221;, e o quarteto foi sentenciado à morte. Mas com a mudança no código penal do Estado a pena deles foi alterada para prisão perpétua. Desde então Manson vem tentando mudar sua pena para condicional, mas nunca conseguiu. Sua última tentativa foi em 2007.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/24/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/24/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/24/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=24&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Jack the Ripper</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 03:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma caricatura de Jack o Estripador publicada na revista Punch de setembro de 1888. Jack o Estripador (Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um serial killer não-identificado que agiu no miserável bairro de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta enviada por alguém que dizia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=23&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div align="left"></div>
<div class="thumbinner" style="width:202px;">
<div align="left"><strike><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:John_Tenniel_-_Punch_-_Ripper_cartoon.png.jpg" class="image" title="Uma caricatura de Jack o Estripador publicada na revista Punch de setembro de 1888."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0f/John_Tenniel_-_Punch_-_Ripper_cartoon.png.jpg/200px-John_Tenniel_-_Punch_-_Ripper_cartoon.png.jpg" alt="Uma caricatura de Jack o Estripador publicada na revista Punch de setembro de 1888." class="thumbimage" border="0" height="253" width="177" /></a></strike></div>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:John_Tenniel_-_Punch_-_Ripper_cartoon.png.jpg" class="internal" title="Ampliar"><br />
</a></div>
<p>Uma caricatura de Jack o Estripador publicada na revista <i>Punch</i> de setembro de 1888.</div>
</div>
</div>
<p><b>Jack o Estripador</b> (<b>Jack the Ripper</b>) foi o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pseud%C3%B4nimo" title="Pseudônimo">pseudônimo</a> dado a um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serial_killer" title="Serial killer">serial killer</a> não-identificado que agiu no miserável bairro de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Whitechapel" title="Whitechapel">Whitechapel</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Londres" title="Londres">Londres</a> na segunda metade de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1888" title="1888">1888</a>. O nome foi tirado de uma carta enviada por alguém que dizia ser o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assassino" title="Assassino">assassino</a>, publicada nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal" title="Jornal">jornais</a> na época dos crimes. Embora diversas teorias tenham surgido desde então, a identidade de Jack o Estripador nunca pôde ser determinada.</p>
<p>As <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda" title="Lenda">lendas</a> envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de verdadeiras pesquisas históricas, dando combustível a teorias conspiratórias e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folclore" title="Folclore">folclores</a> duvidosos. A identidade não confirmada do assassino fez com que vários comentaristas, historiadores e leigos apontassem seus respectivos dedos na direção de vários suspeitos. Os jornais (cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época) deram ampla cobertura ao caso devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia" title="Polcia">polícia</a> de efetuar a captura do criminoso, que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.</p>
<p>Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prostitui%C3%A7%C3%A3o" title="Prostituição">prostitutas</a>. Os assassinatos típicos do Estripador eram cometidos em locais públicos e semi-desertos; a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Garganta" title="Garganta">garganta</a> da vítima era cortada, e depois o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cad%C3%A1ver" title="Cadáver">cadáver</a> submetido a mutilações no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abd%C3%B3men" title="Abdómen">abdômen</a> ou em outras partes corporais. Muitos acreditam que as vítimas eram primeiro estranguladas, para evitar barulhos. Devido à natureza dos ferimentos em algumas dessas supostas vítimas, muitas delas com os órgãos internos removidos, especula-se que o assassino tinha algum conhecimento <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9dico" title="Médico">médico</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cirurgia" title="Cirurgia">cirúrgico</a>, ou que até mesmo fosse um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ougue" title="Açougue">açougueiro</a>, embora este ponto, assim como na maioria das suposições sobre o criminoso e os fatos que o circundam, seja uma questão controversa.</p>
<table id="toc" class="toc" summary="Índice">
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p> // <a name="V.C3.ADtimas" id="V.C3.ADtimas"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Vítimas</span></h2>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:252px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:MaryJaneKelly_Ripper_100.jpg" class="image" title="Fotografia da polcia da cena do crime de Mary Jane Kelly."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/49/MaryJaneKelly_Ripper_100.jpg/250px-MaryJaneKelly_Ripper_100.jpg" alt="Fotografia da polcia da cena do crime de Mary Jane Kelly." class="thumbimage" border="0" height="174" width="250" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:MaryJaneKelly_Ripper_100.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Fotografia da polícia da cena do crime de Mary Jane Kelly.</p></div>
</div>
</div>
<p>O número e os nomes das vítimas do Estripador são assunto de um amplo debate, mas a lista mais aceita é a chamada de &#8220;as cinco canônicas&#8221;. Inclui as seguintes prostitutas (ou supostas prostitutas, no caso de Eddowe) que viviam no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/East_End" title="East End">East End</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Londres" title="Londres">Londres</a>:</p>
<ul>
<li><b>Mary Ann Nichols</b> (nome de solteira: Mary Ann Walker; apelido: <i>Polly</i>), nascida em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/26_de_agosto" title="26 de agosto">26 de agosto</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1845" title="1845">1845</a> e morta em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/31_de_agosto" title="31 de agosto">31 de agosto</a> de 1888, uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexta-feira" title="Sexta-feira">sexta-feira</a>. O corpo de Nichols foi descoberto aproximadamente às 3:40 da madrugada no terreno em frente à entrada de um estábulo em Buck&#8217;s Row (hoje Durward Street).</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Annie Chapman</b> (nome de solteira: Eliza Ann Smith; apelido: <i>Dark Annie</i>), nascida em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Setembro" title="Setembro">setembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1841" title="1841">1841</a> e morta em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_setembro" title="8 de setembro">8 de setembro</a> de 1888, um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A1bado" title="Sábado">sábado</a>. O corpo de Chapman foi descoberto aproximadamente às 6:00 da manhã no quintal de uma casa em Hanbury Street, Spitafields.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Elizabeth Stride</b> (nome de solteira: Elisabeth Gustafsdotter; apelido: <i>Long Liz</i>), nascida na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia" title="Suécia">Suécia</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_novembro" title="27 de novembro">27 de novembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1843" title="1843">1843</a> e morta em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_setembro" title="30 de setembro">30 de setembro</a> de 1888, um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Domingo" title="Domingo">domingo</a>. O corpo de Stride foi descoberto perto da 1:00 da madrugada, no chão da Dutfield&#8217;s Yard, na Berner Street (hoje Henriques Street), em Whitechapel.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Catherine Eddowes</b> (usava os nomes “Kate Conway” e “Mary Ann Kelly”, com os sobrenomes tirados de seus dois ex-maridos, Thomas Conway e John Kelly), nascida em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_abril" title="14 de abril">14 de abril</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1842" title="1842">1842</a> e morta em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_setembro" title="30 de setembro">30 de setembro</a> de 1888, no mesmo dia da vítima anterior, Elizabeth Stride. Estudiosos do caso se referem ao episódio como o &#8220;evento duplo&#8221;. Seu corpo foi encontrado na Mitre Square, na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_de_Londres" title="Cidade de Londres">Cidade de Londres</a>.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Mary Jane Kelly</b> (passou a usar o nome “Marie Jeanette Kelly” depois de uma viagem a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paris" title="Paris">Paris</a>; apelido: <i>Ginger</i>), supostamente nascida na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Irlanda" title="Irlanda">Irlanda</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1863" title="1863">1863</a> e morta em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/9_de_novembro" title="9 de novembro">9 de novembro</a> de 1888, uma sexta-feira. O corpo terrivelmente mutilado de Kelly foi descoberto pouco depois das 10:45 da manhã, deitado na cama do quarto onde ela vivia na Dorset Street, em Spitalfields.</li>
</ul>
<p>A autenticidade desta lista baseia-se não apenas na opinião dos pesquisadores, mas também em anotações feitas em particular por Sir Melville Macnaghten enquanto chefe do Departamento de Investigação Criminial no Serviço Metropolitano de Polícia, em papéis que só viriam à tona em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1959" title="1959">1959</a>. As notas de Macnaghten refletiam apenas opiniões policiais da época, embora ele só tenha se juntado ao esquadrão um ano após os assassinatos, e suas anotações continham diversos erros factuais sobre os possíveis suspeitos. Por essa e por outras razões, os estudiosos do caso preferem remover um ou mais nomes de sua lista de vítimas: tipicamente Stride (que, de acordo com uma testemunha, foi atacada em público, e não trazia mutilações além de um corte na garganta) e/ou Kelly (mais nova que as outras vítimas, assassinada dentro de casa e cuja mutilação foi muito mais grave do que nas outras).</p>
<p>Com exceção de Stride, as mutilações tornavam-se cada vez mais sérias a medida que os crimes progrediam. Nichols e Stride não perderam nenhum órgão, mas o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Atero" title="Útero">útero</a> de Chapman foi retirado, e Eddowes teve seu útero e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rim" title="Rim">rim</a> levados embora, além de ser deixada com mutilações faciais. Enquanto apenas o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora%C3%A7%C3%A3o" title="Coração">coração</a> de Kelly tenha sumido da cena do crime, o restante de seus órgãos internos foram retirados e deixados em seu quarto.</p>
<p>Os cinco assassinatos citados foram geralmente cometidos na escuridão, nas últimas horas da madrugada e sempre perto ou do final do mês ou de uma semana. Ainda assim cada caso diferia deste padrão de alguma maneira. Além das diferenças já citadas, Eddowes foi a única a ser assassinada na cidade de Londres, embora próxima ao limites de Whitechapel. Nichols foi a única vítima encontrada em rua aberta, entretanto escura e deserta. Chapman, encontrada em um quintal, foi a única assassinada à luz do dia.</p>
<p>A principal dificuldade em definir quem foi ou não uma vítima do Estripador foi o fato de ocorrer um número espantoso de ataques contra mulheres naquela mesma época. A maioria dos especialistas apontam o corte profundo na garganta, a mutilação do abdômen e dos genitais da vítima, a remoção de órgãos internos e as progressivas mutilações faciais como sendo marcas registradas do Estripador.</p>
<p><a name="As_cartas" id="As_cartas"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">As cartas</span></h2>
<p>Durante o curso dos assassinatos, a polícia e os jornais receberam centenas de cartas sobre o caso. Algumas eram de pessoas bem-intencionadas oferecendo informações para a captura do criminoso; a maioria delas, entretanto, foram consideradas inúteis, e posteriormente ignoradas.</p>
<p>Talvez o mais interessante foram as diversas mensagens que conclamavam terem sido escritas pelo assassino (o apelido “Jack o Estripador” foi cunhado a partir de uma dessas mensagens); a grande maioria não passava de falsificações. Muitos especialistas afirmam que <i>nenhuma</i> delas era verdadeira, mas entre as citadas como provavelmente genuínas, tanto por autoridades da época quanto atuais, três em particular se destacam:</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:95px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:DearBossletterJacktheRipper.jpg" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9a/DearBossletterJacktheRipper.jpg/93px-DearBossletterJacktheRipper.jpg" class="thumbimage" border="0" height="128" width="93" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:DearBossletterJacktheRipper.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>&#8220;Dear Boss&#8221;</p></div>
</div>
</div>
<p>* <b>A carta ao “Caro Chefe”</b>, datada de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/25_de_setembro" title="25 de setembro">25 de setembro</a>. Carimbada pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Correio" title="Correio">correio</a> e recebida em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_setembro" title="27 de setembro">27 de setembro</a> de 1888 pela Agência Central de Notícias, foi encaminhada à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scotland_Yard" title="Scotland Yard">Scotland Yard</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/29_de_setembro" title="29 de setembro">29 de setembro</a>. Inicialmente foi considerada uma farsa, mas quando o corpo de Eddowes foi encontrado com um ferimento na orelha, a promessa da carta de “<i>arrancar as orelhas das senhoritas</i>” ganhou notoriedade. A polícia publicou-a em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1_de_outubro" title="1 de outubro">1 de outubro</a> esperando que alguém reconhecesse a caligrafia, não obtendo resultados. O nome “Jack o Estripador” foi usado pela primeira vez nesta mensagem, tornando-se conhecido mundialmente depois de sua publicação. A maioria das cartas seguintes copiavam o tom desta. Após o fim dos assassinatos, os oficiais de polícia afirmaram que a carta era uma falsificação feita por um jornalista local.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:95px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:SaucyJackPostcard.jpg" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0e/SaucyJackPostcard.jpg/93px-SaucyJackPostcard.jpg" class="thumbimage" border="0" height="143" width="93" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:SaucyJackPostcard.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>&#8220;Saucy Jack&#8221;</p></div>
</div>
</div>
<p>* <b>O cartão-postal do “Insolente Jack”</b> , carimbado e recebido em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1_de_outubro" title="1 de outubro">1 de outubro</a> de 1888 pela Agência Central de Notícias, tinha um estilo similiar à carta “Caro Chefe”. Ele menciona que duas das vítimas – Stride e Eddowes – foram assassinadas num intervalo de poucas horas: “<i>evento duplo desta vez</i>”. Foi discutido que a carta teria sido mandada antes da divulgação dos assassinatos, fazendo pouco provável a hipótese de que um farsante teria tais conhecimentos do crime (embora ela tenha sido carimbada pelo correio mais de 24 horas depois do ocorrido, bem depois de os detalhes já serem conhecidos pelos jornalistas e moradores da área). Os oficiais de polícia afirmaram depois ter identificado o jornalista que foi o autor tanto desta quanto da carta anterior.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:95px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:FromHellLetter.jpg" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/aa/FromHellLetter.jpg/93px-FromHellLetter.jpg" class="thumbimage" border="0" height="133" width="93" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:FromHellLetter.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>&#8220;From Hell&#8221;</p></div>
</div>
</div>
<p>* <b>A carta “Do Inferno”</b>, carimbada em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_outubro" title="15 de outubro">15 de outubro</a> e recebida por George Lusk, do Comitê de Vigilância de Whitechapel, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/16_de_outubro" title="16 de outubro">16 de outubro</a> de 1888. Lusk abriu uma pequena caixa e encontrou a metade de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rim" title="Rim">rim</a> humano, mais tarde confirmado por um médico como tendo sido conservado nos “espíritos do vinho” (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lcool_et%C3%ADlico" title="Álcool etlico">álcool etílico</a>). Um dos rins de Eddowes fora retirado pelo assassino, e um médico afirmou que o órgão mandado para Lusk era “bastante similar àquele removido de Catherine Eddowes”, embora suas descobertas tenham sido inconclusivas. O autor da carta afirmava ter “<i>fritado e comido</i>” a metade ausente do rim.</p>
<p>Algumas fontes citam outra carta, datada de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_setembro" title="17 de setembro">17 de setembro</a> de 1888 como a primeira mensagem a usar o nome de Jack o Estripador. Especialistas acreditam que esta é uma falsificação atual inserida nos arquivos da polícia muito tempo depois dos assassinatos ocorrerem. Eles notaram que a carta não traz nem o selo oficial da polícia, que confirmaria a data em que ela foi recebida, nem as iniciais do investigador que teria examinado-a se aquela fosse mesmo uma evidência em potencial; ela também não é mencionada em nenhum documento oficial da época, e algumas das pessoas que tiveram a carta em mãos afirmam que ela foi escrita com uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caneta" title="Caneta">caneta</a> esferográfica, que só seria inventanda pelo menos cinquenta anos depois dos crimes do Estripador.</p>
<p><a name="A_picha.C3.A7.C3.A3o_na_Rua_Goulston" id="A_picha.C3.A7.C3.A3o_na_Rua_Goulston"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">A pichação na Rua Goulston</span></h2>
<p>.</p>
<p>Depois do “evento duplo” na madrugada de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_setembro" title="30 de setembro">30 de setembro</a>, a polícia vasculhou a área em torno da cena do crime na tentativa de localizar suspeitos, testemunhas ou alguma evidência. Aproximadamente às 3:00 da madrugada, o agente Alfred Long descobriu uma peça de roupa ensanguentada perto de um sobrado na Gouldon Street. A peça seria posteriormente confirmada como sendo um avental pertencente à Eddowes.</p>
<p>Havia uma pichação feita a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Giz" title="Giz">giz</a> na parede em frente ao local onde o avental fora encontrado. Não se sabe ao certo o que estava escrito porque alguns oficiais de polícia relatam que a inscrição era “The Juwes are the men That Will not be Blamed for nothing” (Os Juwes são os homens que não levarão a culpa sem motivo), enquanto outros relembraram a mensagem de forma diferente: “The Juwes are not The men That Will be Blamed for nothing” (Os Juwes não são os homens que levarão a culpa sem motivo). A dúvida nunca foi sanada porque a inscrição foi apagada sem ao menos ser fotografada.</p>
<p>O Superintendente de Polícia Thomas Arnold viu a pichação ao visitar o local e ordenou que fosse removida. Não se sabe se Arnold acreditava que &#8220;Juwes&#8221; fosse o mesmo que &#8220;Jews&#8221; (judeus) grafado de forma errada pelo assassino, ou se ele próprio não percebeu que se tratava de uma palavra diferente. Ele temia que com o nascer do sol e o começo do expediente comercial a mensagem seria vista e o sentimento <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anti-semita" title="Anti-semita">anti-semita</a>, já então amplamente aflorado, aumentasse ainda mais entre a população. Desde o assassinato de Nichols, rumores começaram a circular no East End sobre os crimes serem de autoria de um judeu chamado <i>Avental-de-Couro</i>. A tensão religiosa já se encontrava em níveis insuportáveis, tendo ocorrido inclusive alguns confrontos.</p>
<p>Enquanto o grafite foi encontrado no território da Polícia Metropolitana, o avental era de uma vítima assassinada na cidade de Londres, que possuía uma força policial em separado.</p>
<p>Alguns oficiais não concordaram com a ordem de Arnold, especialmente os que representavam a Polícia da Cidade de Londres, que considerava a pichação como parte da cena do crime &#8211; que deveria ter sido pelo menos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia" title="Fotografia">fotografada</a> antes de ser apagada, mas a ordem de Arnold foi cumprida assim mesmo pelo Comissário da Polícia Metropolina Sir <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Warren" title="Charles Warren">Charles Warren</a>. A inscrição foi retirada aproximadamente às 5:30 da manhã.</p>
<p>A decisão de Arnold foi equivocada porque qualquer judeu que conseguisse escrever corretamente o resto da sentença, saberia com certeza também escrever corretamente o nome de seu povo. Estudiosos do caso hoje em dia levantam a hipótese de que &#8220;Juwes&#8221; na verdade seriam os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ma%C3%A7onaria" title="Maçonaria">maçons</a>.</p>
<p><a name="Investiga.C3.A7.C3.A3o" id="Investiga.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Investigação</span></h2>
<p>.</p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:102px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:George_Lusk%2C_President_of_the_Whitechapel_Vigilance_Committee.jpg" class="image" title="George Lusk, presidente do Comitê de Vigilância de Whitechapel."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cc/George_Lusk%2C_President_of_the_Whitechapel_Vigilance_Committee.jpg/100px-George_Lusk%2C_President_of_the_Whitechapel_Vigilance_Committee.jpg" alt="George Lusk, presidente do Comitê de Vigilância de Whitechapel." class="thumbimage" border="0" height="134" width="100" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:George_Lusk%2C_President_of_the_Whitechapel_Vigilance_Committee.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>George Lusk, presidente do Comitê de Vigilância de Whitechapel.</p></div>
</div>
</div>
<p>Antes de pormenorizar a investigação dos crimes de Jack o Estripador, é importante notar que as técnicas policiais e o nível de conhecimento progrediram consideravelmente desde então. Muitas técnicas da ciência forense conhecidas hoje em dia eram ignoradas pela Polícia Metropolitana da Era Vitoriana, e o conceito e as motivações de assassinos em série eram pouco compreendidos. A polícia reconheceu uma motivação ou elemento sexual para os ataques, mas até então eles não eram familizaridos com tais crimes.</p>
<p>A investigação sobre os assassinatos de Whitechapel foi inicialmente conduzida pela Whitechapel (H) Division C.I.D., chefiada pelo Inspetor-Detetive Edmund Reid. Depois do assassinato de Nichols os Inspetores-Detetives Frederick Abberline, Henry Moore e Walter Andrews foram designados pelo Escritório Central da Scotland Yard para acompanharem as investigações. Após o assassinato de Eddowes, que ocorreu nos limites da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_de_Londres" title="Cidade de Londres">Cidade de Londres</a>, a Polícia Metropolitana sob a chefia do Inspetor-Detetive James McWilliam também foi engajada no caso.</p>
<p>O &#8220;Comitê de Vigilância de Whitechapel&#8221; foi um grupo de cidadãos que passou a patrulhar as ruas de Londres durante os assassinatos de Jack o Estripador em 1888. As patrulhas ocorriam principalmente à noite, em busca do criminoso. O comitê foi liderado por George Lusk, e posteriormente por Albert Bachert.</p>
<p><a name="M.C3.ADdia" id="M.C3.ADdia"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Mídia</span></h2>
<p>.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:252px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:JacktheRipperPuck.jpg" class="image" title="Capa da edição de 21 de setembro de 1888 da revista Puck, apresentando a versão do cartunista Tom Merry de Jack o Estripador."><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/88/JacktheRipperPuck.jpg/250px-JacktheRipperPuck.jpg" alt="Capa da edição de 21 de setembro de 1888 da revista Puck, apresentando a versão do cartunista Tom Merry de Jack o Estripador." class="thumbimage" border="0" height="365" width="250" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:JacktheRipperPuck.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Capa da edição de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_setembro" title="21 de setembro">21 de setembro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1888" title="1888">1888</a> da revista <i>Puck</i>, apresentando a versão do cartunista Tom Merry de Jack o Estripador.</div>
</div>
</div>
<p>Alguns acreditam que o apelido do assassino foi inventado por jornaleiros, na esperança de que uma história mais interessante aumentasse suas vendas. A prática tornar-se-ia um costume ao redor do mundo, com inúmeros criminosos apelidados e tornados famosos pela imprensa.</p>
<p>Mas os assassinatos do Estripador marcaram uma etapa importante na vida moderna <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido" title="Reino Unido">britânica</a>. Embora não tenha sido o primeiro assassino em série, Jack o Estripador foi o primeiro a criar um frenesi mundial da mídia em torno de seus crimes. O surgimento em massa de jornais baratos na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra" title="Inglaterra">Inglaterra</a> a partir de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1855" title="1855">1855</a> fez do Estripador o beneficiário de uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade" title="Publicidade">publicidade</a> até então sem precedentes. Isto, combinado ao fato de ninguém ter sido acusado formalmente pelos assassinatos, criou uma mitologia investigativa que eclipsaria completamente outros criminosos do tipo que surgiram mais tarde.</p>
<p>Os miseráveis do East End eram há muito ignorados pela influente sociedade, mas a natureza dos crimes e de suas vítimas forçosamente chamou atenção para as condições em que viviam. Esta atenção significou que os reformistas sociais da época finalmente puderam ser ouvidos pelas classes altas, convencendo-as de que algo deveria ser feito para ajudar os pobres. Uma carta de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Bernard_Shaw" title="George Bernard Shaw">George Bernard Shaw</a> para o <i>Star</i> trazia comentários sarcásticos sobre o interesse repentino da imprensa pelo assunto:</p>
<table style="border-collapse:collapse;background-color:transparent;border-style:none;" align="center" cellpadding="10">
<tr>
<td valign="top" width="10"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Cquote1.png" class="image" title="Cquote1.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6b/Cquote1.png/20px-Cquote1.png" border="0" height="15" width="20" /></a></td>
<td><i>Enquanto nós Democratas Sociais perdemos nosso tempo com educação, agitação e organização, algum gênio independente tomou a questão em suas próprias mãos, e simplesmente por matar e esquartejar quatro mulheres, converteu a imprensa capitalista numa espécime inepta de comunista.</i></td>
<td valign="bottom" width="10"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Cquote2.png" class="image" title="Cquote2.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/33/Cquote2.png/20px-Cquote2.png" border="0" height="15" width="20" /></a></td>
</tr>
</table>
<p><a name="Suspeitos" id="Suspeitos"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Suspeitos</span></h2>
<p>.</p>
<p>Ao longo da história muitos foram apontados como suspeitos tanto pela polícia como por historiadores investigadores, porém até hoje nada foi comprovado oficialmente:</p>
<p><a name="Suspeitos_pela_pol.C3.ADcia_da_.C3.A9poca" id="Suspeitos_pela_pol.C3.ADcia_da_.C3.A9poca"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Suspeitos pela polícia da época</span></h3>
<p>.</p>
<ul>
<li>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Druitt2.jpg" class="image" title="Druitt"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2d/Druitt2.jpg/150px-Druitt2.jpg" alt="Druitt" class="thumbimage" border="0" height="216" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Druitt2.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Druitt</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Montague John Druitt</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1857" title="1857">1857</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1888" title="1888">1888</a>) &#8211; De origem burguesa, Montagne John Druitt nasceu em 1857. Extremamente inteligente, obtém uma bolsa de estudos no Winchester College e, depois, em Oxford. Era um estudante brilhante, popular entre os colegas, pratica remo e críquete. Em 1880, Druitt se forma, mas sua vida começa a ficar complicada. Ele inicia o curso de Direito, mas abandona a escola. Entra para a faculdade de Medicina, desiste do curso e retoma o de Direito. Trabalha numa escola para sobreviver. Em 1888, é despedido.</li>
</ul>
<p>Druitt sentia que estava ficando louco como a mãe, internada para sempre num hospital psiquiátrico. Druitt foi visto pela última vez em 3 de dezembro de 1888, e seu corpo foi resgatado do Tâmisa, próximo a Londres, no dia 31. Os bolsos estavam cheios de pedras. A morte de Druitt coincide com o fim da onda de crimes, mas o fato de que jogava críquete em Blackheath na manhã da descoberta dos corpos de Mary Chapman e de Polly Nichols seria suficiente para inocentá-lo. Em março de 1889, os policiais garantem a um membro do comitê de vigilância que reclama da redução das rondas, que Jack, o Estripador, estava morto. Segundo a polícia, o fato não fora divulgado para poupar a mãe do criminoso, que estava internada.</p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Klosowski.jpg" class="image" title="Kłosowski"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2d/Klosowski.jpg/150px-Klosowski.jpg" alt="Kłosowski" class="thumbimage" border="0" height="217" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Klosowski.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Kłosowski</p></div>
</div>
</div>
<ul>
<li><b>Seweryn Kłosowski</b> &#8211; Conhecido também como George Chapman e de origem polonesa, era proprietário de um salão de cabeleireiros a alguns metros do local onde Martha Tabram foi assassinada. Kłosowski é parecido com o homem visto com Mary Kelly. Além disso, algumas das cartas assinadas por Jack, o Estripador, contêm <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Express%C3%B5es_idiom%C3%A1ticas" title="Expressões idiomáticas">expressões idiomáticas</a> americanas, e Kłosowski morou durante dois anos nos Estados Unidos.</li>
</ul>
<p>Agressivo, vivia em Londres na época e provavelmente tinha conhecimentos médicos. Era um dos principais suspeitos do Inspetor Frederick Abberline. Acaba enforcado em 1903, condenado pelo envenenamento de três de suas amantes. As suspeitas sobre ele diminuem, pois não é comum um assassino variar tanto seu <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_operandi" title="Modus operandi">modus operandi</a></i>.</p>
<ul>
<li><b>Aaron Kosminski</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1865" title="1865">1865</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1919" title="1919">1919</a>) &#8211; Nasceu na Rússia em 1865, Foi apontado por várias testemunhas por sua semelhança com as descrições feitas na época, porém nenhuma conseguiu confirmar quando fora colocada frente a frente com Kosminski. Kosminski encontra-se também com características de perfil assassino feitas por John Douglas e Robert Ressler, como falta de um emprego fixo e a morte do pai quando tinha apenas 8 anos.</li>
</ul>
<ul>
<li>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Ostrogg.jpg" class="image" title="Ostrog"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ee/Ostrogg.jpg/150px-Ostrogg.jpg" alt="Ostrog" class="thumbimage" border="0" height="188" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Ostrogg.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Ostrog</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Michael Ostrog</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1833" title="1833">1833</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1904" title="1904">1904</a>) &#8211; As suspeitas atingem um certo Michael Ostrog &#8211; que seria Konovalov &#8211; um médico considerado louco, que conseguiu se livrar de várias condenações. Ostrog tem a reputação de bater em mulheres e de nunca se separar de seus instrumentos cirúrgicos. Um homem com as características de Ostrog foi assassinado num asilo para loucos, logo após a morte de uma mulher em Petrogrado. Por coincidência, essa mulher foi morta após a volta de Konovalov à Rússia. Provavelmente tenha morrido em 1904 mas esta data é considerada incerta.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>John Pizer</b> &#8211; Um judeu polonês que trabalhava como sapateiro em Whitechapel. Depois dos dois primeiros assassinatos, o sargento de polícia William Thick intimou Pizer a depor. Thick aparentemente acreditava que Pizer era o homem conhecido como &#8220;Leather Apron&#8221;, notório por cometer agressões contra prostitutas. No princípio dos crimes de Whitechapel muitos moradores locais suspeitavam que &#8220;Leather Apron&#8221; era o assassino. Pizer deixou de ser suspeito quando foi descoberto que durante um dos assassinatos ele estava na compania de um oficial de polícia enquanto ambos assistiam a um incêndio nas docas de Londres. Pizer alegou que Thick o conhecia há vários anos, e que sua prisão foi baseada em animosidade e não em evidências.</li>
</ul>
<ul>
<li>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Tumblety.jpg" class="image" title="Tumblety"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2c/Tumblety.jpg/150px-Tumblety.jpg" alt="Tumblety" class="thumbimage" border="0" height="199" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Tumblety.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Tumblety</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Dr. Francis Tumblety</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1833" title="1833">1833</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1903" title="1903">1903</a>) &#8211; Outro médico suspeito teria sido o americano Francis Tumblety, que visitava Londres freqüentemente, odiava mulheres e costumava colecionar órgãos humanos, como úteros. Foi preso em Londres no dia 7 de Novembro de 1888 acusado de &#8220;atos indecentes&#8221; (aparentemente por práticas homossexuais), mas no dia 24 conseguiu fugir para a França.</li>
</ul>
<p>Tumblety foi citado como sendo suspeito pelo então ex-Inspetor Chefe John George Littlechild da Polícia Metropolitana em uma carta ao jornalista e escritor George R. Sims datada de 23 de setembro de 1913.</p>
<p><a name="Outros_suspeitos_da_.C3.A9poca" id="Outros_suspeitos_da_.C3.A9poca"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Outros suspeitos da época</span></h3>
<p>.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:William_Henry_Bury.jpg" class="image" title="Bury"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/06/William_Henry_Bury.jpg/150px-William_Henry_Bury.jpg" alt="Bury" class="thumbimage" border="0" height="209" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:William_Henry_Bury.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Bury</p></div>
</div>
</div>
<ul>
<li><b>William Henry Bury</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1859" title="1859">1859</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1889" title="1889">1889</a>) &#8211; Tendo se mudado recentemente da Escócia para Londres, ele estrangulou sua esposa Ellen Elliot, uma ex-prostituta, em 5 de fevereiro de 1889, inflingindo cortes profundos em seu abdômem depois de ela já estar morta, a &#8220;encaixotando&#8221; em uma caixa de madeira a qual ele passou a usar como mesa de dominó. Bury seguiu sua vida normalmente por quase uma semana, antes de comunicar o crime à polícia em 10 de fevereiro.</li>
</ul>
<p>Bury foi enforcado pouco depois em Dundee, após confessar o assassinato de sua esposa. Seria o último enforcamento a ser realizado na cidade.</p>
<ul>
<li>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Neil-cream.jpg" class="image" title="Cream"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/51/Neil-cream.jpg" alt="Cream" class="thumbimage" border="0" height="218" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Neil-cream.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Cream</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Dr. Thomas Neil Cream</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1850" title="1850">1850</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1892" title="1892">1892</a>) &#8211; O doutor Neil Cream envenenou quatro prostitutas com estricnina, e ficou conhecido como o &#8220;Envenenador de Lambeth&#8221;. Por esses crimes, é enforcado em 1892. No cadafalso, suas últimas palavras para o carrasco são: &#8220;Eu sou Jack, &#8230;&#8221;. Contudo, no momento dos assassinatos, Cream estava preso em Illinois, nos Estados Unidos. Absolvido pela Justiça norte-americana em julho de 1891, está na Grã-Bretanha desde setembro. A situação complica-se quando Cream envolve no caso um sósia dele. De fato, anteriormente, para se defender num processo de bigamia, ele afirma que, à época dos crimes, estava detido em Sydney, na Austrália. O diretor da prisão confirma que um homem com as características de Cream esteve preso na instituição, o que basta para esclarecer as dúvidas. Obviamente, dois homens serviram-se mutuamente de álibis, e as derradeiras palavras de Cream ao carrasco teriam sido uma última demonstração de generosidade ao seu cúmplice.</li>
</ul>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:110px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Deeming.jpg" class="image" title="Deeming"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/aa/Deeming.jpg" alt="Deeming" class="thumbimage" border="0" height="108" width="108" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Deeming.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Deeming</p></div>
</div>
</div>
<ul>
<li><b>Frederick Bailey Deeming</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1842" title="1842">1842</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1892" title="1892">1892</a>) &#8211; Marinheiro que vivia em Sidney, Austrália, é preso na Inglaterra e declarado culpado em 15 de dezembro de 1887 de acusações de fraude. Passa quatorze dias na cadeia, fugindo para Cape Town, África do Sul. Não há registro de seu paradeiro entre março de 1888 e outubro de 1889 (época dos crimes). Em 11 de agosto de 1891 matou a esposa e os filhos enquanto eles dormiam cortando suas gargantas. Casou-se novamente no mesmo ano, assassinando sua nova esposa em 15 de dezembro de 1891 e a enterrando sob a casa que o casal alugara em Victoria, Austrália. É preso em 11 de março de 1892, julgado e sentenciado à forca.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Carl Feigenbaum</b> &#8211; Preso em Nova York em 1884 por cortar a garganta de uma mulher. Depois de sua execução seu advogado alegou que Feigenbaum havia confessado seu ódio por mulheres e o desejo de matá-las e as mutilar. O advogado foi além, dizendo acreditar que Feigenbaum era Jack o Estripador. Esta teoria ganhou alguma atenção da imprensa na época, mas foi rebatida pelo sócio do advogado, e a tese não foi para lugar algum por mais de um século. O escritor Trevor Marriott, ex-detetive do departamento de homicídios da polícia britânica, afirma na segunda edição de seu livro <i>Jack The Ripper &#8211; The 21st Century Investigation</i>, que Feigenbaum estava em Whitechapel na época dos assassinatos de Jack e que também foi responsável por crimes semelhantes nos Estados Unidos e Alemanha entre 1891 e 1894.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Robert Donston Stephenson</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1841" title="1841">1841</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1916" title="1916">1916</a>) &#8211; Também conhecido como Roslyn D&#8217;Onston, era um jornalista e escritor conhecido por seu interesse em ocultismo e magia negra. Entrou como paciente no hospital Whitechapel pouco antes dos assassinatos começarem, saiu assim que terminaram. Tinha um interesse extremo pelos assassinatos, isso acabou levantando suspeitas sobre ele, porém o fato de não ter um histórico violento com mulheres acabou denotando incompatibilidade com um perfil assassino. Pode ter sido também um dos autores das cartas enviadas para os Jornais.</li>
</ul>
<p><a name="Suspeitos_surgidos_posteriormente" id="Suspeitos_surgidos_posteriormente"></a></p>
<h3><span class="editsection"></span><span class="mw-headline">Suspeitos surgidos posteriormente</span></h3>
<p>.</p>
<ul>
<li>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Joseph-barnett-jack-the-rip.jpg" class="image" title="Barnett"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1e/Joseph-barnett-jack-the-rip.jpg" alt="Barnett" class="thumbimage" border="0" height="200" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Joseph-barnett-jack-the-rip.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Barnett</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Joseph Barnett</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1858" title="1858">1858</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1926" title="1926">1926</a>) &#8211; Amante de Mary Jane Kelly de 8 de abril de 1887 a 30 de outubro de 1888, quando brigaram e se separaram. Ele a visitou dias depois, supostamente para tentar fazer as pazes. Há suspeitas de que ele tenha sido rejeitado. Incluído na lista de suspeitos por ter sido desprezado por Kelly, embora alguns atribuam a ele os demais crimes. Seus depoimentos sobre o que Kelly disse a ele sobre sua vida constituem a principal fonte de informações sobre ela. A validade de suas declarações também foram colocadas sob suspeita.</li>
</ul>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:LewisCarroll.jpg" class="image" title="Carroll"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d3/LewisCarroll.jpg/150px-LewisCarroll.jpg" alt="Carroll" class="thumbimage" border="0" height="133" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:LewisCarroll.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Carroll</p></div>
</div>
</div>
<ul>
<li><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lewis_Carroll" title="Lewis Carroll">Lewis Carroll</a></b> (Charles Lutwidge Dodgson &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1832" title="1832">1832</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1898" title="1898">1898</a>) &#8211; escritor e matemático inglês do século XIX. Escreveu “Alice no País das Maravilhas”; indicado como suspeito por base em anagramas que o escritor Richard Wallace inventou para seu livro <i>Jack the Ripper, Light-Hearted Friend</i>, que em geral não é levado a sério por outros estudiosos.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>David Cohen</b> &#8211; Um judeu polonês cujo encarceramento no asilo de Colney Hatch coincidiu com o término dos assassinatos. Descrito como violentamente anti-social, o morador pobre de East End foi sugerido como suspeito pelo escritor Martin Fido em seu livro <i>The Crimes, Detection and Death of Jack the Ripper</i> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1987" title="1987">1987</a>.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>William Withey Gull</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1816" title="1816">1816</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1890" title="1890">1890</a>) &#8211; Médico da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rainha_Vit%C3%B3ria" title="Rainha Vitória">Rainha Vitória</a>. Foi considerado um dos suspeitos como parte da evolução da teoria da conspiração envolvendo a Família Real. Graças à popularidade desta teoria entre escritores, e por sua natureza dramática, Gull aparece como o Estripador em vários livros e filmes.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>George Hutchinson</b> &#8211; George Hutchinson era homem que foi visto saindo do quarto de Kelly na noite de seu assassinato, sua descrição era excepcionalmente detalhada &#8211; detalhes em demasia, algumas acreditam. A polícia naquele tempo interrogou-o várias vezes mas acabaram não o mantendo como um suspeito, existem até os que acreditam que as descrições feitas na época eram apenas para confundir ainda mais a polícia.</li>
</ul>
<ul>
<li>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:102px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Jkelly.jpg" class="image" title="Kelly"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fa/Jkelly.jpg" alt="Kelly" class="thumbimage" border="0" height="97" width="100" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Jkelly.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Kelly</p></div>
</div>
</div>
<p><b>James Kelly</b> &#8211; Era um esquizofrênico diagnosticado mas escapou do internato em 1888. Tinha-se mostrado capaz de assassinar com uma faca. Suas razões para assassinar sua esposa eram de que era uma prostituta e infectada. Seus movimentos depois que saiu de Broadmoor não podem ser verificados. Não há nenhuma prova que estava em Londres em 1888. Não há também nenhum outro assassinato que podem ser associado a ele por seus movimentos até 1927 quando aparentemente morreu de causas naturais.</li>
</ul>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Maybrick.jpg" class="image" title="Maybrick"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/86/Maybrick.jpg/150px-Maybrick.jpg" alt="Maybrick" class="thumbimage" border="0" height="166" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Maybrick.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Maybrick</p></div>
</div>
</div>
<ul>
<li><b>James Maybrick</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1838" title="1838">1838</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1889" title="1889">1889</a>) &#8211; Comerciante de Algodão em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liverpool" title="Liverpool">Liverpool</a>, Envenenou a esposa e ficou preso por diversos anos quando acabou solto, em 1990 foi publicado o seu diário pessoal onde afirmaria ser ele o Estripador, porém nunca foi provado a autenticidade das publicações.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Alexander Pedachenko</b> &#8211; Dizia ser um médico russo mandado como agente da Polícia Secreta da Rússia Imperial, a Okhranka, para cometer os crimes com o propósito de desacreditar as autoridades inglesas. Além de não haver evidências de que ele tenha cometido os crimes, não há nem mesmo provas de que Pedachenko existiu.</li>
</ul>
<ul>
<li>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Sickert.jpg" class="image" title="Sickert"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9a/Sickert.jpg/150px-Sickert.jpg" alt="Sickert" class="thumbimage" border="0" height="177" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Sickert.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Sickert</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Walter Sickert</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1860" title="1860">1860</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1942" title="1942">1942</a>) &#8211; Um artista alemão de descendência holandesa e dinamarquesa. Originalmente citado como parte das diversas teorias conspiratórias envolvendo a família Real e então apontado como sendo o próprio Estripador pelos escritor Jean Overton Fuller e Patricia Cornwell. Sickert não é considerado um suspeito importante pela maioria dos estudiosos, e várias evidências mostram que ele estava na França na época dos assassinatos.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Joseph Silver</b> &#8211; Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007">2007</a> o historiador sul-africano Charles van Onselen afirmou, no livro <i>The Fox and The Flies: The World of Joseph Silver, Racketeer and Psychopath</i>, que Joseph Silver, um judeu polonês, era Jack o Estripador. Os críticos observaram que, entre outras coisas, Onselen nem mesmo prova que Silver estava em Londres na época dos assassinatos, e que a acusação não passa de especulação. Onselen respondeu dizendo que as circunstâncias envolvidas deveriam fazer de Silver um suspeito.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>James Kenneth Stephen</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1859" title="1859">1859</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1892" title="1892">1892</a>) &#8211; Era conhecido como lunático e também tinha conexões com o Príncipe Albert, outro suspeito. Sofreu problemas físicos e mentais sérios após um acidente em 1886/1887, seus poemas tinham conteúdo mórbido mas não há nada que indique que tenha tido experiências como um assassino.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Francis Thompson</b> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1859" title="1859">1859</a>-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1907" title="1907">1907</a>) &#8211; Era poeta, católico e visto por muitos como um fanático religioso.</li>
</ul>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width:152px;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:PrinceAlbertVictor.jpg" class="image" title="Victor"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0f/PrinceAlbertVictor.jpg/150px-PrinceAlbertVictor.jpg" alt="Victor" class="thumbimage" border="0" height="194" width="150" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify" style="float:right;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:PrinceAlbertVictor.jpg" class="internal" title="Ampliar"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Victor</p></div>
</div>
</div>
<ul>
<li><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%ADncipe_Alberto_Victor%2C_Duque_de_Clarence" title="Prncipe Alberto Victor, Duque de Clarence">Príncipe Alberto Victor</a></b> &#8211; Foi indicado em vários livros ou como o próprio assassino ou como o mandante dos crimes, parte de um complô real para encobrir supostos erros da monarquia. Essas teorias foram descartadas por vários historiadores e pela maioria dos especialistas nos assassinatos do Estripador.</li>
</ul>
<ul>
<li><b>Sir John Williams</b> &#8211; Amigo da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rainha_Vit%C3%B3ria" title="Rainha Vitória">Rainha Vitória</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obstetra" title="Obstetra">obstetra</a> de sua filha, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Princesa_Beatriz_do_Reino_Unido" title="Princesa Beatriz do Reino Unido">Princesa Beatrice</a>, foi acusado em um livro de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2005" title="2005">2005</a>, <i>Uncle Jack</i>, escrito por um de seus descendentes, Tony Williams, em parceria com Humphrey Price. O autor afirma ter registros que mostram que todas as vítimas conheciam o médico pessoalmente, e discute que todas foram mortas e mutiladas numa tentativa de se descobrir as causas da infertilidade.</li>
</ul>
<p><a name="Jack_o_Estripador_na_cultura_popular" id="Jack_o_Estripador_na_cultura_popular"></a></p>
<h2><span class="editsection"></span> <span class="mw-headline">Jack o Estripador na cultura popular</span></h2>
<p>.</p>
<p>Jack o Estripador já foi apresentado em diversas obras de ficção e cultura popular, ou como personagem principal ou em papéis secundários.</p>
<p>Na época dos assassinatos, uma versão teatral do livro <i>Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. hyde</i> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson" title="Robert Louis Stevenson">Robert Louis Stevenson</a> estava sendo apresentada. O tema central, sobre horríveis assassinatos nas ruas de Londres, chamou bastante atenção, fazendo inclusive com que o astro da peça fosse acusado por algumas pessoas de ser o próprio Estripador, embora esta teoria nunca tenha sido levada a sério pela polícia.</p>
<p>Em 2006, Jack o Estripador foi escolhido pela revista <i>BBC History Magazine</i> e seus leitores como o pior bretão da história.</p>
<p>A lenda do Estripador continua sendo divulgada no East End de Londres, com várias visitas guiadas nos locais dos crimes. O <i>The Ten Bells</i>, um pub Vitoriano na Comercial Street que era frequentado pelas vítimas de Jack o Estripador, foi o foco de tais visitas por muitos anos. A fim de lucrar em cima disso, os proprietários mudaram seu nome para &#8220;Jack the Ripper&#8221; na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_60" title="Década de 60">década de 60</a>, mas depois de protestos por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo" title="Feminismo">feministas</a> e outros grupos, o pub voltou ao seu nome original.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/23/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/23/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/23/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=23&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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			<media:title type="html">Uma caricatura de Jack o Estripador publicada na revista Punch de setembro de 1888.</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">George Lusk, presidente do Comitê de Vigilância de Whitechapel.</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/88/JacktheRipperPuck.jpg/250px-JacktheRipperPuck.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Capa da edição de 21 de setembro de 1888 da revista Puck, apresentando a versão do cartunista Tom Merry de Jack o Estripador.</media:title>
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			<media:title type="html">Druitt</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2d/Klosowski.jpg/150px-Klosowski.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Kłosowski</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ee/Ostrogg.jpg/150px-Ostrogg.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Ostrog</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2c/Tumblety.jpg/150px-Tumblety.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Tumblety</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/06/William_Henry_Bury.jpg/150px-William_Henry_Bury.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Bury</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/51/Neil-cream.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Cream</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/aa/Deeming.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Deeming</media:title>
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			<media:title type="html">Barnett</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d3/LewisCarroll.jpg/150px-LewisCarroll.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Carroll</media:title>
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			<media:title type="html">Kelly</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/86/Maybrick.jpg/150px-Maybrick.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Maybrick</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9a/Sickert.jpg/150px-Sickert.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Sickert</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0f/PrinceAlbertVictor.jpg/150px-PrinceAlbertVictor.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Victor</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>De armas, guerras e bombas</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/16/de-armas-guerras-e-bombas/</link>
		<comments>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/16/de-armas-guerras-e-bombas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 00:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[resolvi escrer um pouco sobre coisas malignas hoohohoho falar sobre algumas armas que eu gosto&#8230; eficientes, cruéis e muio loucas! Napalm Napalm sendo usado durante a Guerra do Vietnam a partir de um barco patrulha Napalm é um conjunto de líquidos inflamáveis à base de Gasolina gelificada, utilizados como armamento militar. O Napalm é na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=22&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>resolvi escrer um pouco sobre coisas malignas</p>
<p>hoohohoho</p>
<p>falar sobre algumas armas que eu gosto&#8230; eficientes, cruéis e muio loucas!</p>
<h1 class="firstHeading">Napalm</h1>
<div class="thumb tright">
<div style="width:262px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:US_riverboat_using_napalm_in_Vietnam.jpg" title="Napalm sendo usado durante a Guerra do Vietnam a partir de um barco patrulha" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/08/US_riverboat_using_napalm_in_Vietnam.jpg/260px-US_riverboat_using_napalm_in_Vietnam.jpg" alt="Napalm sendo usado durante a Guerra do Vietnam a partir de um barco patrulha" class="thumbimage" border="0" height="174" width="260" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:US_riverboat_using_napalm_in_Vietnam.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Napalm sendo usado durante a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Vietnam" title="Guerra do Vietnam">Guerra do Vietnam</a> a partir de um <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Barco_patrulha&amp;action=edit" title="Barco patrulha" class="new">barco patrulha</a></div>
</div>
</div>
<p><b>Napalm</b> é um conjunto de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LÃ±uido" title="Lñuido">líquidos</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/InflamÃ¡vel" title="Inflamável">inflamáveis</a> à base de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gasolina" title="Gasolina">Gasolina</a> gelificada, utilizados como armamento <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Militar" title="Militar">militar</a>. O Napalm é na realidade o <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Agente_espessante&amp;action=edit" title="Agente espessante" class="new">agente espessante</a> de tais líquidos, que quando misturado com gasolina a transforma num gel pegajoso e incendiário.</p>
<p>//<a name="Origem" title="Origem" id="Origem"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Origem</span></h3>
<p>O Napalm foi desenvolvido em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1942" title="1942">1942</a> durante a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial" title="Segunda Guerra Mundial">Segunda Guerra Mundial</a> nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_AmÃ©rica" title="Estados Unidos da América">Estados Unidos</a> por uma equipe de químicos da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Harvard" title="Universidade de Harvard">Universidade de Harvard</a> liderada por <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Louis_Frieser&amp;action=edit" title="Louis Frieser" class="new">Louis Frieser</a>. O nome Napalm deriva do acrônimo dos nomes dos seus componentes originais, sais de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AlumÃ®io" title="Alumîio">Alumínio</a> co-precipitados dos ácidos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nafta" title="Nafta"><b>Na</b>fténico</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ãcido_palmÃ´ico" title="Ácido palmôico"><b>Palm</b>ítico</a>. Estes sais eram adicionados a substâncias inflamáveis para serem gelificadas.</p>
<p>Um dos maiores problemas dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fluido" title="Fluido">fluidos</a> incendiários (Tais como os usados nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LanÃ§a-chamas" title="Lança-chamas">lança-chamas</a>) é que eles salpicam e escorrem muito facilmente devido à sua baixa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viscosidade" title="Viscosidade">viscosidade</a>. Nos Estados Unidos descobriu-se que a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gasolina" title="Gasolina">gasolina</a> sob a forma de gel aumentava o alcance e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EficiÃªncia" title="Eficiência">eficiência</a> dos lança-chamas. No entanto, no início da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial" title="Segunda Guerra Mundial">Segunda Guerra Mundial</a>, para se obter gasolina gelificada era necessário usar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LÃ¡tex" title="Látex">borracha natural</a>, a qual estava, na altura, sob forte procura e com preço elevado. O Napalm veio providenciar uma alternativa mais barata.</p>
<p>O Napalm moderno é composto por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Benzeno" title="Benzeno">Benzeno</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poliestireno" title="Poliestireno">Poliestireno</a>, e é conhecido por Napalm-B.</p>
<p><a name="Utiliza.C3.A7.C3.A3o" title="Utiliza.C3.A7.C3.A3o" id="Utiliza.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Utilização</span></h3>
<p>O Napalm foi usado em lança-chamas e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bomba" title="Bomba">bombas</a> pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. O Napalm é misturado com a gasolina em diferentes proporções para alcançar este objectivo.</p>
<p>Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas contra os exércitos vietnamitas no final da década de 1960.</p>
<p>Na Segunda Guerra Mundial, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliados" title="Aliados">Força aliada</a> bombardeou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade" title="Cidade">cidades</a> do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JapÃ£o" title="Japão">Japão</a> com napalm. Foi usada também contra <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerrilha" title="Guerrilha">guerrilhas</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunista" title="Comunista">comunistas</a> na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_civil" title="Guerra civil">Guerra civil</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GrÃ©cia" title="Grécia">Grega</a>, pelas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ForÃ§as_armadas" title="Forças armadas">Forças armadas</a> dos Estados Unidos foi usada na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coreia" title="Coreia">Coreia</a> e na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Vietnam" title="Guerra do Vietnam">Guerra do Vietnam</a> e pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MÃ©xico" title="México">México</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1960" title="1960">1960</a> usada contra <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerrilha" title="Guerrilha">guerrilha</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerrero" title="Guerrero">Guerrero</a>.</p>
<p>Um outro efeito do napalm em bombas, consiste na desoxigenação do ar envolvente e aumento da concentração de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MonÃ³xido_de_Carbono" title="Monóxido de Carbono">Monóxido de Carbono</a> os quais provocam <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asfixia" title="Asfixia">asfixia</a> . Uma outra utilização do Napalm na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Vietnam" title="Guerra do Vietnam">Guerra do Vietnam</a> consistiu na abertura de clareiras para a aterrizagem de helicópteros</p>
<p><a name="Proibi.C3.A7.C3.A3o" title="Proibi.C3.A7.C3.A3o" id="Proibi.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Proibição</span></h3>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1980" title="1980">1980</a>, o seu uso foi proibido por uma convenção da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OrganizaÃ§Ã£o_das_NaÃ§Ãµes_Unidas" title="Organização das Nações Unidas">Organização das Nações Unidas</a>.</p>
<h1 class="firstHeading">C-4</h1>
<div>
<h3></h3>
<div></div>
<div><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C-4#searchInput"></a></div>
<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div style="width:252px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Eod2.jpg" title="Preparando o explosivo C-4 militar para detonação" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6d/Eod2.jpg/250px-Eod2.jpg" alt="Preparando o explosivo C-4 militar para detonação" class="thumbimage" border="0" height="163" width="250" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Eod2.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Preparando o explosivo <b>C-4</b> militar para detonação</div>
</div>
</div>
<p><b>C-4</b> é um <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Explosivo_pl%C3%A1stico&amp;action=edit" title="Explosivo plástico" class="new">explosivo plástico</a> altamente perigoso e de exclusividade das forças militares. Ele é detonado com a agitação elétrica das suas moléculas.Com um poder esmagador, 150 gramas do mesmo são mais do que suficiente para destruir o telhado de uma casa.Foi desenvolvido durante a 2 Guerra Mundial, assim como a Carga Oca ( Tambem conhecida como Granada Impulsionada por Foguete. RPG em inglês).O mesmo é muito poderoso, na época em que foi inventado, o mesmo podia destruir o interior de um tanque e matar a tripulação sem avarias significativas na blindagem exterior do tanque. Durante a Segunda Guerra Mundial, a hexametilenetetramina (HA), um composto comumente empregado em casos de infecções urinárias, serviu como reagente de partida para a preparação de dois explosivos: o RDX e o HMX &#8211; ciclometilenotrinitramina e ciclotetrametilentetranitramina, respectivamente.</p>
<p>As siglas são uma apologia acrônima ao seu poder: Royal Demolition eXplosive, RDX, e Her Majesty&#8217;s eXplosive, HMX. O HMX é um dos explosivos com a maior velocidade de detonação conhecida: mais de 9 kilômtros por segundo, ou seja, quase 33 mil kilômetros por hora!</p>
<h1 class="firstHeading">Agente laranja</h1>
<div>
<div></div>
<div><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_laranja#searchInput"></a></div>
<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div style="width:252px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Defoliation_agent_spraying.jpg" title="Um helicóptero UH-1D espalhando agente laranja em uma floresta na região do delta do Mekong (1969)" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/82/Defoliation_agent_spraying.jpg/250px-Defoliation_agent_spraying.jpg" alt="Um helicóptero UH-1D espalhando agente laranja em uma floresta na região do delta do Mekong (1969)" class="thumbimage" border="0" height="249" width="250" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Defoliation_agent_spraying.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Um helicóptero UH-1D espalhando agente laranja em uma floresta na região do delta do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Mekong" title="Rio Mekong">Mekong</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1969" title="1969">1969</a>)</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O <b>Agente laranja</b> é uma mistura de dois <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herbicida" title="Herbicida">herbicidas</a>: o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2,4-D" title="2,4-D">2,4-D</a> e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2,4,5-T" title="2,4,5-T">2,4,5-T</a>. Foi usado como desfolhante pelo exército americano na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_VietnÃ£" title="Guerra do Vietnã">Guerra do Vietnã</a>. Ambos os constituintes do Agente Laranja tiveram uso na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agricultura" title="Agricultura">agricultura</a>, principalmente o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2,4-D" title="2,4-D">2,4-D</a> vendido até hoje em produtos como o <i>Tordon</i>. Por questões de negligência e pressa para utilização, durante a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_VietnÃ£" title="Guerra do Vietnã">Guerra do Vietnã</a>, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CÃ¢ncer" title="Câncer">cancerígeno</a> da síntese do 2,4,5-T: a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dioxina" title="Dioxina">dioxina</a> tetraclorodibenzodioxina. Este resíduo não é normalmente encontrado nos produtos comerciais que incluem estes dois ingredientes, mas marcou para sempre o nome do Agente Laranja, cujo uso deixou seqüelas terríveis na população daquele <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PaÃ�s" title="Pa�s">país</a> e nos próprios soldados americanos.</p>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984" title="1984">1984</a>, uma ação judicial movida por veteranos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra" title="Guerra">guerra</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_AmÃ©rica" title="Estados Unidos da América">americanos</a> contra as companhias químicas fornecedoras do Agente Laranja resultou em um acordo de 93 milhões de dólares em indenizações aos soldados. Esta ação foi arquivada pela seguinte sentença &#8220;<i>Não há base legal para qualquer das alegações sob as leis domésticas de qualquer país, nação ou estado ou sob qualquer forma de lei internacional</i>&#8220;.</p>
<h1 class="firstHeading">Gás Mostarda</h1>
<h3></h3>
<div>
<div><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GÃ¡s_mostarda#searchInput"></a></div>
<p><!-- start content --></div>
<p><b>Gás Mostarda</b> ou <b>iperita</b> é um agente químico (Cl &#8211; CH<sub>2</sub> &#8211; CH<sub>2</sub> &#8211; S &#8211; CH<sub>2</sub> &#8211; CH<sub>2</sub> &#8211; Cl), geralmente utilizado por forças policiais e militares. Foi produzido pela primeira vez em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1822" title="1822">1822</a>, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra" title="Inglaterra">Inglaterra</a>. Provoca irritação nos olhos e feridas na pele e se for inalado pode matar por asfixia. O gás mostarda é uma substância incolor, líquida, oleosa, muito solúvel em água e muito tóxica.</p>
<p>Na forma impura, o gás mostarda apresenta-se na coloração amarela.</p>
<p>À temperatura ambiente (25°C), pode ser utilizado de maneira perigosa.</p>
<p>Foi muito utilizado na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1Âª_Guerra_Mundial" title="1ª Guerra Mundial">1ª Guerra Mundial</a>.</p>
<h3><span class="mw-headline">Efeitos</span></h3>
<div>
<ul>
<li>Cegueira</li>
<li>abertura dos poros da pele</li>
<li>rompimento dos vasos sanguíneos (veias e artérias)</li>
<li>morte dolorosa de 3 a 5 minutos se tiver em contato direto com o mesmo.</li>
</ul>
</div>
<h1 class="firstHeading">Cutelo &#8211; meu favorito!</h1>
<div>
<div></div>
<div><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cutelo#searchInput"></a></div>
<p><!-- start content --></p>
<div class="thumb tright">
<div style="width:182px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Chinese_and_old_North_American_cleavers.JPG" title="Dois cutelos." class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/af/Chinese_and_old_North_American_cleavers.JPG/180px-Chinese_and_old_North_American_cleavers.JPG" alt="Dois cutelos." class="thumbimage" border="0" height="104" width="180" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Chinese_and_old_North_American_cleavers.JPG" title="Ampliar" class="internal"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" height="11" width="15" /></a></div>
<p>Dois cutelos.</p></div>
</div>
</div>
<p><b>Cutelo</b> é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Instrumento" title="Instrumento">instrumento</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cozinha" title="Cozinha">cozinha</a> utilizado, sobretudo, para cortar carne. Usado por exemplo por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AÃ§ougueiro" title="Açougueiro">açougueiros</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feira" title="Feira">feirantes</a>, entre outros.</p>
<p>Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BÃ�blia" title="B�blia">Bíblia</a>, o cutelo foi usado por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AbraÃ£o" title="Abraão">Abraão</a> quando foi oferecer seu filho ao Senhor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus" title="Deus">Deus</a>, embora não o tenha usado no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SacrifÃ�cio" title="Sacrif�cio">sacrifício</a> (livro de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GÃªnesis" title="Gênesis">Gênesis</a> no cap. 22 e verc. 6 e 10).</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jaumdumal.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jaumdumal.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jaumdumal.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jaumdumal.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=22&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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			<media:title type="html">Napalm sendo usado durante a Guerra do Vietnam a partir de um barco patrulha</media:title>
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		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6d/Eod2.jpg/250px-Eod2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Preparando o explosivo C-4 militar para detonação</media:title>
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			<media:title type="html">Um helicóptero UH-1D espalhando agente laranja em uma floresta na região do delta do Mekong (1969)</media:title>
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			<media:title type="html">Dois cutelos.</media:title>
		</media:content>

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	</item>
		<item>
		<title>Poker</title>
		<link>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/13/poker/</link>
		<comments>http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/13/poker/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 23:02:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jaumdumal</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jaumdumal.wordpress.com/2008/01/13/poker/</guid>
		<description><![CDATA[Pôquer Royal straight flush, a jogada mais valiosa do pôquer Pôquer (em inglês poker) é um jogo de cartas jogado por duas ou mais pessoas muito comum em casinos. É o mais popular de uma classe de jogos nos quais os jogadores com as cartas total ou parcialmente escondidas fazem apostas para um monte central, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jaumdumal.wordpress.com&amp;blog=2324826&amp;post=21&amp;subd=jaumdumal&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 class="firstHeading">Pôquer</h1>
<div>
<div class="thumb tright">
<div style="width:202px;" class="thumbinner"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Royal_straight_flush.jpg" title="Royal straight flush, a jogada mais valiosa do pôquer" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ed/Royal_straight_flush.jpg/200px-Royal_straight_flush.jpg" alt="Royal straight flush, a jogada mais valiosa do pôquer" class="thumbimage" border="0" height="161" width="200" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div style="float:right;" class="magnify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Royal_straight_flush.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" height="11" width="15" /></a></div>
<p><i>Royal straight flush</i>, a jogada mais valiosa do pôquer</div>
</div>
</div>
<p><b>Pôquer</b> (em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LÃ®gua_inglesa" title="Lîgua inglesa">inglês</a> <i>poker</i>) é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogo_de_cartas" title="Jogo de cartas">jogo de cartas</a> jogado por duas ou mais pessoas muito comum em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Casino" title="Casino">casinos</a>. É o mais popular de uma classe de jogos nos quais os jogadores com as cartas total ou parcialmente escondidas fazem apostas para um <i>monte</i> central, após o que o resultante das apostas é atribuído ao jogador ou jogadores que possuir(em) o melhor conjunto de cartas.</p>
<p>Para jogar pôquer, é necessário aprender as regras e procedimentos básicos do jogo, os valores das várias combinações de cartas (ver <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MÃ£o_de_pÃ´quer" title="Mão de pôquer">mão de pôquer</a>) e as regras sobre as apostas e seus limites. Alguns conhecimentos sobre o equipamento usado para jogar são úteis. Há também muitas variantes do pôquer, categorizadas livremente como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PÃ´quer_fechado" title="Pôquer fechado">pôquer fechado</a> (como o <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Five-card_draw" title="Five-card draw">five-card draw</a></i>), <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PÃ´quer_aberto" title="Pôquer aberto">pôquer aberto</a> (como o <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seven-card_stud" title="Seven-card stud">seven-card stud</a></i>) e <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Community_card_poker" title="Community card poker">community card poker</a></i> (como o <i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Texas_hold'em" title="Texas hold'em">Texas hold&#8217;em</a></i>), entre outros. Cada um dos exemplos de categoria citados são um bom ponto de partida para aprender outros jogos do mesmo género.</p>
<p>//<a name="Hist.C3.B3ria" title="Hist.C3.B3ria" id="Hist.C3.B3ria"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">História</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p>O pôquer desenvolveu-se nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_AmÃ©rica" title="Estados Unidos da América">Estados Unidos</a> e desde logo tornou-se o jogo favorito dos norte-americanos, especialmente dos pioneiros do Oeste.</p>
<p>A origem do pôquer é muito antiga e está ligada a vários outros jogos que também se baseiam em combinações de cartas do mesmo valor e que apresentam um sistema de apostas muito semelhante ao do pôquer atual.</p>
<p><a name="Variantes" title="Variantes" id="Variantes"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Variantes</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<p><a name="P.C3.B4quer_aberto" title="P.C3.B4quer_aberto" id="P.C3.B4quer_aberto"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Pôquer aberto</span></h3>
<h3><span class="mw-headline">.</span></h3>
<p>O pôquer aberto é também conhecido como <i>Stick Poker</i> ou <i>Stud Poker</i>. Nas modalidades mais comuns pode-se jogar com cinco ou sete cartas.</p>
<p><a name="Com_cinco_cartas" title="Com_cinco_cartas" id="Com_cinco_cartas"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Com cinco cartas</span></h4>
<h4><span class="mw-headline">.</span></h4>
<p>O <b>stick</b> de 5 cartas é um jogo bastante violento, pois o volume de apostas pode ser muito grande. O valor dos jogos é o mesmo do pôquer. No Brasil, costuma-se considerar no <i>Stick</i> apenas os jogos de pares (<i>par</i>, <i>dois pares</i>, <i>trinca</i>, <i>fullhand</i> e <i>quadra</i>). O jogo completo, em que valem todas as combinações, é chamado <b>Sticão</b>. Como não há troca de cartas, o número de participantes pode ser maior. Geralmente as cartas <i>seis</i> e até mesmo as cartas <i>sete</i> não são utilizados, se o grupo for composto de seis ou sete jogadores. As apostas são feitas após o recebimento de cada carta.</p>
<p>Cada jogador recebe uma carta fechada e uma aberta. Após examinar a carta fechada, cada jogador aposta, de acordo com a possibilidade de formar um jogo vencedor com as cartas que ainda receberá. O primeiro a apostar será aquele que tiver a maior carta aberta, seguindo-se então o sentido horário.</p>
<p>O carteador costuma indicar quem será o primeiro a falar , dizendo <i>Fala o Ás</i>, ou <i>Fala o Rei</i>, se esta for a carta aberta de maior valor. Se houver empate nas cartas expostas, deverá falar primeiro o jogador mais próximo do carteador, à sua esquerda. Para receber cartas, todos apostam um valor mínimo, o chamado <b>pingo</b>. Após receber a primeira carta fechada, cada jogador, a partir de quem tiver a carta maior, deverá apostar ou sair, ou aumentar a aposta de algum jogador que o procedeu.</p>
<p>Geralmente convenciona-se que, na primeira volta, quem receber figura será obrigado a acompanhar as apostas. Uma segunda carta aberta é distribuída e as apostas serão reiniciadas, novamente a partir de quem tiver a melhor combinação de cartas. O carteador indicará, por exemplo: <i>Fala Às e Rei</i>, ou <i>Fala o par de Damas</i>. Se estiverem jogando o <i>Sticão</i>, em que valem todas as combinações, nesta fase ainda não se consideram as seguidas e os flushes para abertura das apostas. Uma nova carta (terceira aberta e quarta do jogo) é distribuída; novamente abrem-se as apostas. Se estiverem jogando <i>sticão</i>, agora já serão levadas em conta as possibilidades de seqüências e flushes.</p>
<p>O carteador dirá, por exemplo <i>Fala a seqüência possível</i>, para o jogador cujas três cartas abertas estão em seqüência, se este for o maior jogo à vista. A quinta carta, também aberta, obrigará à repetição do processo. As apostas, escalonadas, elevam bastante o nível do jogo; assim, os inexperientes devem tomar bastante cuidado. Se for combinado antes do jogo, quem desejar poderá receber uma outra carta fechada, desde que abra a primeira, pois cada um só poderá receber uma carta fechada.</p>
<p><a name="Com_sete_cartas" title="Com_sete_cartas" id="Com_sete_cartas"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Com sete cartas</span></h4>
<h4><span class="mw-headline">.</span></h4>
<p>A troca de cartas é permitida e, em conseqüência, o volume de apostas pode ser ainda maior. Cada jogador recebe três cartas, duas fechadas e uma aberta. Abrem-se então as apostas, como no <i>stick</i> de cinco cartas. A quarta e a quinta cartas são distribuídas da mesma forma, interrompidas pelas apostas. Cada jogador poderá então trocar uma carta, aberta ou fechada, dependendo da carta que devolver ao carteador. Se separou uma carta fechada, receberá outra fechada ou se separou uma carta aberta, receberá outra aberta.</p>
<p>Novas apostas são feitas, procedendo-se então à última troca, obedecidas as mesmas normas. São feitas então as apostas finais, as cartas expostas e o vencedor recolhe as fichas. Para que o jogo não fique muito violento, costuma-se controlar o volume de apostas, estabelecendo-se um limite para as apostas iniciais.</p>
<p><a name="High-Low" title="High-Low" id="High-Low"></a></p>
<h4><span class="mw-headline"><i>High-Low</i></span></h4>
<h4><span class="mw-headline"><i>.</i></span></h4>
<p>É uma variante do pôquer que se assemelha também ao <i>Pôquer Miséria</i>, pois ganham as mãos de maior e menor valor. As fichas são divididas entre o pior e o melhor jogo da mesa, ficando com o melhor a ficha que por acaso restar na divisão. É permitida a troca de cinco cartas. As demais regras são iguais às do pôquer comum.</p>
<p>A mão baixa é definida da seguinte forma: conta-se o valor numérico das cartas que não formam nenhum jogo, a que tiver a menor maior carta vence. Por exemplo, A-2-3-4-5 é o melhor menor jogo possível, seguido de A-2-3-4-6, A-2-3-5-6 e assim por diante. Geralmente o jogo baixo só é considerado válido se nenhuma das cartas for maior que 8 e não formar nenhum par ou outra combinação com cartas repetidas (A-2-2-3-4 não é um jogo baixo válido por conter um par de 2s, e A-2-3-4-9 não forma um jogo baixo por conter um 9).</p>
<p><a name="P.C3.B4quer_Fechado" title="P.C3.B4quer_Fechado" id="P.C3.B4quer_Fechado"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Pôquer Fechado</span></h3>
<h3><span class="mw-headline">.</span></h3>
<p>Nos Estados Unidos utiliza-se um baralho comum de 52 cartas. No Brasil as cartas de valor mais baixo são retiradas, de acordo com o número de participantes. Com quatro participantes utilizam-se as cartas do 7 ao Ás; com cinco jogadores, do 6 ao Ás. Embora os grupos possam ser constituídos de dois até oito jogadores, as mesas formadas de quatro a sete são consideradas ideais. Para cada jogador a mais no grupo, uma outra carta será acrescentada. Assim, se forem seis os participantes, o cinco é incluido. O Ás é a carta mais alta, mas também pode entrar nas seqüências como a mais baixa. Exemplo: se o 7 estiver no jogo, a seqüência máxima será A-R-D-V-10 e a mínima 10-9-8-7-Ás.</p>
<p><a name="Distribui.C3.A7.C3.A3o" title="Distribui.C3.A7.C3.A3o" id="Distribui.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Distribuição</span></h4>
<h4><span class="mw-headline">.</span></h4>
<p>Antes de iniciar o jogo, os jogadores devem estabelecer o valor do <b>cacife</b>, ou seja, o montante em fichas necessário para as apostas que serão feitas no decorrer do jogo. O primeiro carteador será aquele que tirar a carta mais alta, sorteada apenas para efeito de distribuição das cartas. A seguir, será substituído a cada rodada pelo jogador mais à esquerda.</p>
<p>Por se tratar de um jogo de apostas, o pôquer tem convenções rigorosas sobre o embaralhamento, corte e distribuição das cartas. Antes da distribuição, as cartas devem ser embaralhadas no mínimo três vezes. Qualquer jogador pode participar do embaralhamento, desde que peça ao carteador, que será, invariavelmente, o último a embaralhar. O baralho deve ser oferecido ao jogador da direita para o corte. Se este não quiser, qualquer outro jogador poderá cortar. O monte de cartas será cortado uma única vez, a menos que ocorra alguma irregularidade. Se alguma carta virar durante o corte, as cartas deverão ser novamente embaralhadas e dadas a cortar. Se nenhum jogador cortar, o carteador não poderá mais embaralhar e deverá proceder à distribuição. A distribuição é feita no sentido horário, uma por vez, fechadas, cinco para cada jogador. As cartas que sobrarem ficarão ao lado do carteador, para serem usadas posteriormente.</p>
<p><a name="Ritmo_do_jogo" title="Ritmo_do_jogo" id="Ritmo_do_jogo"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Ritmo do jogo</span></h4>
<p><a name="Primeira_rodada_de_apostas" title="Primeira_rodada_de_apostas" id="Primeira_rodada_de_apostas"></a></p>
<h5><span class="mw-headline">Primeira rodada de apostas</span></h5>
<p>Antes de receber cartas, cada participante deposita um <i>pingo</i> no centro da mesa. Estas fichas serão disputadas durante o jogo. O jogo corre com a distribuição de cartas no sentido horário. Assim, o jogador à esquerda do carteador será o primeiro a falar. As opções são as seguintes:</p>
<ol>
<li>Pensa que não conseguirá formar um bom jogo e <i>passa</i> ou <i>sai</i> , pondo suas cartas fechadas sobre a mesa;</li>
<li>Diz <i>mesa</i> (ou alternativamente bate duas vezes na mesa), para verificar a situação dos demais, antes de apostar. Com isso, transfere o direito de falar em primeiro lugar ao jogador à sua esquerda, conservando o direito de falar posteriormente, se alguém <i>abrir</i>;</li>
<li>Gosta de seu jogo e faz uma aposta inicial.</li>
</ol>
<p>Às vezes o limite das apostas não é estabelecido, mas em geral as apostas são combinadas antes do início do jogo, fixando-se o limite mínimo e o máximo. Se o primeiro jogador <i>passar</i> ou disser <i>mesa</i>, o segundo terá as mesmas opções, e assim por diante, até chegar ao carteador. Se todos passarem, as cartas serão reunidas e o segundo jogador da mesa procederá a nova distribuição.</p>
<p>As fichas continuarão na mesa e serão apontadas pelos novos <i>pingos</i>. Se o primeiro jogador apostar, o segundo terá de decidir se acompanha, sai ou aumenta a aposta (repique). Se algum jogador repicar, qualquer outro poderá contra-repicar (aumentar novamente a aposta). Se alguém abrir e os outros apenas acompanharem, o abridor não poderá repicar a própria aposta inicial.</p>
<p>Se alguém repicar ou contra-repicar, os que já acompanharam terão de decidir se desejam completar suas apostas ou se desejam sair. Para participar, todos deverão ter apostado a mesma quantidade de fichas. Se algum jogador disse &#8220;mesa&#8221; inicialmente, após a &#8220;abertura&#8221; terá de decidir, na sua vez de falar, se deseja acompanhar ou se prefere sair.</p>
<p><a name="Troca_de_cartas" title="Troca_de_cartas" id="Troca_de_cartas"></a></p>
<h5><span class="mw-headline">Troca de cartas</span></h5>
<h5><span class="mw-headline">.</span></h5>
<p>Quando as apostas terminarem os jogadores que continuarem no jogo poderão trocar cartas. Esta troca é feita uma única vez. É raro algum jogador desejar trocar quatro cartas, pois isto reduziria a possibilidade de melhorar a mão. Em alguns lugares só se permite a troca de quatro cartas ao primeiro jogador. Em geral os jogadores trocam uma, duas ou três cartas. Se alguém receber um jogo feito, não precisará trocar cartas.</p>
<p>O carteador distribuirá as novas cartas, utilizando as que haviam sobrado na distribuição inicial, mais as recolhidas dos que &#8220;saíram&#8221;, embaralhando-as novamente e dando-as a cortar, sempre em sentido horário, de acordo com o pedido de cada jogador. Na sua vez de pedir, cada jogador deverá anunciar quanta cartas deseja, destacando de sua mão igual número de cartas, jogando-as fechadas sobre a mesa, antes de receber as novas. Se as cartas não forem suficientes para as trocas, o carteador recolherá as cartas já descartadas, embaralhando-as, para distribuí-las aos que ainda não trocaram cartas.</p>
<p><a name="Segunda_rodada_de_apostas" title="Segunda_rodada_de_apostas" id="Segunda_rodada_de_apostas"></a></p>
<h5> <span class="mw-headline">Segunda rodada de apostas</span></h5>
<h5><span class="mw-headline">.</span></h5>
<p>Já com o novo jogo, o jogador que iniciou as primeiras apostas, isto é, quem abriu o jogo, deverá ser o primeiro a falar. Se houver repiques, o último repicador falará primeiro. Poderá dizer &#8220;mesa&#8221; ou apostar. O seguinte poderá dizer &#8220;mesa&#8221;, se o primeiro também o fez, ou sair, acompanhar a aposta ou aumentá-la. Se todos disserem mesa, quem tiver o melhor jogo recolherá as fichas.</p>
<p>Se houver apostas (simples, repicadas ou contra-repicadas), os que ficarem no jogo verificarão entre si quem tem a melhor mão. Se algum jogador apostar e nenhum dos outros pagar , recolherá as fichas sem mostrar seu jogo. A abertura mínima, na primeira distribuição, é um par de Valetes; se todos passarem, na segunda, par de Damas, e assim por diante, até chegar a dois pares. Em alguns círculos a abertura é livre.</p>
<p><a name="P.C3.B4quer_com_curinga" title="P.C3.B4quer_com_curinga" id="P.C3.B4quer_com_curinga"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Pôquer com curinga</span></h4>
<h4><span class="mw-headline">.</span></h4>
<p>Às cartas normais, acrescenta-se um curinga, que assumirá o valor de qualquer carta. A escala de valores das mãos é alterada, pois logo abaixo do Royal Straight Flush o maior jogo será o de cinco cartas do mesmo valor. (Exemplo: 4 Reis e um curinga, valendo como cinco Reis).</p>
<p><a name="P.C3.B4quer_mis.C3.A9ria" title="P.C3.B4quer_mis.C3.A9ria" id="P.C3.B4quer_mis.C3.A9ria"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Pôquer miséria</span></h4>
<h4><span class="mw-headline">.</span></h4>
<p>A ordem de valores dos jogos é invertida, ganhando sempre que tiver a pior mão. Alguns grupos jogam o que se chama &#8220;Quem dá, manda&#8221;, isto é, o jogo varia a cada mão, de acordo com a vontade do distribuidor, que deverá anunciar, enquanto as cartas, que modalidade deseja jogar.</p>
<p><a name="Community_card_poker" title="Community_card_poker" id="Community_card_poker"></a></p>
<h3><span class="mw-headline"><i>Community card poker</i></span></h3>
<dl>
<dd>
<div class="noprint"><i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Community_card_poker" title="Community card poker"></a></i></div>
</dd>
</dl>
<p><a name="Texas_Hold.27em" title="Texas_Hold.27em" id="Texas_Hold.27em"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Texas Hold&#8217;em</span></h4>
<h4><span class="mw-headline">.</span></h4>
<dl>
<dd>Este é o estilo de pôquer jogado nos programas de TV e na maioria dos sites de pôquer online. É um pôquer aberto, em que os jogadores recebem duas cartas fechadas e são dispostas cinco abertas sobre a mesa. Para vencer, o jogador deve combinar suas duas cartas fechadas com três das cinco abertas. Ao contrário do pôquer aberto tradicional, as cartas abertas são as mesmas para todos os participantes.</dd>
</dl>
<p>São quatro rodadas de apostas: uma depois que os participantes recebem as duas cartas fechadas, outra assim que são colocadas na mesa três cartas abertas de uma só vez (chamadas de &#8220;Flop&#8221;) e outras duas após serem abertas duas cartas na mesa (denominadas &#8220;Turn&#8221; e a &#8220;River&#8221;), uma por vez, totalizando sete cartas em jogo para cada competidor. O Texas Hold&#8217;em prevê troca de cartas.</p>
<p>Nesta variação de pôquer, antes das cartas serem distribuídas, os dois jogadores à esquerda do carteador (também chamado de &#8220;crupiê&#8221; e identificado por um botão que fica à sua frente na mesa) devem fazer suas apostas, chamadas de &#8220;Big Blind&#8221; e &#8220;Small Blind&#8221;.</p>
<p>O Small Blind paga metade do valor da aposta do Big Blind e os outros participantes devem cobrir ou aumentar a quantidade de fichas apostadas para seguirem no jogo. Se alguém subir a aposta, os demais precisam pagar a diferença para jogarem.</p>
<p>Distribuídas as cartas fechadas, o jogador à esquerda do Big Blind poderá sair do jogo, cobrir a aposta ou aumentar o valor (também chamado de &#8220;relançar&#8221;). Os outros participantes também optam por umas destas três jogadas. Ao final desta primeira rodada de apostas, o crupiê apresenta o Flop (as três cartas abertas iniciais).</p>
<p>Acontece então a segunda rodada de apostas, iniciada pelo jogador à esquerda do crupiê(carteador). Em seguida, o carteador coloca o Turn na mesa (a quarta carta aberta). Segue-se outra rodada de apostas, iniciada novamente pelo jogador à esquerda do crupiê. Encerrada a terceira rodada de apostas, é colocada na mesa o River (quinta carta aberta).</p>
<p>Os participantes então fazem a última rodada de apostas e mostram seus jogos (conhecido como &#8220;showdown&#8221;), a começar pelo último que abriu as apostas ou relançou.</p>
<p>Somente este jogador tem obrigação de mostrar seu jogo. Os demais, se perceberem que não podem vencer, podem deixar suas cartas escondidas. Porém, se alguém possuir um jogo maior, deve mostrar a todos. A maior combinação leva todas as fichas.</p>
<p>Existem algumas variações no Texas Hold&#8217;em quanto ao limite máximo no valor de uma aposta. O No Limit Hold&#8217;em permite o chamado &#8220;all-in&#8221;, ou seja, apostar tudo que se tem. Porém, nenhuma aposta pode ser inferior ao pingo, o valor apostado para entrar na partida.</p>
<p>O Limit Hold&#8217;em só aceita o valor máximo definido pelos jogadores no início da partida, que poderá ser apostado após o Turn e o River e apenas a metade poderá ser colocada no Flop. Já o Pot Limit Hold&#8217;em aceita que o jogador aposte no máximo a quantidade de fichas colocadas na mesa até aquele momento.</p>
<p><a name="Classifica.C3.A7.C3.A3o_das_jogadas" title="Classifica.C3.A7.C3.A3o_das_jogadas" id="Classifica.C3.A7.C3.A3o_das_jogadas"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Classificação das jogadas</span></h2>
<table style="position:relative;" align="center" border="0">
<tr bgcolor="#33ff33">
<th></th>
<th><b>Jogada</b></th>
<th><i>Jogada inglesa</i></th>
<th><b>Descrição</b></th>
<th></th>
<th><b>Combinações possíveis</b></th>
</tr>
<tr bgcolor="#cccccc">
<td>1</td>
<td><b>Sequência Real de Cor</b></td>
<td><i>Royal Flush</i></td>
<td>São 5 cartas seguidas do mesmo naipe até ao As.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Royal_Flush.png" title="Royal_Flush.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Royal_Flush.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>4</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td>2</td>
<td><b>Sequência de naipe e Sequência de Cor</b></td>
<td><i>Straight Flush</i></td>
<td>São 5 cartas seguidas do mesmo naipe que não seja até ao As.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Straight_Flush.png" title="Straight_Flush.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Straight_Flush.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>36</td>
</tr>
<tr bgcolor="#cccccc">
<td>3</td>
<td><b>Quadra ou Poker</b></td>
<td><i>Four of a kind</i></td>
<td>São 4 cartas iguais.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Poker.png" title="Poker.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Poker.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>624</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td>4</td>
<td><b>Full House</b></td>
<td><i>Full House</i></td>
<td>uma trinca e um par.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Full.png" title="Full.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Full.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>3.744</td>
</tr>
<tr bgcolor="#cccccc">
<td>5</td>
<td><b>Naipe ou Cor</b></td>
<td><i>Flush</i></td>
<td>São 5 cartas do mesmo naipe sem serem seguidas</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Flush.png" title="Flush.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Flush.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>5.108</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td>6</td>
<td><b>Sequência</b></td>
<td><i>Straight</i></td>
<td>São 5 cartas seguidas de naipes diferentes.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Straight.png" title="Straight.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Straight.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>10.200</td>
</tr>
<tr bgcolor="#cccccc">
<td>7</td>
<td><b>Trinca ou Trio</b></td>
<td><i>Three of a kind</i></td>
<td>São 3 cartas iguais mais duas cartas diferentes.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Three_of_a_kind.png" title="Three_of_a_kind.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Three_of_a_kind.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>54.912</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td>8</td>
<td><b>Dois Pares</b></td>
<td><i>Two Pairs</i></td>
<td>São 2 pares de cartas.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Two_Pairs.png" title="Two_Pairs.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="Two_Pairs.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>123.552</td>
</tr>
<tr bgcolor="#cccccc">
<td>9</td>
<td><b>Par</b></td>
<td><i>One Pair</i></td>
<td>São 2 cartas iguais e três diferentes.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:One_Pair.png" title="One_Pair.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="One_Pair.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>1.098.240</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td>10</td>
<td><b>Carta mais elevada</b></td>
<td><i>High Card</i></td>
<td>Ganha quem tiver a carta mais alta.</td>
<td><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:No_Pair.png" title="No_Pair.png" class="image"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/db/Must_left-click_image_again_before_saving.gif" alt="No_Pair.png" border="0" height="50" width="200" /></a></td>
<td>1.302.540</td>
</tr>
</table>
<p><a name="Curiosidades" title="Curiosidades" id="Curiosidades"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Curiosidades</span></h2>
<h2><span class="mw-headline">.</span></h2>
<ul>
<li>Não existe respaldo por lei brasileira ao jogador de pôker online amador ou profissional, que porventura venha a ter dificuldades em receber o dinheiro de prêmios ligados a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_de_azar" title="Jogos de azar">jogos de azar</a> pela internet.</li>
<li>A versão mais antiga do jogo chamava-se <i>As-nas</i> e surgiu na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PÃ©rsia" title="Pérsia">Pérsia</a>, no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ©culo_XV" title="Século XV">século XV</a>.</li>
<li>Nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos">Estados Unidos</a> se joga sempre com o baralho completo, qualquer que seja o número de parceiros.</li>
<li>Não se deve blefar contra um mau jogador. Pois o mau jogador no poker é tratado como &#8220;A exceção que comprova a regra&#8221;.</li>
<li>Com dois pares de mão, a chance de <i>full hand</i> ou podemos chamar de <i>full house</i> é tão remota quanto fechar uma seqüência precisando de uma carta no meio já no <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=River&amp;action=edit" title="River" class="new">River</a>.</li>
<li>Pedir uma só carta para trinca, recebida de mão, não altera as chances de <i>full hand</i>.</li>
<li>Pôquer, como é conhecido no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil">Brasil</a>, é originário da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa" title="Europa">Europa</a> e corresponde a apenas duas ou três das mais de cem modalidades praticadas nos Estados Unidos e no resto do Mundo.</li>
<li>Pôquer vem do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LÃ®gua_inglesa" title="Lîgua inglesa">inglês</a> <i>poker</i>, que originou-se do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LÃ®gua_francesa" title="Lîgua francesa">francês</a> <b>poque</b>, que por sua vez derivou-se do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LÃ®gua_alemÃ£" title="Lîgua alemã">alemão</a> <b>pochen</b>, que significa <i>bater</i>.</li>
<li>Em meados da década de 20, <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wild_Bill_Hickok&amp;action=edit" title="Wild Bill Hickok" class="new">Wild Bill Hickok</a> foi assassinado a tiros no meio de um jogo de põquer. De sua mão caíram dois pares de oito e de ases, todos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Naipes" title="Naipes">naipes</a> pretos (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paus" title="Paus">paus</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espadas" title="Espadas">espadas</a>). Essa mão passou a ser chamada <i>a mão do homem morto (dead man&#8217;s hand).</i></li>
</ul>
<p><a name="Blefe" title="Blefe" id="Blefe"></a></p>
<h3> <span class="mw-headline">Blefe</span></h3>
<h3><span class="mw-headline">.</span></h3>
<p>É um recurso empregado no pôquer, tendo por finalidade ganhar com jogo pequeno, fingindo ter um grande jogo. Isto é feito por meio de aposta elevadas; se os demais tiverem jogo fraco ou apenas razoável, não pagarão e, nesse caso, o blefador não precisará mostrar suas cartas. O blefe exige experiência e sangue frio.</p>
<p>O blefador sistemático, que fica conhecido por nunca blefar, também levará desvantagem, pois quando apostar, ninguém pagará, sabendo que seu jogo é muito grande. Porém ele ganha uma vantagem pois, quando ele realmente blefar, todos pensarão que ele está com o jogo bom. É preciso saber dosar e variar, não estabelecendo um padrão de jogo.</p>
<dl>
<dt>Probabilidades </dt>
</dl>
<p>Ao receber 5 cartas do baralho de 52 cartas (13 de cada naipe),as chances de se obter determinada combinação são:</p>
<ul>
<li>Royal flush: 00,0001539%</li>
<li>Straight flush: 0,0013852%</li>
<li>Four of a kind: 0,012%</li>
<li>Full house: 0,144%</li>
<li>Flush: 0,1980792%</li>
<li>Straight: 0,3546034%</li>
<li>Trinca: 0,7843%</li>
<li>Dois pares:</li>
<li>Um par: 14,706%</li>
</ul>
<p><a name="Escuro" title="Escuro" id="Escuro"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Escuro</span></h3>
<h3><span class="mw-headline">.</span></h3>
<p>É apenas uma variante no sistema de aposta. O <i>pingo</i> inicial é, por convenção, proporcionalmente crescente. O carteador põe uma ficha, o primeiro à sua esquerda porá duas, o seguinte quatro etc. Para o jogo não ficar muito violento, o escuro geralmente é feito por três ou quatro jogadores apenas. O último a pingar é chamado de <i>dono do escuro</i> ou <i>escurante</i>.</p>
<p>Ele terá o direito de aumentar as apostas, se quiser, antes da troca de cartas. Assim, distribuídas as cartas, o jogador seguinte ao escurante deverá decidir se acompanhará o jogo; se desejar fazê-lo, porá na mesa o mesmo número de fichas que o escurante. Da mesma forma agirão os outros. Os que já tiverem pingado uma ou duas fichas, deverão completar ou sair, perdendo o que já jogaram.</p>
<p>O carteador, antes de proceder à troca de cartas, deve consultar o escurante, pois este poderá aumentar as apostas. Após a troca, o dono do escuro será o último a falar e só terá direito a aumentar qualquer aposta que seja feita pelos demais. Se o escurante repicar, o contra-repique será livre.</p>
<p><a name="Kicker" title="Kicker" id="Kicker"></a></p>
<h3><span class="mw-headline"><i>Kicker</i></span></h3>
<h3><span class="mw-headline"><i>.</i></span></h3>
<p>Muitas jogadas do pôquer são decididas através da carta que não participa das jogada principal do jogador, em caso de empate, chamada de carta <i>kicker</i>. Por exemplo: se em uma disputa dois jogadores possuem o jogo Rei, Rei, 9, 9, Ás e Rei, Rei, 9, 9, 10, tanto a carta Ás do primeiro jogador quanto a carta 10 do segundo são <i>kickers</i>. Nesse caso o primeiro jogador ganha, pois possui <i>kicker</i> mais alto. Tal fator de desempate porporciona ainda mais emoção ao jogo.</div>
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			<media:title type="html">Jaum du Mal</media:title>
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			<media:title type="html">Royal straight flush, a jogada mais valiosa do pôquer</media:title>
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